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Bolsonaro: "O povo em sua grande maioria quer hierarquia, respeito, ordem e progresso" 02/01/2019
 
 
 
Bolsonaro: "O povo em sua grande maioria quer hierarquia, respeito, ordem e progresso"
O capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL), de 63 anos, tomou posse nesta terça-feira (1º) em Brasília como 38º presidente da República. O mandato vai até 31 de dezembro de 2022.

Acompanhada por cerca de 115 mil pessoas, segundo o governo federal, a posse foi marcada pelo maior aparato de segurança da história.

Veja as fotos da posse
Assista aos vídeos da posse
Relembre como foi o dia de Bolsonaro
Bolsonaro fez dois discursos nesta terça-feira e reafirmou as bandeiras apresentadas na campanha eleitoral. Defendeu, ainda, um "pacto nacional" e disse que irá "restabelecer a ordem" no Brasil.

A cerimônia de posse teve as seguintes etapas:

Saída da Granja do Torto;
Desfile em carro aberto;
Posse no Congresso;
Discurso no Congresso;
Transmissão da faixa;
Discurso da primeira-dama em Libras;
Discurso no parlatório;
Cumprimentos no Planalto;
Posse dos ministros;
Recepção no Itamaraty.

1. Saída da Granja do Torto
Bolsonaro deixou a Granja do Torto, em Brasília, pouco depois das 14h20 em direção à Esplanada dos Ministérios. Quando ele deixou a residência oficial, dezenas de apoiadores o aguardavam na portaria com bandeiras do Brasil e camisas nas cores verde e amarela (veja no vídeo acima).

O comboio chegou à Catedral de Brasília cerca de 10 minutos depois. Bolsonaro e a primeira-dama, Michelle, cumprimentaram o padre Firmino e seguiram em desfile em carro aberto pela Esplanada dos Ministérios.

2. Desfile em carro aberto
Durante o desfile, Bolsonaro e Michelle acenaram ao público. Um dos filhos do presidente, Carlos Bolsonaro, ficou com o casal no carro. Carlos é vereador do Rio de Janeiro e ficou sentado na parte de trás do veículo.

No início do desfile, o carro oficial teve de reduzir a velocidade porque um dos cavalos dos Dragões da Independência se chocou com outro e teve de ser controlado pelo militar que estava montado nele.

3. Posse no Congresso
Após o desfile em carro aberto, Bolsonaro chegou ao Congresso Nacional e se dirigiu ao plenário da Câmara dos Deputados, onde foi declarado presidente, assinou o termo de posse e fez o primeiro pronunciamento como novo chefe de Estado brasileiro.

4. Discurso no Congresso
O primeiro discurso de Bolsonaro como presidente da República durou cerca de dez minutos.

A uma plateia formada por parlamentares e convidados, Bolsonaro defendeu um "pacto nacional" entre a sociedade e os poderes da República para que o Brasil conquiste "novos caminhos" na superação de desafios

5. Transmissão da faixa
Bolsonaro chegou ao Palácio do Planalto acompanhado de Michelle e do novo vice-presidente da República, o general Hamilton Mourão (PRTB). Eles foram recebidos por Temer e pela ex-primeira-dama Marcela na rampa do palácio.

Em seguida, todos se dirigiram ao parlatório do Planalto, onde houve a transmissão da faixa presidencial, às 17h. Temer não discursou e deixou o palácio em direção à Base Aérea de Brasília.

6. Discurso da primeira-dama em Libras
Antes de Bolsonaro fazer o tradicional discurso no parlanatório, a nova primeira-dama, Michelle Bolsonaro, fez um discurso inesperado em Libras (veja no vídeo abaixo).

Michelle é engajada em causas de pessoas com deficiência. Ela faz parte do Ministério de Surdos e Mudos da Igreja Batista Atitude, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, onde atua como intérprete de Libras nos cultos que acontecem aos domingos.
7. Discurso no parlatório
Já com a faixa de presidente da República, Bolsonaro fez o primeiro pronunciamento à nação, no qual prometeu "tirar peso do governo sobre quem trabalha e produz" e "restabelecer a ordem neste país".

"Vamos tirar a desconfiança e o poso do governo sobre quem trabalha e quem produz. Também é urgente acabar com a ideologia que defende bandidos e criminaliza policiais", afirmou.
Após o discurso de Bolsonaro, o público na Praça dos Três Poderes chamou o presidente de "mito" e entoou o grito "o capitão voltou". Bolsonaro aparentava estar emocionado.


8. Cumprimentos no Planalto
Após discursar no parlatório, Bolsonaro se dirigiu à área interna do Palácio do Planalto, onde recebeu cumprimentos de líderes internacionais e convidados.

Entre os presentes estavam Mario Abdo Benítez (Paraguai), Tabaré Vázquez (Uruguai), Marcelo Rebelo de Sousa (Portugal), Sebastián Piñera (Chile) e Evo Morales (Bolívia).
9. Posse dos ministros
Uma das últimas etapas da cerimônia foi a posse dos novos ministros do governo.

Ao todo, Bolsonaro deu posse a 21 ministros, entre os quais Sérgio Moro (Justiça), Onyx Lorenzoni (Casa Civil), general Augusto Heleno (Segurança Institucional), general Santos Cruz (Secretaria de Governo), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) e Ricardo Vélez Rodríguez (Educação).

Confira o perfil dos ministros do governo Bolsonaro
Embora Bolsonaro já tenha definido o novo presidente do Banco Central, o atual ministro Ilan Goldfajn permanecerá no cargo até o Senado votar a indicação de Roberto Campos Neto.

10. Recepção no Itamaraty
A última etapa da posse é a recepção no Palácio Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores e um dos principais pontos turísticos de Brasília.

