ANUNCIE AQUI
INSTITUCIONAL
Home
Ellianna Teixeira
Expediente
Eventos
Galeria de Fotos
Vídeos
Fale Conosco
 
EDIÇÕES DO JORNAL
Edições Anteriores
 
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Flash da Cidade
Internacionais
Nacionais
Regionais
  - Brazópolis
  - Itajubá
  - Maria da Fé
  - Pouso Alegre
  - Santa Rita do Sapucaí
 
CLASSIFICADOS
Bares
Contabilidade
Cursos
Diversos
Empresas
Farmácia
Flores
Fotografia
Frios
Hotéis
Imobiliárias
Informática
Lan House
Locação
Locadoras
Lojas
Presentes
Restaurantes
Serviços
Supermercados
Veículos
Veterinário
 
REDES SOCIAIS
   
DIVINO PAI ETERNO
MÃOS ENSANGUENTADAS DE JESUS
PRECISA-SE DE VENDEDOR


O Jornal Informe e Ação está contratando vendedores para trabalhar na região do Sul de Minas.


Quer saber mais?
Entre em contato
(35) 99956-1464
(35) 98818-3391

ABRA SEU PRÓPRIO NEGÓCIO

Entre no site Jornal Itajubá !

Quer saber mais?
Entre em contato
(35) 99956-1464
(35) 98818-3391

SUL DE MINAS
Itajubá
Marmelópolis
Cristina
Piranguinho
Delfim Moreira
Brazópolis
Paraisópolis
São Lourenço
Pedralva
São José do Alegre
Santa Rita do Sapucaí
Pouso Alegre
Maria da Fé
Piranguçú
Wenceslau Bráz
 
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
 
Muito além da princesa Isabel, 6 brasileiros que lutaram pelo fim da escravidão no Brasil 13/05/2018
 
 
 

Muito além da princesa Isabel, 6 brasileiros que lutaram pelo fim da escravidão no Brasil

Conheça a história de Luís Gama, André Rebouças, Maria Tomásia Figueira Lima, Adelina, Dragão do Mar e Maria Firmina Reis, importantes abolicionistas brasileiros.

fim da escravidão no Brasil completa 130 anos em 13 de maio deste ano. Em 1888, a princesa Isabel, filha do imperador do Brasil Pedro II, assinou a Lei Áurea, decretando a abolição - sem nenhuma medida de compensação ou apoio aos ex-escravos.


A decisão veio após mais de três séculos de escravidão, que resultaram em 4,9 milhões de africanos traficados para o Brasil, sendo que mais de 600 mil morreram no caminho.


Mas a abolição no Brasil está longe de ter sido uma benevolência da monarquia. Na verdade, foi resultado de diversos fatores, entre eles, o crescimento do movimento abolicionista na década de 1880, cuja força não podia mais ser contida.


Entre as formas de resistência, estavam grandes embates parlamentares, manifestações artísticas, até revoltas e fugas massivas de escravos, que a polícia e o Exército não conseguiam - e, a partir de certo ponto, não queriam - reprimir. Em 1884, quatro anos antes do Brasil, os Estados do Ceará e do Amazonas acabaram com a escravidão, dando ainda mais força para o movimento.


A disputa continuou no pós-libertação, para que novas políticas fossem criadas destinando terras e indenizações aos ex-escravos - o que nunca ocorreu.


Conheça abaixo as histórias de seis brasileiros protagonistas na luta pelo fim da escravidão:


Luís Gama, o ex-escravo que se tornou advogado

Luís Gonzaga Pinto da Gama nasceu em 1830, em Salvador, filho de mãe africana livre e pai branco de origem portuguesa. Quando o menino tinha quatro anos, sua mãe, Luísa, teria participado revolta dos Malês, na Bahia, pelo fim da escravidão.


Uma reviravolta ocorreu quando Gama tinha dez anos: ficou sob cuidados de um amigo do pai, que o vendeu como escravo. O menino "embarcou livre em Salvador e desembarcou escravo no Rio de Janeiro", escreve a socióloga Angela Alonso no livro Flores, Votos e Balas, sobre o movimento abolicionista. Depois, foi levado para São Paulo, onde trabalhou como escravo doméstico. "Aprendi a copeiro, sapateiro, a lavar e a engomar roupa e a costurar", escreveu o baiano.

Aos 17 anos, Gama aprendeu a ler e escrever com um estudante de direito. E reivindicou sua liberdade ao seu proprietário, afinal, nascera livre, livre era.


Em São Paulo, Gama se tornou rábula (advogado autodidata, sem diploma) e criou uma nova forma de ativismo abolicionista: entrava com ações na Justiça para libertar escravos. Calcula-se que tenha ajudado a conseguir a liberdade de cerca de 500 pessoas.

Gama usava diversos argumentos para obter a alforria. O principal deles era que os africanos trazidos ao Brasil depois de 1831 tinham sido escravizados ilegalmente. Isso porque naquele ano foi assinado um tratado de proibição do tráfico de escravos. Mais de 700 mil pessoas tinham entrado no país nessas condições. Apenas em 1850 o tráfico de escravos foi abolido definitivamente.


"As vozes dos abolicionistas têm posto em relevo um fato altamente criminoso e assaz defendido pelas nossas indignas autoridades. A maior parte dos escravos africanos (...) foram importados depois da lei proibitiva do tráfico promulgada em 1831", disse Gama na época.


O advogado ainda entrou com diversos pedidos de habeas corpus para soltar escravos que estavam presos, acusados, sobretudo, de fuga. Ainda trabalhou em ações de liberdade, quando o escravo fazia um pedido judicial para comprar sua própria alforria - o que passou a ser permitido em 1871, em um dos artigos da Lei do Ventre Livre.


