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ÚLTIMAS NOTÍCIAS
 
Temer se reúne nesta terça com empresários em novo esforço para aprovar reforma da Previdência 12/12/2017
 
 
 
Temer se reúne nesta terça com empresários em novo esforço para aprovar reforma da Previdência este ano
Segundo o blog do Valdo Cruz, os empresários vão buscar conversar com deputados para tentar convencê-los a votar a proposta ainda neste ano.
Em mais um esforço para aprovar ainda este ano a reforma da Previdência na Câmara, o presidente Michel Temer se reúne, nesta terça-feira (12), com lideranças empresariais. De acordo com o blog do Valdo Cruz, no encontro, mais de 150 lideranças empresariais deverão manifestar apoio à reforma. O grupo quer conversar com deputados para que a proposta seja votada logo.
Ainda segundo o blog, entre as entidades que confirmaram presença estão a CNI (Confederação Nacional da Indústria), Fiesp (Federação da Indústria do Estado de São Paulo), Fierj (Federação da Indústria do Estado do Rio de Janeiro), CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil) e a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).
Temer disse no domingo que ainda via possibilidade de a reforma ser votada neste ano, mas que também havia chance de o tema ficar para 2018.
Em outra frente, Temer pressiona ministros pela liberação de recursos aos parlamentares numa tentativa de angariar votos. De acordo com o blog da Andréia Sadi, o presidente pediu aos ministros Alexandre Baldy (Cidades), Helder Barbalho (Integração Nacional) e Dyogo Oliveira (Planejamento) que acelerem as pendências relacionadas às respectivas pastas para atender aos parlamentares.
Na semana passada, em evento da indústria química em São Paulo, o presidente Michel Temer pediu apoio aos empresários para convocar deputados ligados ao setor para votarem a favor da reforma.
Solicitou aos empresários que façam uma "força-tarefa" e liguem para os deputados pedindo votos. "É preciso que os senhores saiam a campo: conhece um deputado, liga para ele", defendeu. "Faz uma força-tarefa", disse.
Temer ressaltou que a reforma interessa especialmente ao setor empresarial. "Com toda franqueza, vejo os amigos empresários, a quem realmente interessa a reforma da Previdência, nos dizendo "nós somos a favor". Mas mais do que a favor, eu gostaria de pedir a vocês: saiam em uma frente de trabalho. Porque nós temos nesta semana, marcado agora para 18 ou 19, a votação. Os senhores todos que tiverem contato com os colegas, amigos deputados, senadores, que tanto ajudaram o governo, podem convencer desses argumentos", afirmou o presidente.
Nesta segunda-feira, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que há "uma grande possibilidade" de que a discussão sobre a reforma da Previdência comece nesta quinta-feira (14) no Congresso e que a proposta seja votada na Câmara na semana que vem.
"Nesta quinta as chances (de votar) não são elevadas. Existem, mas são baixas. Agora existe uma grande possibilidade de iniciar-se a discussão formal e ser votada na próxima semana", disse.
Mais cedo, na segunda-feira, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, chegou a afirmar que havia dificuldade em votar a reforma ainda neste ano. Meirelles comentou a declaração do deputado e disse que “compete a ele ser realista como todos nós".
Recesso
O governo corre contra o tempo para conquistar os votos que ainda faltam. O recesso parlamentar no Congresso começa oficialmente no dia 22 de dezembro e vai até fevereiro.
Votar a Previdência em 2018 é considerado mais difícil, por se tratar de um ano eleitoral. Além de precisar de 308 votos dos 513 deputados em dois turnos na Câmara, o texto ainda precisa passar pelo Senado. O governo teria uma vitória se o tema precisasse ser analisado só pelo Senado em 2018.
Proposta em análise
Buscando facilitar a aprovação da reforma, o governo apresentou recentemente uma nova versão da proposta, mais enxuta, que estabelece um tempo mínimo de contribuição 10 anos menor para trabalhadores do INSS em relação aos servidores públicos e poupa todos os trabalhadores rurais.
A proposta ainda está em discussão e deve passar por votações no Congresso. Por promover uma mudança na Constituição, ela só entra em vigor se for aprovada por pelo menos 308 deputados em dois turnos de votação na Câmara e mais em dois turnos no Senado.
 