A recepção é oferecida a líderes internacionais que acompanharam a posse e a convidados do novo presidente da República.


 
Fonte: Redação / G1
 
 
Bolsonaro: "O povo em sua grande maioria quer hierarquia, respeito, ordem e progresso" 02/01/2019
 
 
 
Bolsonaro: "O povo em sua grande maioria quer hierarquia, respeito, ordem e progresso"
Presidente discursou nesta quarta (2) na cerimônia de transmissão de cargo do Ministério da Defesa. General Fernando Azevedo e Silva recebeu o cargo do antecessor no Clube do Exército
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (2), ao discursar na cerimônia de transmissão de cargo do Ministério da Defesa", que a situação a qual o país chegou, atualmente, é "uma prova inconteste de que o povo, em sua grande maioria, quer hierarquia, respeito, ordem e progresso".

Capitão da reserva, Bolsonaro fez questão de participar da solenidade realizada no Clube do Exército na qual o general Fernando Azevedo e Silva – que já foi chefe do Estado-Maior – recebeu simbolicamente o comando do Ministério da Defesa do general Joaquim Silva e Luna.

Para prestigiar a cerimônia da área militar, ele não compareceu à transmissão de cargo do Ministério da Economia, que ocorreu praticamente no mesmo horário. Pela manhã, Bolsonaro participou da solenidade de passagem dos cargos dos quatro ministros que têm gabinetes no Palácio do Planalto.
Ao longo dos oito minutos de discurso, o novo presidente, egresso da caserna, relembrou o episódio da criação do Ministério da Defesaem 1999 – durante o governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) –, ressaltando que ele foi um dos três deputados que votou contra a proposta na Câmara por acreditar que se tratava de uma iniciativa meramente política.

"O tempo passou, as nossas Forças Armadas sofreram um brutal desgaste com a classe política, mas não junto ao povo brasileiro, que continuou acreditando em nós. [...] Hoje em dia, a situação a que o Brasil chegou é uma prova inconteste de que o povo, em sua grande maioria, quer hierarquia, quer respeito, quer ordem e quer progresso", disse Bolsonaro à plateia formada majoritariamente de militares.

"Todo aquele nosso trabalho, ao longo de quatro anos buscando viabilizar a possibilidade de uma eleição, eu cumpri escolhendo ministros técnicos para as suas respectivas áreas, e a Defesa não poderia fugir à regra", complementou.

Na visão do novo chefe do Executivo, as Forças Armadas foram "um tanto quanto esquecidas" ao longo das últimas décadas porque "são um obstáculo para aqueles que querem usurpar do poder".

Em outro trecho do discurso, o novo presidente da República disse que uma das provas da importância que ele dá para as Forças Armadas é o fato de ele ter escolhido para vice em sua chapa presidencial um general da reserva do Exército, referindo-se ao ex-comandante militar do sul Hamilton Mourão.

Neste momento, Bolsonaro bateu continência e brincou com o vice-presidente, dizendo que, agora, a continência tem que ser simultânea, apesar de Mourão ser general.

"A continência tem que ser simultânea porque eu digo para ele [Mourão] que não sou mais capitão, nem ele é general, nós somos soldados do Brasil”, brincou.

Governos anteriores
Bolsonaro usou parte do discurso para relembrar atos de governos anteriores em favor do Exército. Ele contou relembrou uma sessão solene do Senado em que saudou o então presidente José Sarney por sempre arranjar no final do ano "uma maneira para conseguir recursos extras para contemplar as Forças Armadas".

Dirigindo-se ao ex-presidente da República Fernando Collor, um dos convidados presentes à cerimônia, Bolsonaro disse que atual senador de Alagoas foi o responsável pela criação da classificação de atividade militar. Ele destacou ainda que, na gestão de Itamar Franco os militares obtiveram isonomia salarial.

Ao mencionar o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o atual chefe do Executivo ressaltou que teve diferenças com o tucano. "Tivemos alguns problemas, em especial comigo, mas seguimos nossa jornada”, admitiu Bolsonaro, arrancando risadas dos convidados.
O novo ministro da Defesa afirmou ao discursar na cerimônia de transmissão de cargo que as ações das Forças Armadas no governo Bolsonaro serão pautadas pela Constituição.

"As ações das Forças Armadas serão pautadas pela Constituição Federal de 1988 e as leis infraconstitucionais. Como organismos de Estado, as Forças devem atuar nas coisas de soldado e cooperar com o poder civil onde forem demandadas, respeitadas as suas capacidades e competências. Internamente, no Ministério da Defesa, o foco será orientado para integração sistêmica das Forças na doutrina estratégico-operacional militar, nos planejamentos, nos projetos, nos equipamentos e nos treinamentos conjuntos", declarou o novo titular da Defesa.

Fernando Azevedo e Silva é o 12º ministro a assumir a pasta desde sua criação, em 1999. Ele é general de Exército desde 2014.

Prestigiaram a cerimônia de transmissão de cargo da Defesa, entre outros, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro José Otávio de Noronha, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e os novos ministros Ricardo Sales (Meio Ambiente), general Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional).
 
Fonte: Redação
 
 
Discurso de Paulo Guedes ao assumir cargo de ministro da Economia; FRASES 02/01/2019
 
 
 
 
Discurso de Paulo Guedes ao assumir cargo de ministro da Economia; FRASES
Novo ministro do governo de Jair Bolsonaro fez primeiro discurso após assumir área econômica.
02/01/2019 17h27 Atualizado há 3 horas
O novo ministro da Economia, Paulo Guedes, assumiu o cargo oficialmente nesta quarta-feira (2) em uma cerimônia em Brasília.