Luís Gama morreu em 1882, sem ver a abolição. Seu funeral, em São Paulo, foi seguido por uma multidão. "Quanto galgara Luís Gama, de ex-escravo a morto ilustre, em cujo funeral todas as classes representavam-se. Comércio de porta fechada, bandeira a meio mastro, de tempos em tempos, um discurso; nas sacadas, debruçavam-se tapeçarias, como nas procissões da Semana Santa", relata Alonso.


Na hora do enterro, alguém gritou pedindo que a multidão jurasse sobre o corpo de Gama que não deixaria morrer a ideia pela qual ele combatera. E juraram todos.


Maria Tomásia Figueira Lima, a aristocrata que lutou para adiantar a abolição no Ceará

Filha de uma família tradicional de Sobral (CE), Maria Tomásia foi para Fortaleza depois de se casar com o abolicionista Francisco de Paula de Oliveira Lima. Na capital, tornou-se uma das principais articuladoras do movimento que levou o Estado a decretar a libertação dos escravos quatro anos antes da Lei Áurea.


Segundo o Dicionário de Mulheres do Brasil, ela foi cofundadora e a primeira presidente da Sociedade das Cearenses Libertadoras que, em 1882, reunia 22 mulheres de famílias influentes para argumentar a favor da abolição.


Ao fim de sua primeira reunião, elas mesmas assinaram 12 cartas de alforria e, em seguida, conseguiram que senhores de engenho assinassem mais 72.


As mulheres conseguiram, inclusive, o apoio financeiro do imperador Pedro 2º para a iniciativa. Juntamente com outras sociedades abolicionistas da época, elas organizaram reuniões abertas com a população, promoviam a libertação de escravos em municípios do interior do Ceará e publicavam textos nos jornais pedindo a abolição em toda a província.


Maria Tomásia estava presente na Assembleia Legislativa no dia 25 de março de 1884, quando foi realizado o ato oficial de libertação dos escravos do Ceará, que deu força à campanha abolicionista no país.


André Rebouças, o engenheiro que queria dar terras aos libertos

André Rebouças nasceu na Bahia, em 1838, em uma família negra, livre, e incluída na sociedade imperial. Quando jovem, estudou engenharia e começou a trabalhar na área. Foi responsável por diversas obras de engenharia importantes no país, como a estrada de ferro que liga Curitiba ao porto de Paranaguá. Conquistou posição social e respeito na corte. A Avenida Rebouças, importante via em São Paulo, é uma homenagem a André e a seu irmão Antonio, também engenheiro.


Em uma das obras de que participou, outro engenheiro pediu que Rebouças libertasse o escravo Chico, que era operário e tinha sido responsável pelos trabalhos hidráulicos. "Foi quando sua atenção recaiu sobre o assunto", escreve Angela Alonso, também em Flores, Votos e Balas. Chico foi, então, libertado.


"Sou abolicionista de coração. Não me acusa a consciência ter deixado uma só ocasião de fazer propaganda para a abolição dos escravos, e espero em Deus não morrer sem ter dado ao meu país as mais exuberantes provas da minha dedicação à santa causa da emancipação", discursou certa vez Rebouças, na presença do imperador Pedro II.


Na década de 1870, Rebouças se engajou na campanha pelo fim da escravidão. Participou de diversas sociedades abolicionistas e acabou se tornando um dos principais articuladores do movimento. Um de seus papéis foi fazer lobby - uma ponte entre os abolicionistas da elite e as instituições políticas, para quem executava obras de engenharia.


As ideias de Rebouças incluíam não apenas o fim da escravidão. Ele propunha que os libertos tivessem acesso à terra e a direitos, para serem integrados, não marginalizados. "É preciso dar terra ao negro. A escravidão é um crime. O latifúndio é uma atrocidade. (...) Não há comunismo na minha nacionalização do solo. É pura e simplesmente democracia rural", proclamou Rebouças.


O engenheiro também se opunha ao pagamento de indenização para os senhores de escravos em troca da liberdade - para Rebouças, isso seria uma forma de validar que uma pessoa fosse propriedade da outra.


Apoiador da monarquia e da família real brasileira, Rebouças foi ainda um dos responsáveis pela exaltação da Princesa Isabel como patrona da abolição.


Adelina, a charuteira que atuava como "espiã"

Filha bastarda e escrava do próprio pai, Adelina passou a vender charutos que ele produzia nas ruas e estabelecimentos comerciais de São Luís (MA). Suas datas de nascimento e morte não são conhecidas. Seu sobrenome, também não.


Como escrava criada na casa grande, Adelina aprendeu a ler e escrever. Trabalhando nas ruas, assistia a discursos de abolicionistas e decidiu se envolver na causa.


De acordo com o Dicionário da Escravidão Negra no Brasil, de Clóvis Moura (Edusp), Adelina enviava à associação Clube dos Mortos - que escondia escravos e promovia sua fuga - informações que conseguia sobre ações policiais e estratégias dos escravistas.

Aos 17 anos, Adelina seria alforriada, segundo a promessa que seu senhor fez a sua mãe. Mas, segundo o Dicionário, isso não aconteceu.


Dragão do Mar, o jangadeiro que se recusou a transportar escravos para os navios

O jangadeiro e prático (condutor de embarcações) Francisco José do Nascimento (1839-1914), um homem pardo conhecido como Dragão do Mar, foi membro do Movimento Abolicionista Cearense, um dos principais da província, a primeira do Brasil a abolir a escravidão.


Em 1881, o Dragão do Mar comandou, em Fortaleza, uma greve de jangadeiros que transportavam os negros e negras escravizados para navios que iriam para outros Estados do Nordeste e para o Sul do Brasil. O movimento conseguiu paralisar o tráfico negreiro por alguns dias.Com o comércio de escravizados impedido nas praias do Ceará, Nascimento foi exonerado do cargo, segundo o registro de Clóvis Moura. E se tornou símbolo da batalha pela libertação dos escravos.