Fonte: Redação / G1
 
 
O que é um robô na web 12/12/2017
 
 
 
O que é um robô na web e como ele pode influenciar o debate nas redes? Especialistas explicam
Nas redes sociais, contas falsas são criadas para tentar criar tendências. Lidar com elas será um desafio nas eleições de 2018.
Sabe aquele chat que se usa ao fazer compras pela internet ou para tirar dúvidas sobre atendimento? Os chamados "bots" ou programas de computador feitos para interagir com humanos e dar respostas sobre coisas práticas são cada vez mais comuns. O que também tem se tornado recorrente é o uso dessa tecnologia, aliada a humanos, para influenciar debates nas redes sociais.
Reportagem especial da BBC Brasil publicada pelo G1 na semana passada revela um exército de perfis falsos usados para influenciar as últimas eleições no Brasil. O texto fez parte de uma série batizada de "Democracia Ciborgue".
Doutor em sociologia, diretor da FGV-Dapp e responsável pelo estudo "Robôs, redes sociais e política no Brasil", o professor Marco Aurélio Ruediger diz que em torno de 2% dos robôs no Twitter implicam em retuítes de 15% a 20% sobre determinado tema.
"Se colocar isso como base para 2018, imaginando que a sociedade está extremamente polarizada, a gente espera que o impacto seja bastante significativo. A eleição, na prática, tem 40 dias. O impacto na webesfera vai ser muito forte. A eleição vai se dar em boa parte nas redes sociais", diz Ruediger.
Pablo Ortellado, professor da Universidade de São Paulo (USP), concorda e diz que a situação será ainda mais nociva que nos últimos pleitos. “Vai ser pior que 2014 porque a situação política está ainda mais polarizada, as tecnologias estão mais desenvolvidas e a penetração das redes sociais está maior. A polarização apaixona as pessoas. Mesmo as pessoas verdadeiras viram atores de difusão”, diz.
Segundo ele, além dos bots (ou robôs), que são mais comuns no Twitter, existem as personas, mais disseminadas no Facebook. “Os robôs são programas que postam coisas automaticamente. Têm um repertório de contas falsas, que são operadas por uma máquina, normalmente com o intuito de fazer trending topics. Você cria uma hashtag que está bombando por meio de uma ação falsa, e não porque as pessoas estão falando. É uma estratégia muito comum no Twitter”, afirma.
Existem softwares e programas para isso, segundo Ortellado. É possível criar contas e alimentar o programa com os conteúdos que elas devem disseminar. “Você vai escrevendo várias mensagens, simulando que é uma pessoa. Aí, a cada 2, 3 minutos, o programa publica o conteúdo de forma alternada entre os perfis”, diz.
Por conta desse comportamento automático, o professor afirma que é relativamente fácil identificar esses robôs. Os conteúdos são muito parecidos, senão iguais, e o intervalo de publicação é muito curto. Por outro lado, a facilidade com que eles são criados e mantidos é grande. “Você não precisa que a pessoa interaja com você, já que é o objetivo é entrar nos trending topics. Existem muitos milhares de robôs no Twitter, é um percentual grande das contas. É um problema estrutural da rede social faz tempo”, diz Ortellado.
Já as personas são perfis falsos criados e gerenciados por pessoas reais. “É uma estratégia diferente. O objetivo da persona é estabelecer vínculo com pessoas comuns, e não trending topics. É influenciar pessoas por meio de um comportamento automático de manada.”
Para isso, muitas agências de propaganda política têm contratado pessoas para criar e alimentar essas contas com objetivos específicos, segundo o professor. “São distribuídos perfis demográficos, de um jovem de Duque de Caxias (RJ) sem filhos, por exemplo. A pessoa contratada dá vida a esse perfil, faz amizades, interage e fica o dia todo alimentando aquela conta como se fosse aquela pessoa falsa.”
Os objetivos, de acordo com Ortellado, são variados e podem ser desde levantar bandeiras políticas até tirar a atenção de algum assunto que esteja bombando nas redes. “Quando um político está sendo atacado, os perfis ligados a ele entram com a missão de atacar o adversário, de trocar de assunto. Faz tudo maneira articulada. A pessoa normal vê várias coisas e fica com a impressão de que tem um processo espontâneo de mudança de assunto.”