Criado pelo presidente Jair Bolsonaro, o Ministério da Economia unificou os ministérios da Fazenda, do Planejamento e parte do Ministério do Desenvolvimento e Comércio Exterior.

Saiba quem é quem na equipe econômica de Paulo Guedes
Leia a seguir algumas frases de destaque do discurso de Paulo Guedes:

"Eu acho que nós vamos na direção da liberal democracia. Nós vamos abrir a economia, nós vamos simplificar impostos e nós vamos privatizar"
"Do lado dos liberais, a ideia de investimento maciço em capital humano é transformadora, é libertadora"
Nós vamos desestatizar o mercado de crédito. Se houver crédito, que seja para o microcrédito. E, mesmo assim, será que precisa do banco público para isso?
A Previdência é uma fábrica de desigualdades. Quem legisla tem as maiores aposentadorias. Quem julga tem as maiores aposentadorias. O povo brasileiro, as menores
Nosso diagnóstico tem que começar pelo controle de gastos. Não precisa cortar dramaticamente. É não deixar crescer no ritmo que crescia
"O teto está aí, mas, sem paredes de sustentação, cai. Essas paredes são as reformas. Temos de aprofundar as reformas"
"Experimentamos todas as disfunções financeiras em torno desse processo, como moratória e inflação. Agora, estamos respirando a sombra de uma tranquilidade, mas é uma falsa tranquilidade, da estagnação econômica"
"O Brasil foi a economia de maior ritmo de crescimento durante três quartos do século passado, depois perdeu potência. E perdeu potência pela insistência no modelo de economia de comando central, ao invés de uma economia de mercado"
"Não existe o superministro. Não existe alguém que vai consertar os problemas do Brasil sozinho. Isso é uma construção onde os 3 poderes terão que se envolver. A imprensa, que é o 4º pode, tem um papel fundamental no esclarecimento das questões que estão à frente"
Eu acho que não há motivo nenhum para dúvidas, angústias e incertezas a respeito do que será o futuro. Nós temos uma democracia resiliente e que está sendo testada há 30 anos"
"Depois de trinta anos de aliança política de centro e esquerda, agora há uma aliança entre conservadores, em princípios e costumes, e liberais na economia"
 
Fonte: Redação / G1
 
 
Amigos e parentes se despedem de Miúcha no Cemitério São João Batista 28/12/2018
 
 
 
Amigos e parentes se despedem de Miúcha no Cemitério São João Batista
Irmã de Chico Buarque e mãe de Bebel Gilberto estava em tratamento contra um câncer e morreu após ser internada nesta quinta-feira (27). Cerimônia é fechada.
Por G1 Rio
A cantora e compositora Miúcha será sepultada nesta sexta-feira (28), no Cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul do Rio. O velório começou por volta das 12h e é fechado a familiares e amigos.
Os atores Tonico Pereira, Marieta Severo, e Ana de Hollanda, irmã de Miúcha, estiveram no local para se despedir da artista. O sepultamento está marcado para as 16h30.
"Ela era fascinante porque não tinha tristeza, sempre tinha uma coisa para fazer, um projeto para amanhã ou depois pra não deixar se abater. Mesmo com muita falta de ar, ela não era negativa, era otimista e temos que ser otimistas também, assim como ela", declarou Ana de Hollanda, irmã da cantora.

Bebel Gilberto, filha de Miúcha, estava muito emocionada e disse que a mãe vai deixar muitas saudades.

"Ela me ensinou a aproveitar tudo de bom na vida. Sorrir pra todo mundo sempre. O mais importante era aproveitar a vida. Ela sempre ia viajar e ficava, nunca voltava no dia planejado. Só amor. Ela foi uma grande mãe. Eu vou morrer de saudade dela. Mas é isso aí. A gente vai levando", disse Bebel.
Miúcha morreu às 17h30 desta quinta-feira (27), aos 81 anos, no Hospital Samaritano, no Rio. Irmã de Chico Buarque, mãe de Bebel Gilberto, ela tratava de um câncer e sofreu uma parada respiratória.

Ao longo de mais de 40 anos de carreira, lançou 14 discos e fez parcerias com artistas da bossa nova e da MPB.

Miúcha, apelido de Heloisa Maria Buarque de Holanda, nasceu no Rio, e era filha do historiador e jornalista Sérgio Buarque de Holanda e da pintora e pianista Maria Amélia Cesário Alvim.

Quando criança, formou um grupo vocal com seus seis irmãos, incluindo Chico Buarque. Nos anos 1960, foi estudar História da Arte na França, onde começou a fazer apresentações musicais.

Na itália, conheceu a cantora chilena Violeta Parra, que a apresentou a João Gilberto, com quem se casou. Eles foram morar em Nova York, tiveram a filha Bebel e ficaram casados durante oito anos.

Entre as faixas mais conhecidas de Miúcha estão "Pela luz dos olhos teus", "Maninha" e "Vai levando".
Sua estreia fonográfica foi em 1975, ao cantar no disco "The best of two worlds", de João Gilberto e Stan Getz.

Entre os trabalhos mais marcantes como intérpretes estão dois discos com Tom Jobim, em 1977 e 1979, e um álbum solo, "Miúcha" em 1989. Em 1977, ela participou do musical "Os Saltimbancos".

Ela ficou mais conhecida como intérprete, mas também compôs algumas músicas como "Triste alegria" (1979), "Todo amor" (1980) e "No Carnaval de Olinda" (1982).