Depois da abolição, ele tornou-se Major Ajudante de Ordens do Secretário Geral do Comando Superior da Guarda Nacional do Estado do Ceará e morreu como primeiro-tenente honorário da Armada, em 1914.


Maria Firmina dos Reis, a primeira escritora abolicionista

A maranhense Maria Firmina (1825-1917) era negra e livre, "filha bastarda", mas formou-se professora primária e publicou, em 1859, o que é considerado por alguns historiadores o primeiro romance abolicionista do Brasil, Úrsula. O livro conta a história de um triângulo amoroso, mas três dos principais personagens são negros que questionam o sistema escravocrata.


A escritora assinava o livro apenas como "Uma maranhense", um expediente comum entre mulheres da época que se aventuravam no mercado editorial, e só agora começa a ser descoberto pelas universidades, segundo a professora de literatura brasileira da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Constância Lima Duarte.


Maria Firmina também publicava contos, poemas e artigos sobre a escravidão em revistas de denúncia no Maranhão.


De acordo com o Dicionário de Mulheres do Brasil: de 1500 Até a Atualidade (Ed. Zahar), ela criou, aos 55 anos de idade, uma escola gratuita e mista para crianças pobres, na qual lecionava. Maria Firmina morreu aos 92 anos, na casa de uma amiga que havia sido escrava.

 
Fonte: Redação / G1
 
 
Caso Marielle: 60 dias depois, polícia não tem dúvidas da participação de milicianos 13/05/2018
 
 
Nomes de suspeitos estão sendo cruzados com dados de telefones celulares na tentativa de descobrir se algum deles esteve na região próxima ao crime.
 
 

Caso Marielle: 60 dias depois, polícia não tem dúvidas da participação de milicianos

Nomes de suspeitos estão sendo cruzados com dados de telefones celulares na tentativa de descobrir se algum deles esteve na região próxima ao crime. Polícia ainda busca motivação do crime que matou vereadora do PSOL e o motorista Anderson Gomes.

este domingo (13), os assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes completam 60 dias. Passados dois meses, os investigadores não têm dúvidas sobre o envolvimento de políticos, milicianos, policiais e ex-policiais com o crime.


O que no início eram diferentes linhas de investigação, agora se reúnem em um único caminho a seguir, de acordo com policiais ouvidos pelo G1, para se chegar aos responsáveis pelo crime.


A Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Rio de Janeiro cruza nomes obtidos em depoimentos e investigações com números de telefones celulares numa tentativa de descobrir quem estava no local do crime na noite de 14 de março passado.


A polícia tenta comprovar e saber o que há de real no depoimento de um delator apresentado por três delegados federais no fim de abril. O caso foi revelado pelo jornal O Globo. O delator, que chegou a integrar uma milícia, está sob proteção do Estado do RJ.


A partir da sua apresentação, ele prestou três depoimentos a policiais da Divisão de Homicídios do RJ: dois no Círculo Militar, na Urca, na Zona Sul do Rio, e um na própria delegacia na Zona Oeste da cidade. Os relatos aconteceram entre 30 de abril e 4 de maio.


A testemunha apresentou mais de 10 nomes, entre policiais da ativa, reformados, além do ex-PM, Orlando de Oliveira Araújo, que comandaria da cadeia uma milícia na Zona Oeste do Rio, e do vereador Marcello Siciliano (PHS), com base eleitoral na mesma região da cidade. Os dois últimos como mandantes das mortes.


Na quinta-feira (10), o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou que entre os investigados no caso do assassinato da vereadora Marielle Franco estão um vereador, um policial militar e um ex-PM, que está preso acusado de chefiar uma milícia.


"O que eu posso dizer é que esses e outros são investigados e que a investigação do caso Marielle está chegando à sua etapa final, e eu acredito que em breve nós devemos ter resultados”, disse o ministro.


Vereador e ex-PM preso negam participação

Tanto Orlando, como o vereador, negam o crime. Por meio de suas defesas, eles dizem não se conhecer. Em entrevista coletiva, o vereador chamou a história de factoide.


O ex-PM conhecido como Orlando Curicica foi transferido do presídio de Bangu 8 para o presídio de Bangu 1, considerado de segurança máxima. Está em regime disciplinar diferenciado (RDD), ficando dentro da cela 22 horas seguidas com duas horas de banho de sol.


Em carta, ele também negou as acusações e disse que não conhece Siciliano e nunca tinha ouvido falar de Marielle Franco.


Mesmo no isolamento, o advogado Renato Darlan, que defende Orlando, quer tirá-lo da unidade: na segunda-feira, ele promete protocolar um pedido para que o miliciano deixe Bangu 1 e vá para a carceragem da Divisão Anti-sequestro (DAS), na Zona Sul do Rio.


"O pedido de transferência interna é analisado pela Seap. Ele corre risco de vida", afirma o advogado Renato Darlan.


Até o momento, na análise feita, os policiais não encontraram todos os citados pelo delator. Alguns nomes já foram descartados, já que se comprovou que não estariam no local do crime.Apesar de não terem identificado ainda o mandante e os autores do crime, os investigadores não tem dúvidas de que a morte de Marielle Franco tem a ver com a sua atuação política e que tenha sido planejada e executada por milicianos.


Entre os motivos citados pelos investigadores ouvidos pelo G1 que indicam a participação de milicianos estão: o cuidado dos executores de não serem vistos à espreita da vereadora diante da Casa das Pretas, na Lapa; a precisão dos disparos contra Marielle feitos com o carro em movimento; e a decisão do local onde o crime foi realizado, em pontos cego das câmeras.


Uma única rajada, diz polícia

Os policiais buscam comprovar ainda quem forneceu a arma para os disparos contra Marielle, uma submetralhadora MP5 e a munição de lote desviado da Polícia Federal. A reconstituição reforçou a certeza de que uma única rajada foi disparada contra o veículo onde estava Marielle. Ainda há dúvidas se foi usado ou não um supressor de ruído na arma.