Por terem “pessoas reais” por trás, estas personas são mais difíceis de serem identificadas, segundo Ortellado. “A persona é mais maliciosa. Nos robôs, você vê o comportamento automático; com as personas, é diferente. Não é uma máquina que está fazendo, é uma pessoa que interage, que tem humor. É muito mais difícil de ser notado. Por isso, é pouco estudado.”
De acordo com o professor, estes perfis estão no ar desde pelo menos as eleições de 2012 no Brasil. Há especulação entre os estudiosos que as eleições de 2014, que foram marcadas pela polarização política no Brasil, serviram como laboratório para estratégias de influência digital que foram utilizadas nas últimas eleições americanas e no processo do Brexit, no Reino Unido.
Combate
Segundo Ortellado, o combate a esses perfis é muito difícil, principalmente em relação às personas. “São pessoas se passando por outras. Mesmo assim, o Facebook fecha 1 milhão de perfis falsos por dia em todo o mundo. O Twitter também fecha muitos bots. Mas os perfis são fechados e as pessoas vão lá e fazem novos. É enxugar gelo."
“Não tem muito o que fazer. Tem que aprender a lidar com isso. A culpa disso não é tanto das ferramentas, é do ambiente político. Todo mundo que discute política vai correr o risco de interagir com pessoas falsas que vão tentar te influenciar, além de notícias falsas e boatos. Vamos ver isso em grande escala em 2018", afirma Ortellado.
Ruediger, da FGV, diz que certamente muitas contas do Facebook já existem e já foram utilizadas anteriormente. "Perfis falsos são bastante preocupantes, em especial porque no caso do Facebook você tem algoritmos, de aproximação de pessoas, que torna possível uma amplificação para segmentos que não estão dentro de determinados ecossistemas de conhecidos/amigos. Isso gera uma complexidade bastante grande. Ambos vão ser magnificados ano que vem como a gente nunca viu antes no país. Suponho que o Facebook tenha um efeito bastante complexo porque vai ter uma penetração distinta do Twitter", afirma.
Como funciona
Mas como o robô funciona, de que maneira ele entra na vida das pessoas e tenta influenciar o debate político?
Thiago Rondon, diretor do Instituto Tecnologia & Equidade e fundador do AppCivico, explica: "O robô nada mais é que um programa de computador que atualmente está sendo utilizado para se passar como humano, como nós. Como a gente não tem um contato físico hoje com todo mundo com quem a gente se relaciona por redes sociais, então esse programa de computador pode simplesmente começar a se relacionar com a gente como se fosse uma outra pessoa, comentando. Por exemplo, a gente coloca uma foto em uma rede social e alguém vai lá e faz um comentário bacana. Vai mandar uma mensagem e pode ser que você comece ali a se relacionar digitalmente com uma pessoa que é um software na realidade. Isso é a definição dos robôs".
Segundo Rondon, antes robôs mais simples eram programados dar dar uma resposta de acordo com a palavra contida na pergunta. Com o avanço da inteligência artificial, entrou em cena a chamada linguagem natural, que interpreta de maneira muito mais eficaz o que o usuário humano está falando, potencializando o uso dos robôs de uma maneira muito rápida.
Na área comercial, isso está sendo usado da seguinte forma: quando o robô não consegue responder algo, isso é direcionado a uma pessoa que ensina o robô como aprender a resolver essa nova questão. Uma grande loja de departamentos brasileira, por exemplo, tem um robô no Facebook que consegue buscar produtos, propor ofertas e dar cupom de desconto.
Alguns desses robôs se autodeclaram assim que começam a atender. Mesmo assim, tem gente que acredita que está falando com um ser humano. "Algumas pessoas, pela interação, como é muito simples, acabam não identificando se é uma pessoa ou um robô", diz Rondon.