Bebel Gilberto publicou uma homenagem à mãe no Instagram: "Pra sempre no meu coração. Te amo muito. Descansa meu amor... Saudades"


 
Fonte: Redação / G1
 
 
Corpo de Mãe Stella de Oxóssi começa ser velado em Nazaré e é levado para Salvador após Justiça determinar enterro na capital 28/12/2018
 
 
 
 
Corpo de Mãe Stella de Oxóssi começa ser velado em Nazaré e é levado para Salvador após Justiça determinar enterro na capital
Considerada uma das maiores ialorixás do país, Mãe Stella morreu na quinta-feira (27), em um hospital de Santo Antônio de Jesus, onde estava internada. Enterro seria em Nazaré, mas Justiça determinou que cerimônia seja na capital baiana.
O corpo de Maria Stella de Azevedo Santos, mais conhecida como Mãe Stella de Oxóssi, que morreu na quinta-feira (27), começou a ser velado na Câmara de Vereadores da cidade de Nazaré, no recôncavo baiano, na manhã desta sexta-feira (28).

Artistas e autoridades lamentam morte de Mãe Stella
A cerimômia, que era aberta ao público, foi interrompida após a Justiça determinar que a ialorixá, considerada uma das mais importantes do país, seja enterrada em Salvador. A decisão saiu na tarde desta sexta, após um impasse entre filhosde santo do terreiro Ilê Axé Opô Afonjá, fundado por Mãe Stella, em Salvador, e a companheira da ialorixá, a escritora Graziela Dhomini.

O enterro de Mãe Stella chegou ser anunciado para as 16h desta sexta, no Cemitério Municipal de Nazaré.

Por volta das 13h30, o corpo de Mãe Stella foi retirado da Câmara de Vereadores da cidade no recôncavo para ser levado para Salvador. Até às 14h40, o corpo não havia chegado na capital e não havia detalhes da cerimônia de despedida na cidade.

Mãe Stella morreu aos 93 anos, no Hospital INCAR, em Santo Antônio de Jesus, também no recôncavo da Bahia, onde estava internada desde o dia 14 de dezembro, quando deu entrada com uma infecção.

Desde 2017, Mãe Stella estava morando na cidade de Nazaré, a cerca de 210km de Salvador. Ela se mudou de Salvador para lá depois de um desentendimento entre filhos de santo do terreiro Ilê Axé Opô Afonjá e a companheira dela, Graziela.

Biografia
Considerada uma das maiores ialorixás do país, Mãe Stella nasceu no dia 2 de maio de 1925, em Salvador. Foi a quarta filha de Esmeraldo Antigno dos Santos e Thomázia de Azevedo Santos.

Aos 13 anos de idade, foi levada pela tia, que a criava, para o terreiro de mãe Aninha, a fundadora do Ilê Axé Opô Afonjá. Um ano depois, foi iniciada no candomblé. Na juventude, sempre gostou de ler. Formou-se enfermeira, profissão que exerceu durante 30 anos. Em 1976, aos 51 anos de idade, foi escolhida pelos orixás para ser a nova líder do terreiro de São Gonçalo do Retiro. Mãe Stella foi a quinta ialorixá a comandar o Ilê Axé Opó Afonjá.

Em 1999, Mãe Stella conseguiu que o terreiro fosse tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Em 2005, recebeu o título de doutor honoris causa pela Universidade Federal da Bahia (Ufba). Quatro anos depois, recebeu o mesmo título pela Universidade do Estado da Bahia. Além disso, Mãe Stella foi agraciada com a Comenda Maria Quitéria, da Prefeitura de Salvador, com a Ordem do Cavaleiro, do Governo do Estado, e a Ordem do Mérito, do Ministério da Cultura.

Estudiosa e divulgadora da crença religiosa africana, Mãe Stella foi a primeira ialorixá no Brasil a escrever livros e artigos sobre o candomblé. Em 2013, foi eleita por unanimidade para a Academia de Letras da Bahia, ocupando a cadeira de número 33 cujo patrono é o poeta Castro Alves.

A líder religiosa, cultural e social do seu povo sempre condenou o sincretismo religioso. Para a mãe de santo Stella de Oxóssi, candomblé é candomblé, e catolicismo é catolicismo. Não concordava com a fusão entre santos e orixás.

Sempre preocupada em garantir a preservação da cultura negra, Mãe Stella participava de conferências e dava palestras. No Ilê Axé Opô Afonjá, montou o primeiro museu aberto em uma casa de candomblé, onde podem ser vistas as roupas e os objetos usados pelas mães de santo da casa e pelos orixás.

O livro “Mãe Stella de Oxóssi – Estrela nossa, a mais singela!”, obra organizada pelo escritor Marcos Santana, conta a história de vida da ialorixá com poesias, depoimentos, resenhas e análises de algumas de suas produções intelectuais. A obra foi lançada em 2014, no terreiro Ilê Axé Opô Afonjá.

O livro é uma coletânea que reúne resgate histórico e cultural, com textos de diversos autores, como: Edivaldo Boaventura, Muniz Sodré, Antonio Olinto, Jorge Amado, Fernando Coelho, Padre Arnaldo Lima, Dorival Caymmi, Jorge Portugal, Menininha dos Gantois, Detinha de Xangô, Marcos Santana e da própria Mãe Stella.

Em 2014, ela também foi homenageada da Flica, festa literária que é realizada todos os anos na cidade de Cachoeira, no Recôncavo Baiano. Na mesma época, criou a biblioteca itinerante adaptando um ônibus para levar a qualquer lugar livros que abordam curiosidades sobre todas as religiões. Pregava um respeito mútuo e uma convivência pacífica entre todas as crenças para que as pessoas se aproximassem pela fé.

Mais do que uma sacerdotisa de um dos mais importantes terreiros de candomblé do país, Mãe Stella de Oxóssi foi uma militante do resgate cultural de um povo.
 