Se os laudos comprovarem a utilização da submetralhadora representará que quem atirou na vereadora tem perícia com armas, já que a arma é de difícil manuseio. Um policial de um batalhão da Zona Norte do Rio é investigado.


"Milícia sempre foi uma linha de investigação. Estamos investigando com todo o sigilo. Esse é um caso que vai ser resolvido", afirmou o general Richard Nunes, na sexta-feira (11), em entrevista à rádio CBN. O general disse, na ocasião, que o vazamento dos depoimentos retardou a conclusão das investigações.Os tiros foram disparados, segundo a polícia, logo após a saída do sinal de trânsito da rua do Estácio, no início da rua João Paulo I. Os dois carros estavam em movimento - o de Marielle e o dos atiradores.


Após os disparos, o carro de Marielle só foi parar próximo a algumas árvores, do lado esquerdo da rua João Paulo I. Não há imagens, até agora, do carro dos atiradores deixando a cena do crime.

 
Fonte: Redação / G1
 
 
10 de maio de 1968:"Noite das Barricadas" 10/05/2018
 
 
 
10 de maio de 1968: 50 anos depois, testemunha ocular relembra a "Noite das Barricadas" em Paris; OUÇA
Em programa de áudio do G1, o professor Michel Thiollent, que em 1968 tinha 20 anos e estudava em Paris, explica como foi a noite que transformou uma revolta estudantil em um movimento de massa na França, e como ela mudou o sistema educacional para sempre.
pesar de terem sido eternizados com o nome genérico de "Maio de 68", os protestos estudantis que abalaram a França e repercutiram em todo o mundo tiveram ponto de ebulição em uma data precisa: 10 de maio de 1968. Uma manifestação que reuniu cerca de 20 mil estudantes culminou em uma madrugada violenta de confrontos que só terminaram às 5h30 da manhã seguinte. O resultado foi a conversão do que era um movimento estudantil em uma revolta em massa da população francesa que, três dias depois, realizou uma greve geral pelo país.

Naquela época, o francês Michel Jean Marie Thiollent tinha apenas 20 anos e estava no segundo ano da graduação em economia e estudos sociais.

No programa acima, que contém áudios originais dos protestos arquivados pelo Instituto Nacional do Audiovisual da França (INA), aos quais o G1 teve acesso, Thiollent relembrou, falando o português que aprendeu vivendo há décadas no Brasil, as origens do movimento, a Noite das Barricadas, que aconteceu há exatos 50 anos em Paris, e as consequências dos protestos que mudaram o sistema de ensino na França – e em várias partes do mundo, além de revolucionarem a cultura e o pensamento de toda uma geração.

"68 foi um tsunami"
Nascido na Normandia, no Norte da França, Thiollent se formou em um liceu – o equivalente francês para o ensino médio – da cidade de Rouen, e se mudou para Paris em 1966, quando entrou na universidade. Integrante da geração do "baby boom", a explosão demográfica registrada no pós-guerra, a partir de 1945, ele vivenciou os anos de hiperlotação de estudantes em universidades que não conseguiram crescer no mesmo ritmo que a população jovem.

"68 foi um tsunami. Um crescimento muito grande e rápido, então os estudantes que entraram na universidade não tinham espaço", disse ele. Naquele ano, Thiollent estava no segundo ano da graduação em economia e ciências sociais no Instituto de Estudos de Desenvolvimento Econômico e Social (Iedes), vinculado à Universidade Sorbonne, a principal instituição de ensino da França.

"Havia muita efervescência. E então, para um jovem estudante que não sabia muita coisa sobre o mundo, foi uma grande descoberta essa movimentação que acontecia." - Michel Jean Marie Thiollent
Mobilização e organização
Apesar de ter entrado para a história como o momento simbólico a partir do qual o movimento de protestos deixou de estar apenas vinculado aos estudantes, a noite de 10 de maio de 1968 foi o ápice de uma crescente mobilização estudantil que já havia começado nos meses de janeiro e fevereiro, quando estudantes secundaristas e universitários criaram comitês de ação.
A primeira ação que interrompeu a rotina do sistema de ensino aconteceu em março, na Universidade de Nanterre, em Paris. Essa ocupação, que reivindicava mais vagas e liberdade aos estudantes, durou apenas poucos dias, mas inspirou alunos de outras universidades, como os da Sorbonne que, em 3 de maio, sofreram uma dura repressão policial depois de realizarem uma assembleia estudantil.

"Os estudantes revidaram, começaram a lançar paralepípedos", lembra Thiollent sobre o confronto com a polícia, que começou à 1h da madrugada e só terminou às 5h, com dezenas de feridos e muitos estudantes presos."
Violência crescente
A partir dali, manifestações ocorreram praticamente todos os dias, cada vez com mais pessoas e episódios de violência. No dia 10 de maio, que caiu em uma sexta-feira naquele ano, cerca de 20 mil estudantes secundaristas e universitários queriam caminhar até onde eles pensavam que estavam seus colegas presos.

A polícia só observou a manifestação entre 18h e 2h. Depois que fracassam as negociações entre o reitor da Universidade Sorbonne e líderes do movimento, a polícia começou a atirar bombas de gás lacrimôgeneo e entrou em confronto direto com os estudantes. A última das oito barricadas caiu só depois das 5h da manhã do dia 11, um sábado.

Na segunda-feira, uma greve geral de trabalhadores, em resposta à repressão policial, paralisou a França
Resultados práticos
Apesar de o movimento ter tido reivindicações difusas e protestos espontâneos, o governo se viu obrigado a fazer concessões trabalhistas à população, e também anunciou, ainda em 1968, uma reforma no ensino francês. Segundo Thiollent, uma das principais ações foi a criação de novas universidades.
"Foi o caso da Universidade de Vincennes, que foi construída rapidamente e inaugurada logo depois, já no final do ano de 68. Isso abrigou então uma certa parte [dos estudantes] que não se sentia à vontade na universidade conservadora que imperava até então."
Mas as mudanças não foram só na infra-estrutura: a metodologia também sofreu profundas transformações, que depois se espalharam por outros países e definiram boa parte do sistema de ensino superior existente hoje em dia, inclusive no Brasil.