Fonte: Redação / G1
 
 
Depois de ser "devolvido" duas vezes, menino de 8 anos é adotado por casal de Brasília 04/12/2018
 
 
 
Depois de ser "devolvido" duas vezes, menino de 8 anos é adotado por casal de Brasília
Enzo faz parte de um grupo de 6 irmãos; todos foram adotados separadamente. "Foi ele que nos escolheu", dizem pais.
Adotar uma criança não é como escolher uma boneca – ou boneco – na loja de brinquedos. Embora seja permitido aos adultos elencar preferências e até características desejadas quando dão entrada no pedido de adoção, "devolver" um filho aumenta ainda mais o estigma de ser rejeitado, carregado pela maioria dos meninos e meninas que crescem nos abrigos, enquanto veem os mais novos serem levados para um "lar de verdade".

Antes de completar 8 anos, Enzo foi acometido duas vezes pela sensação de ser um boneco na prateleira. Foi levado por pessoas que se apresentaram como pais e, depois, foi devolvido.

Da última vez que isso aconteceu, acabou separado da irmã – que preencheu o papel de filha do casal que não conseguiu o mesmo com Enzo. Dos sete irmãos biológicos, cada um foi adotado por uma família diferente, apenas ele havia "sobrado".

Mas há cerca de um ano, essa história começou a mudar. "Enzo nos escolheu", afirmam os pais Kairon Oliveira da Silva e Silvio Romero Fagundes, que moram em Brasília.

“Até então, o plano era adotar uma criança de até dois anos, mas quando me apresentaram o Enzo foi amor à primeira vista”, disse Kairon ao G1. “Liguei pro Silvio e falei: a gente já tem um filho.”

“É uma coisa inexplicável. Eu não sei que amor foi esse, mas filho a gente não escolhe, né?”
O único empecilho para que os três se tornassem uma família, naquele momento, era geográfico. O menino vivia em um abrigo de Águas Lindas de Goiás, no Entorno do DF, e o casal mora em Brasília. “Nós começamos o processo por aqui com o plano de migrar para a fila de Goiás e conseguir o Enzo.”

Há um ano, no dia 5 de dezembro de 2017, Kairon e Silvio fizeram juntos a primeira visita a Enzo. Eles conseguiram transferir o pedido de adoção para Goiás e começaram os trabalhos de aproximação com o menino, em parceria com a equipe da casa de acolhimento.

“A gente pensou que ia ser difícil para ele lidar com dois pais, mas foi a parte mais fácil. Ele achou legal, porque colocava a dificuldade na mãe. Para ele, era a mãe que sempre o abandonava", explica Kairon.

“O Enzo chamou a gente de pai logo na primeira semana.”
Com os pais, Enzo descobriu um prazer que ainda não tinha conhecido: viajar. “Sempre que temos uma folga fazemos questão de viajar", disse Kairon.

"Já fomos para o Recife, conhecer a família do Silvio, e para Goiânia. Agora, vamos de novo ao Recife, depois passamos em Fortaleza e terminamos em Belém do Pará, onde mora a minha família, para o Enzo conhecer o avô.”

O processo de adoção foi concluído no dia 12 de novembro pelo juiz Felipe Jales Soares, da 1ª Vara de Família, Sucessões, Infância e Juventude do fórum de Águas Lindas de Goiás. Agora o menino é legalmente filho de Kairon e Silvio.

Déficit de atenção
Ainda no abrigo, Enzo foi diagnosticado com déficit de atenção. A hiperatividade e a dificuldade de concentração, porém, não foram interpretadas corretamente, dizem os pais.

O tempo de espera por uma família e as sucessivas rejeições condicionaram o comportamento do pequeno garoto, garantem eles.

“Imagine a insegurança de um menino que foi rejeitado três vezes?”
Kairon fala do abandono pela mãe biológica e pelas duas outras famílias que chegaram a levar a criança para casa e devolveram. “Naturalmente, ele era irritado, não gostava de tomar banho, não dormia sozinho com a luz apagada, gritava dizendo que não queria voltar pro abrigo, quebrava a escola toda”, relembra.

Em Brasília, na primeira experiência escolar, os pais recebiam ligações quase diárias do colégio. “Eles queriam medir força com o Enzo. Tiravam de sala, excluíam do convívio com os alunos, não era demandado como os outros.”

Segundo Kairon, a psicopedagoga da instituição chegou a entregar um laudo com a informação de que Enzo tinha transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDH) e distúrbio de comportamento.

“Ela nos chamou e disse que deveríamos desistir enquanto ainda estava em tempo, porque ele seria um filho problemático.”
Kairon e o marido não aceitaram o diagnóstico e submeteram o menino a outros exames. Desta vez, os laudos não apontaram qualquer alteração. O déficit de Enzo não era de atenção, mas de carinho, amor, segurança e cuidados.

“Buscamos a melhor neurologista de Brasília e ela disse que Enzo não tinha qualquer doença. A única coisa que sugeriu foi que mudasse meu filho de escola.”

Há cinco meses em um novo colégio, Enzo deixou de ser motivo para telefonemas. “A gente nunca recebeu uma ligação. Ele ama as professoras e se desenvolveu muito rápido, porque é uma escola que o abraçou, que o incluiu.”

Amor que transformaA base familiar sólida foi o que manteve os três unidos nos meses de tempestade, segundo Kairon. Enquanto os pais de primeira viagem tentavam entender o comportamento do filho, valores como amor e respeito imperavam dentro de casa.

“A nossa base familiar é de muito carinho. Ninguém briga, tudo é na base da conversa. Assim, o Enzo começou a se dar conta de que estava errado e ele mesmo começou a se corrigir.”
A família do casal e duas psicólogas também ajudaram durante o processo, “porque ele era muito mal educado”, segundo Kairon. “Não respeitava os mais velhos e falava coisas que eu, como adulto, ficava assustado.”