Veja abaixo algumas delas:

AULAS:
Antes, o método usado era catedrático, onde um professor ministrava aulas expositivas em grandes auditórios. "Eram grandes aulas magistrais, com uma plateia de às vezes 500 alunos", lembra o professor. Depois de maio de 68, essas aulas não foram extintas, mas foram reduzidas em detrimento dos professores com turmas de poucos alunos. "Modificou a estrutura dos departamentos, os catedráticos perderam um certo poder nisso aí."

AVALIAÇÃO:
Outra mudança foi na forma como os estudantes eram avaliados. "O pessoal fazia a disciplina e havia provas no final do período, a nota variava em função dessas provas. Não havia trabalho de grupo, muito pouco", explica o francês. Com a reforma, trabalhos em grupos e outras formas de avaliação passaram e ser adotadas com maior frequência.

CURRÍCULO:
Uma terceira inovação implantada pelo governo francês foi o currículo construído de acordo com o acúmulo de créditos. Isso, segundo Michel Thiollent, permitiu aos estudantes cursar matérias diferentes, em contraposição ao ensino conservador que eles estavam acostumados a receber. "Deu uma certa flexibilidade", explica.

"O nosso sistema aqui no Brasil parece muito natural. O pessoal fazia seminários, naquele tempo não. Era só ouvir o professor principal e fazer alguns trabalhos práticos com auxílio dos assistentes do professor principal", diz Michel Thiollent.
 
Fonte: Redação / G1
 
 
Jungmann diz que vereador, policial militar e ex-PM estão entre os investigados no caso Marielle 10/05/2018
 
 
 
Jungmann diz que vereador, policial militar e ex-PM estão entre os investigados no caso Marielle
Ministro da Segurança Pública afirmou que os três "e outros" estão entre os investigados. Segundo ele, investigação está chegando à etapa final. "Em breve, nós devemos ter resultados", disse.
ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse nesta quinta-feira (10) que entre os investigados no caso do assassinato da vereadora Marielle Franco estão o vereador Marcello Siciliano (PHS), um policial militar e o ex-policial militar Orlando Oliveira de Araújo, que está preso acusado de chefiar uma milícia. Segundo o ministro, a investigação está chegando ao fim.

De acordo com informações obtidas pelo jornal "O Globo", uma testemunha contou à polícia que o vereador e o ex-PM queriam a morte da vereadora Marielle Franco (PSOL). O vereador e o ex-policial militar negam participação no crime.

Durante entrevista concedida após a primeira reunião da Câmara Intersetorial de Prevenção Social e Segurança Pública, o ministro foi indagado se os três estavam entre os investigados.

“Eu disse lá atrás que tudo apontava para as milícias, não estou dizendo que são esses especificamente. O que eu posso dizer é que esses e outros são investigados e que a investigação do caso Marielle está chegando à sua etapa final, e eu acredito que em breve nós devemos ter resultados”, disse o ministro.

Sobre a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, Jungmann disse que a percepção de mudança “ainda não alcançou a maioria da população, mas as medidas saneadoras estão sendo tomadas e elas vão apresentar resultados”.

Ele falou que, de acordo com o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), o projeto que cria o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) será votado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado na próxima semana.

 
Fonte: Redação / G1
 
 
O que fazer nessa situação? por favor me responda? 10/05/2018
 
 
 
 
 
Fonte: Ellianna Teixeira
 
 
Ana Rosa retorna a Juiz de Fora com o espetáculo "Violetas na Janela" 08/05/2018
 
 
 
 
Ana Rosa retorna a Juiz de Fora com o espetáculo "Violetas na Janela"

Peça que trata sobre a vida após a morte terá única apresentação no dia 13 de maio, no Cine Theatro Central; com sessões lotadas em todo o país, montagem está em cartaz há mais de 20 anos

Após passar pela Suiça, o espetáculo que trata sobre a vida após a morte, ‘Violetas na Janela’, que esteve em Juiz de Fora em 2017, com grande sucesso de público, retorna ao Cine Theatro Central (Rua Barão de São João Nepomuceno, S/N, Centro) para única apresentação. A montagem, que é realizada pelo produtor Sílvio Ferreira, está marcada para o dia 13 de maio, domingo, às 19h. Os ingressos estão à venda no site www.sympla.com.br.

A peça é uma adaptação do livro homônimo de Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho. Adaptada para o teatro pela atriz Ana Rosa e dirigida pela mesma com o ator Guilherme Correa (1930 – 2006), a montagem trata da vida após a morte a partir do desencarne de Patrícia. Tudo com uma leveza e toques de humor que se encarregam de dar graça ao espetáculo. A trilha sonora foi composta especialmente por Claudio Suisso. Os 13 atores que se revezam em cena são mais um atrativo para o público.

“O homem continua sua busca incessante no sentido de ampliar sua capacidade de percepção e atingir sua unidade básica, pessoal e direta com Deus.

Nunca um número tão grande de pessoas buscou tantas alternativas ou se interessou por experiências místicas e espirituais como agora. Estamos em plena era da revolução da consciência.

O conhecimento e a prática das religiões orientais e ocidentais é uma realidade. Até mesmo a Ciência procura explicação para fenômenos espirituais através da parapsicologia e da própria psicologia. A literatura é pródiga em técnicas de terapia de regressão a vidas passadas, cura quântica, cura holística, memória holográfica, meditação transcendental, viagens astrais, experiências de quase morte, etc…

Quem de nós já não passou pela dor da perda de uma pessoa querida e não se sentiu compelido a refletir sobre a existência da vida após a morte?