“Hoje ele é muito educado e nosso melhor amigo. Gosta de estar junto e fazer tudo com a gente. Passamos da fase de adaptação e agora estamos só curtindo a nossa família.”
 
Fonte: Redação / G1
 
 
Segunda Turma do STF decide nesta terça-feira se concede liberdade a Lula 04/12/2018
 
 
 
 
Segunda Turma do STF decide nesta terça-feira se concede liberdade a Lula
Defesa do ex-presidente apresentou novo pedido após Sérgio Moro ser anunciado ministro de Jair Bolsonaro; Moro condenou Lula em 1ª instância. Petista está preso desde 7 de abril.
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) analisará nesta terça-feira (4) um novo pedido de liberdade apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Os advogados de Lula apresentaram o pedido após Sérgio Moro, ainda como juiz responsável pela Lava Jato, aceitar o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro para comandar o Ministério da Justiça.

Compõem a Segunda Turma do STF os ministros Edson Fachin (relator), Ricardo Lewandowski, Celso de Mello, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

Lula está preso desde abril deste ano. O ex-presidente foi condenado pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região em um processo da Lava Jato – o TRF-4 confirmou a sentença de Sérgio Moro (entenda a condenação mais abaixo).

Argumentos
A defesa de Lula afirma que houve parcialidade de Sérgio Moro na condenação do petista, comprovada pelo fato de Moro aceitar o convite de Bolsonaro para ser ministro.

Para a defesa de Lula, Moro demonstrou "inimizade capital" e interesses além do processo ao condenar Lula, no ano passado, por corrupção e lavagem de dinheiro, o que, no entender dos advogados, deveria afastá-lo do processo.

Além da liberdade, Lula pede a anulação de processos nos quais Sérgio Moro atuou.

A Procuradoria Geral da República apresentou parecer contra a liberdade do ex-presidente e apontou que a defesa faz "ilações frágeis" contra Sérgio Moro. Para a procuradora-geral, Raquel Dodge, ao colocar o trabalho de Moro sob suspeição, a defesa tenta atingir todo o Poder Judiciário.

"Tanto a condenação, quanto a prisão provisória e a inelegibilidade de Luiz Inácio Lula da Silva (...), apresentam-se como elemento objetivo robusto a demonstrar que ele não é um perseguido político, mas, sim, um cidadão que está sendo, justamente, repreendido pelo Estado, em razão dos crimes que praticou", afirmou Dodge.
O processo de Lula
No entendimento de Moro e dos três desembargadores da 8ª Turma do TRF-4, Lula recebeu da OAS um apartamento triplex em Guarujá (SP) em retribuição a contratos firmados pela construtora com a Petrobras.

Desde o início das investigações, Lula afirma ser inocente e diz que não é o dono do apartamento. A defesa do ex-presidente alega que o Ministério Público não produziu provas contra ele, acrescentando que o petista não cometeu crimes antes, durante ou depois do mandato de presidente da República.

A condenação de Lula em segunda instância, confirmando a condenação dada por Moro, levou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a rejeitar a candidatura do petista à Presidência neste ano. Com isso, o PT substituiu Lula por Fernando Haddad, que perdeu para Bolsonaro.

O Supremo já negou ao menos outros seis pedidos de liberdade feitos pelo ex-presidente Lula desde abril.
 
Fonte: Redação / G1
 
 
A possível e surpreendente causa para o Alzheimer 25/11/2018
 
 
 
A possível e surpreendente causa para o Alzheimer
O mesmo vírus causador da herpes labial parece provocar danos no cérebro associados à forma mais comum de demência.
Mais de 30 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de Alzheimer - a forma mais comum de demência. Infelizmente, ainda não há cura para a doença, apenas drogas para aliviar os sintomas.

No entanto, minha pesquisa mais recente sugere uma forma de tratamento. Encontrei a evidência mais forte até agora de que o vírus da herpes é uma das causas do Alzheimer, sugerindo que medicamentos antivirais eficazes e seguros podem ser capazes de combater a doença. Talvez consigamos até vacinar nossos filhos contra esse mal.

O vírus relacionado à doença de Alzheimer, o HSV1 (vírus mais comum da herpes simples), é conhecido por causar herpes labial. Ele infecta a maioria das pessoas na infância e, em seguida, permanece adormecido no sistema nervoso periférico (parte do sistema nervoso que não contempla o cérebro e a medula espinhal). Às vezes, em momentos de estresse, o vírus é ativado e, em alguns indivíduos, causa feridas na boca.

Descobrimos em 1991 que, em muitos idosos, o HSV1 também está presente no cérebro. E em 1997 mostramos que isso representa um forte fator de risco para Alzheimer quando presente no cérebro de pessoas que têm o gene APOE4.

O vírus pode se tornar ativo no cérebro, possivelmente várias vezes, e isso provavelmente causa danos cumulativos. A probabilidade de desenvolver Alzheimer é 12 vezes maior para os portadores do gene APOE4 que possuem o vírus HSV1 no cérebro do que para quem não apresenta nenhum dos dois fatores de risco.

Mais tarde, descobrimos junto a outros pesquisadores que a infecção por HSV1 das culturas celulares faz com que proteínas anormais beta-amiloides e tau se acumulem. A aglomeração dessas proteínas no cérebro é característica da doença de Alzheimer.

Acreditamos que o vírus HSV1 é um dos principais fatores que contribuem para o Alzheimer e que ele entra no cérebro dos idosos à medida que o sistema imunológico diminui com a idade. Ele estabelece uma infecção latente (dormente), sendo reativada por eventos como estresse, sistema imunológico baixo e processo inflamatório do cérebro provocado pela infecção de outros micróbios.
Essa reativação gera dano direto nas células infectadas e inflamação viral. Sugerimos que reativações recorrentes causem lesões cumulativas, que acabam levando à doença de Alzheimer em pessoas com o gene APOE4.

Provavelmente, em portadores do APOE4, a doença de Alzheimer se desenvolve no cérebro devido a uma maior formação de produtos tóxicos provocada pelo vírus HSV1, ou a uma reparação menor dos danos ocasionados.

Novos tratamentos?
Os dados sugerem que agentes antivirais podem ser usados para tratar a doença de Alzheimer. Os principais agentes antivirais, que são seguros, impedem a formação de novos vírus, limitando assim os danos virais.

Em um estudo anterior, descobrimos que o aciclovir, droga antiviral indicada para o tratamento de herpes, bloqueia a replicação do DNA do vírus HSV1 e reduz os níveis de beta-amiloide e tau gerados pela infecção por HSV1 das culturas celulares.

É importante observar que todos os estudos, incluindo os nossos, mostram apenas uma associação entre o vírus da herpes e o Alzheimer - eles não provam que o vírus é de fato uma causa.

Provavelmente, a única maneira de provar que um micróbio é a causa de uma doença é mostrando que sua ocorrência é drasticamente reduzida ao atacar o micróbio - seja por meio de um agente antimicrobiano ou vacina específicos.

A prevenção bem-sucedida do Alzheimer pelo uso de agentes anti-herpes específicos foi demonstrada em um estudo populacional de larga escala realizado em Taiwan. Espero que dados de outros países, se disponíveis, gerem resultados semelhantes.

*Ruth Itzhaki é professora de Neurobiologia Molecular da Universidade de Manchester, no Reino Unido. Este artigo foi publicado originalmente no site de notícias acadêmicas The Conversation e republicado aqui sob uma licença Creative Commons.
 
Fonte: Redação
 
 
Presidente eleito almoça neste e domingo na Escola de Educação Física do Exército com professores, monitores e comandantes. 25/11/2018
 
 
 
Bolsonaro participa do segundo encontro com militares no fim de semana
Presidente eleito almoça neste e domingo na Escola de Educação Física do Exército com professores, monitores e comandantes. Ele foi aluno da turma de 1982.
O presidente eleito Jair Bolsonaro chegou na manhã deste domingo (25) à Escola de Educação Física do Exército, na Urca, no Rio de Janeiro, para participar do X Encontro do Calção Preto, que reúne antigos e atuais comandantes, professores e monitores da escola.

Este é o segundo dia consecutivo de agenda com militares. No sábado, Bolsonaro participou comemoração do 73º aniversário da Brigada de Infantaria Paraquedista. Ele se formou no curso de paraquedista militar em 1977 e serviu no 8º Grupamento de Artilharia de Campanha Paraquedista entre 1983 e 1986.

Após deixar a Escola de Educação Física, Bolsonaro concedeu uma rápida entrevista próximo ao condomínio onde mora, na Barra da Tijuca.

Ministério
Ele afirmou que, até o fim do mês, pretende concluir a formação do ministério, até este domingo ora com 13 ministros. Ele disse que negocia as indicações para os postos com as bancadas, não com os partidos.

"Os nomes que aparecem eu tenho que estudar. Espero que até o final do mês esteja resolvida essa questão do ministério. Estou negociando, conversando com as bancadas. As bancadas é que estão indicando alguns ministros, não o partido", declarou.
Segundo Bolsonaro, não há prioridade para a escolha de nenhum ministério. "Não tem prioridade, todos [os nomes] estão na mesa. Queremos pessoas independentes, isentas, que sejam honestas e pensem no Brasil, e não na agremiação partidária", declarou.

Congresso
Indagado sobre a agenda de votações do Congresso no ano que vem, Bolsonaro afirmou que vai fazer uma "política diferente" na negociação com os parlamentares.

"Votações importantes não são para o presidente nem para o parlamento, são para o Brasil. Vai da consciência de cada um. O que nós decidimos desde quando comecei a minha campanha há quatro anos é que faríamos uma política diferente. Se vai dar certo? Espero que sim. Agora, ao fazer a mesma política, iria dar errado", disse.

Médicos
Bolsonaro se disse contrário à posição manifestada pelo futuro ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em entrevista publicada na edição deste domingo do jornal "O Globo".

Na entrevista, Mandetta defendeu que os médicos recém-formados se submetam a uma prova, a exemplo dos bacharéis em direito, que precisam de aprovação em um exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para obter o registro profissional como advogado.

"Sou contra o Revalida para médicos brasileiros. Ele [Mandetta] está sugerindo Revalida com certa periodicidade. Sou contra porque vai desaguar na mesma situação que acontece com a OAB. Não podemos formar jovens no Brasil – cinco anos no caso de bacheréis em direito – e depois submetê-los a serem boys de luxo em escritórios de advocacia", afirmou o presidente eleito.

Cirurgia
O presidente eleito se disse "chateado" com o adiamento da cirurgia para a retirada da bolsa de colostomia que usa desde a operação motivada pela facada que recebeu durante um ato de campanha.

A cirurgia para retirada da bolsa estava prevista para o próximo dia 12, mas após exames realizados em São Paulo na sexta-feira os médicos decidiram fazer uma nova avaliação em janeiro, após a posse.

"Passou para o dia 19 a consulta. Estou chateado mas não posso forçar a barra. Se fizesse a cirurgia agora, poderia ter que refazer a colostomia. Então, segundo eles, porque sou fiel ao entendimento médico, não vai ser feita a cirurgia agora", disse.