“Violetas na janela” mostra com simplicidade as experiências de Patrícia, uma garota que desencarnou aos dezenove anos e acordou numa Colônia Espiritual onde a vida continua. Fala de suas descobertas, dúvidas, necessidades, da busca pelo auto conhecimento, seus receios, afetos, seus amores. Uma Colônia onde há hospitais, escolas, teatros, meios de transporte, bibliotecas, onde a tecnologia avançada convive em harmonia com a natureza, os homens, os animais. Um lugar onde é respeitado o livre arbítrio e a justiça reinante é a do amor.

Mas, no nosso Universo infinito também existem outros lugares mais e menos felizes. Para qual deles nós iremos após a morte do corpo, só depende de nós mesmos; do que e de como estamos fazendo aqui e agora.”

Ana Rosa

Serviço

Espetáculo “Violetas na Janela” em Juiz de Fora

Data: 13 de maio - domingo

Horário: 19h

Local: Cine Theatro Central - R. Barão de São João Nepomuceno, S/N - Centro, Juiz de Fora - MG

Classificação etária: livre

Ingressos: R$ 70 (inteira) | R$ 35 (meia)

Mais informações e vendas: https://www.sympla.com.br/violetas-na-janela---juiz-de-fora__266787

Ponto de venda físico: a partir de 2 de maio, na bilheteria do teatro

Funcionamento da bilheteria:

Segunda a sexta, das 9h às 14h e 17h às 19h

Sábados: 9h às 12h

Produção local: Sílvio Ferreira Produções

Assessoria de imprensa: Grupo Balo – www.grupobalo.com

Heberton Lopes – hlopes@grupobalo.com

Bianca Crispim – imprensa@grupobalo.com

(31) 3637 8008 | (31) 98988 7616



 
Fonte: Redação
 
 
Câmara Municipal de Pouso Alegre 04/05/2018
 
 
 
Projetos discutidos na Sessão de 02 de maio

Durante a Sessão Ordinária desta quarta-feira, 02 de maio, os vereadores apreciaram três Projetos de Lei que versam sobre denominação de logradouro público: PL Nº 7398/2018 que dispõe sobre denominação de logradouro público: Rua Cacilda Daniel Bernardo; PL Nº 7399/2018 que dispõe sobre denominação de logradouro público: Rua Benedita Maria Alves; PL Nº 7400/2018 que dispõe sobre denominação de logradouro público: Rua José Augusto Bernardo. As três matérias são de autoria do vereador Arlindo Motta Paes do PSDB.

Também foi apreciado o Projeto de Lei Nº 923/2018 que revoga o § 2º do art. 7º da lei municipal nº 1.042, de 25 de maio de 1971, de autoria do Poder Executivo, em segunda votação. A matéria faz uma adequação de caráter formal no Estatuto do Servidor com relação à divisão dos Poderes.

Ainda de autoria do Poder Executivo foi aprovado o Projeto de Lei Nº 925/2018 que dispõe sobre a criação do Conselho Municipal de Controle Social de Saneamento Básico no âmbito do município de Pouso Alegre/MG. A matéria passou pela primeira votação.

O líder do Executivo na Câmara, vereador Rodrigo Modesto (PTB) solicitou a inclusão de Projeto de Lei Nº 930/2018, o que foi aprovado pelos colegas. A vereadora Professora Mariléia (PSDB) chegou a pedir vistas ao projeto, porém o pedido foi rejeitado pelos parlamentares. O projeto garante que a Prefeitura possa formalizar financiamento para a execução das obras que construirão a Avenida do Faisqueira, a futura Dique III; a ampliação da rotatória do São Geraldo com a Perimetral; e revitalização de ruas centrais e praças. O projeto de lei discutido trata de R$ 33 milhões e foi aprovado em primeira votação.
Projetos discutidos na Sessão de 02 de maio

Durante a Sessão Ordinária desta quarta-feira, 02 de maio, os vereadores apreciaram três Projetos de Lei que versam sobre denominação de logradouro público: PL Nº 7398/2018 que dispõe sobre denominação de logradouro público: Rua Cacilda Daniel Bernardo; PL Nº 7399/2018 que dispõe sobre denominação de logradouro público: Rua Benedita Maria Alves; PL Nº 7400/2018 que dispõe sobre denominação de logradouro público: Rua José Augusto Bernardo. As três matérias são de autoria do vereador Arlindo Motta Paes do PSDB.

Também foi apreciado o Projeto de Lei Nº 923/2018 que revoga o § 2º do art. 7º da lei municipal nº 1.042, de 25 de maio de 1971, de autoria do Poder Executivo, em segunda votação. A matéria faz uma adequação de caráter formal no Estatuto do Servidor com relação à divisão dos Poderes.

Ainda de autoria do Poder Executivo foi aprovado o Projeto de Lei Nº 925/2018 que dispõe sobre a criação do Conselho Municipal de Controle Social de Saneamento Básico no âmbito do município de Pouso Alegre/MG. A matéria passou pela primeira votação.

O líder do Executivo na Câmara, vereador Rodrigo Modesto (PTB) solicitou a inclusão de Projeto de Lei Nº 930/2018, o que foi aprovado pelos colegas. A vereadora Professora Mariléia (PSDB) chegou a pedir vistas ao projeto, porém o pedido foi rejeitado pelos parlamentares. O projeto garante que a Prefeitura possa formalizar financiamento para a execução das obras que construirão a Avenida do Faisqueira, a futura Dique III; a ampliação da rotatória do São Geraldo com a Perimetral; e revitalização de ruas centrais e praças. O projeto de lei discutido trata de R$ 33 milhões e foi aprovado em primeira votação.
 
Fonte: redaçaõ
 
 
Agildo Ribeiro: veja repercussão da morte do ator 28/04/2018
 
 
 
Agildo Ribeiro: veja repercussão da morte do ator
Comediante morreu aos 86 anos no bairro do Leblon, no Rio.
Artistas e personalidades usaram as redes sociais neste sábado (28) para lamentar a morte do ator Agildo Ribeiro, aos 86 anos.

Agildo morreu no bairro do Leblon, no Rio. Ele sofria de problemas cardíacos.
Michel Temer, presidente do Brasil, no Twitter: "É triste perder um talento do humor do porte de Agildo Ribeiro, que tantas gerações alegrou. Profissional do riso que não perdia a elegância e inteligência jamais. Um mestre. Meus sentimentos à família e amigos".

Marcos Veras, ator e humorista, no Instagram: "Eu comecei na TV Globo em 2009 ao lado dele no "Zorra Total". E foram alguns lindos anos de convivência em cena, nos bastidores e até Natal na minha casa com minha família. Agildo era um mestre na arte de fazer rir. Fez parte da minha infância, adolescência e da minha vida profissional. Essa foto foi quando ele "abriu" meu show no Canecão no RJ. O convidei e ele topou. Até hoje tiro onda com isso. Sou um cara de sorte. Obrigado por tudo meu amigo. A gente continua brincando daqui. Descanse".





 
Fonte: Redação
 
 
37ª Expo Itajubá: Evento será realizado de 25 a 30 de abril 24/04/2018
 
 
 
37ª Expo Itajubá: Evento será realizado de 25 a 30 de abril



Um dos eventos mais esperados da cidade, a 37ª Expo Itajubá, será realizada de 25 a 30 de abril, no Parque de Exposições Aureliano Chaves. Organizada pelo Sindicato dos Produtores Rurais de Itajubá com apoio da Prefeitura Municipal de Itajubá, a exposição agropecuária movimenta o comércio local, proporciona um ambiente de negócios para o homem do campo e atrai um grande público que acompanha os torneios.

Além de atividades voltadas ao produtor rural, a 37ª Exposição Agropecuária traz shows para toda a população.

O horário de funcionamento do Parque de Exposições durante o evento é das 8 horas às 20 horas, e os shows musicais, terceirizados pelo Sindicato Rural, acontecem à noite. Confira a programação:

26 de Abril (Quinta-feira)
-Entrada do Cavalo Mangalarga Marchador
-Entrada dos animais do Torneio Leiteiro
-Exposição Estande SENAR
-Entrada Gado Girolando
-Entrada Gado de Corte
-Entrada Gado Jersey
-Concurso Rainha Expo 2018 (às 19h30) - Organização de Carol Bittencourt Produções e Renata Cortez.

27 de Abril (Sexta)
-Entrada dos animais do Torneio Leiteiro
-Entrada do Cavalo Mangalarga Marchador
-Exposição do Gado Girolando
-Exposição do Gado de Corte
-Exposição Gado Jersey
-Exposição Estante SENAR
-Esgota dos animais
-Show com Dj Kvein e Antony e Gabriel

28 de Abril (Sábado)
-Exposição do Gado Girolando
-Exposição do Gado de Corte
-Exposição Gado Jersey
-Exposição Estante SENAR
-Oficina-Aplicação de Medicamentos SENAR
-Oficina - Barista/CaféSENAR
-Ordenhas - Torneio Leiteiro
-Provas - Cavalo Mangalarga Machador
-Show com Eduardo Costa

29 de Abril (Domingo)
-Exposição do Gado Girolando
-Exposição do Gado de Corte
-Exposição Gado Jersey
-Exposição Estante SENAR
-Ordenhas-Torneio Leiteiro
-Provas - Cavalo Mangalarga Marchador
-Show com Marília Mendonça

30 de Abril (Segunda)
-Exposição do Gado Girolando
-Exposição do Gado de Corte
-Exposição Gado Jersey
-Exposição Estante SENAR
-Ordenhas-Torneio Leiteiro
-Provas - Cavalo Mangalarga Marchador
-Show com Roby e Thiago
 
Fonte: Redação/Seccom
 
 
Febre Amarela 24/04/2018
 
 
 
Nota de Esclarecimento sobre Febre Amarela



Circula, nas redes sociais, notícia sobre o falecimento de uma pessoa do sexo feminino, em Itajubá, em decorrência da Febre Amarela.

A Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA) da Prefeitura de Itajubá, por meio da Vigilância Epidemiológica, esclarece que paciente com residência em Itajubá, do sexo feminino, 49 anos, sem histórico de vacina contra Febre Amarela, deu entrada no Hospital Escola de Itajubá (AISI) no dia 08/04/2018, apresentando prostração, mal estar, vômito, febre e história recente de infecção no trato urinário (ITU). Após avaliação, a mesma foi internada.

Em investigação, a Epidemiologia constatou que a paciente possui histórico de viagem para a zona rural do município de Piranguçú. A paciente teve seu quadro agravado durante a internação apresentando sinais hemorrágicos e foi encaminhada para a UTI. O procedimento adotado foi PERCORRER O PROTOCOLO DE FEBRES HEMORRÁGICAS (Dengue, Febre Amarela, Febre Maculosa, Hantavirose, Hepatite A e Leptospirose). Material biológico (sangue) foi coletado e a amostra foi encaminhada para o laboratório FUNED, onde serão realizados os exames para a conclusão do caso.

O Setor de Endemias visitou a residência da paciente e as imediações para fazer o bloqueio do vetor no local. O Setor de Endemias do município de Piranguçú foi contatado para adoção das medidas recomendadas em relação ao local onde a paciente esteve (zona rural).

A Secretaria Municipal de Saúde informa que a paciente faleceu no dia 11 de abril. A Secretaria informa também à população que somente após a emissão do laudo pela FUNED deverá ser confirmado ou não se o falecimento da paciente foi em decorrência da Febre Amarela.