Futebol
Bolsonaro pretendia comparecer neste domingo ao jogo entre Vasco e Palmeiras, no estádio São Januário, no Rio, mas desistiu após recomendação da segurança – o presidente eleito é palmeirense.

"Por mim iria, mas todo mundo que participa da segurança foram unânimes em não comparecer. Vou ver em casa e torcer pelo empate", afirmou.
Escola de Educação Física
Segundo informações da Escola de Educação Física do Exército, Bolsonaro foi o primeiro colocado da turma de 1982 e sempre participa do Encontro do Calção Preto.

O curso é equiparado ao de bacharel em educação física, reconhecido pelo Ministério da Educação.

Bolsonaro chegou à Urca às 11h10 para almoçar na escola. Antes, conversou em casa por 20 minutos com parlamentares do PSL sobre políticas públicas para combate à dependência quimica.
 
Fonte: Redação
 
 
Futuro ministro diz que educação preservará valores tradicionais porque sociedade é "conservadora" 24/11/2018
 
 
 
 
Futuro ministro diz que educação preservará valores tradicionais porque sociedade é "conservadora"
Anunciado por Bolsonaro na quinta-feira, Ricardo Vélez Rodríguez disse em carta que educação brasileira sofreu nos últimos anos "instrumentalização ideológica" por um "socialismo vácuo".
O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira (22) pelo Twitter o professor e filósofo Ricardo Vélez Rodríguez como futuro ministro da Educação.

Nascido na Colômbia e naturalizado brasileiro em 1997, o futuro ministro é autor de mais de 30 obras e atualmente é professor emérito da Escola de Comando do Estado Maior do Exército.

Saiba os ministros já anunciados
Rodríguez é mestre em pensamento brasileiro pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ); doutor em pensamento luso-brasileiro pela Universidade Gama Filho; e pós-doutor pelo Centro de Pesquisas Políticas Raymond Aron.

Nos últimos dias, chegaram a circular os nomes de Guilherme Schelb (procurador da República) e de Mozart Ramos (diretor do Instituto Ayrton Senna) para o Ministério da Educação. Segundo Bolsonaro, a escolha para a pasta seria de um "bom nome técnico".


Jair M. Bolsonaro

@jairbolsonaro
Gostaria de comunicar a todos a indicação de Ricardo Velez Rodriguez, Filósofo autor de mais de 30 obras, atualmente Professor Emérito da Escola de Comando e estado Maior do Exército, para o cargo de Ministro da Educação.


Nascido em Bogotá (Colômbia), Rodríguez escreveu em um blog no último 7 de novembro que havia sido indicado para o Ministério da Educação pelo filósofo Olavo de Carvalho.

"Amigos, escrevo como docente que, através das vozes de algumas pessoas ligadas à educação e à cultura (dentre as quais se destaca o professor e amigo Olavo de Carvalho), fui indicado para a possível escolha, pelo Senhor Presidente eleito Jair Bolsonaro, como ministro da Educação", publicou.
"Aceitei a indicação movido unicamente por um motivo: tornar realidade, no terreno do MEC, a proposta de governo externada pelo candidato Jair Bolsonaro, de "Mais Brasil, menos Brasília", acrescentou.

O que pensa o futuro ministro
Em um blog na internet, o futuro ministro escreveu no mês passado que o Ministério da Educação tem como "tarefa essencial" recolocar os ensinos básico e fundamental "a serviço das pessoas".

"Enxergo, para o MEC, uma tarefa essencial: recolocar o sistema de ensino básico e fundamental a serviço das pessoas e não como opção burocrática sobranceira aos interesses dos cidadãos, para perpetuar uma casta que se enquistou no poder e que pretendia fazer, das Instituições Republicanas, instrumentos para a sua hegemonia política", escreveu.

Ainda no texto, intitulado "Um roteiro para o MEC", afirmou que os brasileiros se tornaram "reféns" de um sistema de ensino "alheio às suas vidas" e "afinado" com uma tentativa de impor a "doutrinação de índole cietificista e esquistada na ideologia marxista".

Bolsonaro: ideologia é "mais grave" que corrupção
Rodríguez escreveu, também, que essa "ideologia" tenta ensinar questões de gênero, a "dialética do "nós contra eles" e a "reescrita" da história.

"[A ideologia é] destinada a desmontar os valores tradicionais da nossa sociedade, no que tange à preservação da vida, da família, da religião, da cidadania, em soma, do patriotismo", publicou.

Em um outro artigo, publicado no jornal "O Estado de S. Paulo" em agosto, o futuro ministro escreveu que o "ciclo Lulopetista" no governo federal "praticamente desmontou" as instituições republicanas.

No Facebook, escreveu em novembro ser preciso, "em primeiro lugar", "limpar todo o entulho marxista que tomou conta das propostas" dos funcionários do MEC.

Entre os livros que Rodriguez escreveu estão "A Grande Mentira. Lula e o Patrimonialismo Petista" (2015); "Da guerra à pacificação: a escolha colombiana" (2010); "Estado, cultura y sociedad en la América Latina" (2010); "Patrimonialismo e a realidade latino-americana" (2006).

"Ideologia de gênero"
Durante toda a campanha eleitoral, Bolsonaro criticou o que costuma chamar de "ideologia de gênero" nas salas de aula, afirmando reiteradas vezes que "quem ensina sexo é papai e mamãe".

É #FAKE que MEC criou "kit gay" para crianças
É #FAKE que MEC distribuiu cartilha sexual
Recentemente, ao comentar os planos para o Ministério da Educação, Bolsonaro afirmou que o ministro seria alguém com "autoridade", capaz de entender que o Brasil é um país "conservador".

Disse, ainda, que passará a ter acesso ao conteúdo do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) antes da aplicação da prova.
 
Fonte: Redação / G1
 
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