É importante lembrar que a prevenção da Febre Amarela pode ser feita por meio da vacinação. Procure a unidade de saúde mais próxima de sua residência e leve o cartão de vacinas para verificação.
 
Fonte: Redação/Seccom
 
NOTÍCIAS ANTERIORES  
 
24/04/2018
Combate à Dengue: Prefeitura faz passeata para conscientização contra a Dengue A Prefeitura de Itajubá faz ações de combate à Dengue durante todo ...
20/04/2018
Hoje, 19 de abril de 2018, comemoramos 370 anos da Batalha dos Guararapes, berço histórico do Exército Brasileiro. Naquela oportunidade, o sentimento...
20/04/2018
Faça a sua oração à Santo Expedito: Meu Santo Expedito das causas justas e urgentes, socorrei-me nesta hora de aflição e desespero, intercedei por mi...
20/04/2018
O nome Expeditus (Expedito) pode ser uma corruptela de Elpidius, conforme sugerem os beneditinos de Paris.[4] Outra hipótese é de que o nome tenha derivado de...
20/04/2018
Por que 19 de abril virou dia do índio A data foi oficializada em 1943 pelo presidente Getúlio Vargas, após muita insistência do descendente indígena Mare...
09/04/2018
Uma Rosa é uma Rosa é uma Rosa O STF tirará Lula da cadeia? Caberá de novo à ministra Rosa Weber o voto decisivo ma Rosa é uma Rosa é uma Rosa. Caber...
27/03/2018
Atenção nas estradas ao conduzir o seu veiculo Em entrevista ao JIA o Cabo Edmilson do 2º Pelotão do Batalhão Militar de Itajubá preocupado com o p...
27/03/2018
Atenção nas estradas ao conduzir o seu veiculo Em entrevista ao JIA o Cabo Edmilson do 2º Pelotão do Batalhão Militar de Itajubá preocupado com o p...
23/03/2018
Personalidades internacionais pedem investigação independente da morte de Marielle Franco Gael García Bernal, Chimamanda Ngozi Adiche e Edward Snowden estã...
23/03/2018
Mulher e irmã de Marielle Franco participam de sessão solene na Câmara dos Deputados Câmara celebra Dia Internacional do Direito à Verdade. Marielle, que ...
20/03/2018
Projeto de Marielle sobre prisões está na Ordem do Dia de terça na Câmara Bancada do PSOL propõe Dia da Luta Contra o Encarceramento da Juventude Negra. "...
20/03/2018
Negra da Maré e socióloga, Marielle foi a 5ª vereadora mais votada do Rio Vereadora foi assassinada na noite desta quarta (14), no Centro do Rio, aos 38 ano...
20/03/2018
Assassinato de Marielle Franco: o que se sabe sobre o crime Vereadora foi morta a tiros no centro do Rio de Janeiro na noite de quarta-feira (14). Motorista ta...
20/03/2018
Polícia ouve novos depoimentos sobre morte de Marielle e motorista nesta terça-feira Objetivo da polícia é buscar possíveis motivações para o crime. Ser...
20/03/2018
Marielle engravidou aos 16? Foi casada com o traficante Marcinho VP? Ignorava as mortes de policiais? Não é verdade! Várias mensagens se espalharam na web a...
20/03/2018
Morador de rua poeta vai morar em apartamento com ajuda de alunos da USP Gilberto Camporez lançou livro de poesias na última sexta-feira. Ele morava há 13 a...
15/03/2018
Polícia identifica segunda testemunha do assassinato da vereadora Marielle no Rio De acordo com o ex-chefe de Polícia Civil e comentarista da TV Globo, Ferna...
15/03/2018
O que fez de Stephen Hawking um dos cientistas mais influentes da história Com contribuição para debates na física teórica e na astronomia, físico britâ...
15/03/2018
O dia em que Stephen Hawking organizou uma festa - e ninguém foi Cientista decorou local com balões, preparou aperitivos e sua bebida preferida; sua intenç...
15/03/2018
"Quantos mais precisarão morrer?", postou vereadora um dia antes de ser assassinada no RJ A vereadora do PSOL Marielle Franco foi morta a tiros quando deixava...
+ NOTÍCIAS
ENTRETENIMENTOS  
 
Facebook
 
Twitter
 
G1
 
Portal Terra
 
Inter Ney
 
Dicas L
 
Gmail
 
Yahoo
 
Hotmail
 
Charges
 
Humor Tadela
 
Caixa
 
Correios
 
Google
 
Humor Babaca
 
Blog do Madeira
 
Uol
 
Ponto Frio
 
Globo Esporte
 
Skype
 
Kboing
 
Baixa Ki
 
Ricardo Eletro
 
Mercado Livre
 
Net Shoes
 
Extra
 
Portal R7
 
Jogos Menina
 
Buraco
 
VTO
 
Savetone
 
Paraiso
 
DestinoShow
 
Big Farm
 
One Piece
 
Dafiti
 
Passagens
 
Jogos Barbie
 
Jogos Mário
 
337 Jogos
 
Banco Brasil
 
Jogos Zumbis
 
Empire
 
OGame
 
Desert
 
1 vs 100
 
Ikariam
 
WarGame
 
FOE
 
Youtube
 
waiBrasil Publicidade
 
Par Perfeito
 
Linkedin
 
Jia
 
Ponto Frio
 
Americanas
 
Lojas Edmil
 
Casas Bahia
 
Magazine Luiza
 
Mattos Calçados
 
Casa joka
 
A Mineira
 
Casa América
 
 
 
Publicidade
 
Nossos Contatos
(35) 99956-1464 - VIVO
(35) 98818-3391 - OI
redacao@jornalinformeeacao.com.br
jornalistaellianna@jornalinformeeacao.com.br
contato@jornalinformeeacao.com.br
eliana.teixeira@gmail.com
2018 ® Marca Registrada para Agência de Comunicação E. M. Teixeira Ltda. Todos os direitos reservados.