Um exemplo clássico: um chat de atendimento digital do Poupatempo, mantido pelo governo de São Paulo para facilitar o agendamento e a retirada de documentos, recebeu mais de 160 mil mensagens de agradecimento do tipo "Deus lhe pague".
Mas a preocupação não são os robôs que realizam serviços. O grande problema são os robôs que começam a influenciar as pessoas de uma maneira deliberada.
"Existem os robôs do bem, mas a pauta no momento são os robôs do mal, que estão sendo usados para criar consenso falso e que dificultam que a gente tenha uma análise crítica do que está acontecendo no mundo", diz Rondon.
E como isso ocorre? Rondon explica que hoje as pessoas vivem no que se chama economia da atenção. Ele diz que as plataformas querem deixar seus usuários felizes o tempo todo para que eles permaneçam o maior tempo possível nelas. As plataformas medem essa satisfação e os robôs usam essas informações.
"Se você entrar em uma rede onde você é confrontando em seus ideais, sua ética, questões religiosas, você não vai mais querer utilizá-la. Essas plataformas aprenderam que precisam nos deixar satisfeitos e felizes a maior parte do tempo. Os robôs estão identificando isso através das comunidades das quais a gente participa, dos likes que a gente dá em redes sociais e começam a interagir conosco como se fosse uma pessoa que pensa da mesma maneira que a gente, compartilhando as mesmas coisas, comentando as mesmas coisas", diz Rondon.
O problema é que esses robôs capazes de aprender comportamentos e simular pessoas estão sendo criados com infraestrutura de apoio pronta para ser executada a favor de uma ideia A ou B. E isso envolve dinheiro, porque esses exércitos de robôs podem ser comprados para influenciar o debate na rede.
"Um caso comum é o Trump por exemplo: ele tem 19 milhões de robôs o seguindo e 17 milhões de humanos. Esses robôs estão espalhados por todas as cidades dos Estados Unidos, em várias comunidades e em váris perfis de pessoas. Na época das eleições, esses robôs começam a falar sobre algum assunto relacionado a esse candidato que faz sentido para essa comunidade. Você tem múltiplos discursos, muito bem direcionados e que essa estrutura montada com muita antecedência permite criar influência. É obvio que com o tempo isso virou um modelo de negócio. São empresas que prestam serviços que estão levantando esses perfis e vendendo os serviços nesse sentido de mensagem."
Futuro
Ruediger, da FGV, sugere que, em 2018, o Tribunal Superior Eleitoral fiscalize o emprego de recursos pelas campanhas na internet, exija informações das equipes técnicas contratadas pelos políticos, monitore o uso de robôs e as contas criadas pelas campanhas nas redes sociais.
Rondon, do AppCivico, diz que eliminar robôs ou perfis ou apoiar leis que censuram a informação não é o caminho adequado, porque isso pode desequilibrar ainda mais o debate. Ele acredita que será possível identificar formas de inibir essas práticas nocivas, assim como os usuários de e-mail conseguiram controlar os spams.
 
Fonte: Redação / G1
 
 
Bom dia! Aqui estão as principais notícias para você começar o dia bem-informado. 12/12/2017
 
 
 
Terça-feira, 12 de dezembro de 2017
Bom dia! Aqui estão as principais notícias para você começar o dia bem-informado.
A novela da reforma da Previdência ganha novo capítulo. Mais de 150 lideranças empresariais decidiram entrar em cena para apoiar a aprovação das mudanças na aposentadoria. Elas serão recebidas por Michel Temer nesta terça (12). O grupo já informou ao presidente que pretende conversar com os deputados para que a proposta seja votada ainda neste ano. Em outra frente, Temer pressiona ministros pela liberação de recursos aos parlamentares numa tentativa de angariar votos. Nos EUA, uma força-tarefa de combate ao terrorismo investiga a tentativa de ataque que deixou 4 feridos ontem na região mais movimentada de Nova York. E em Abu Dhabi, o Grêmio estreia no Mundial de Clubes da Fifa contra o Pachuca, do México.
Reforma da Previdência
O governo luta contra o tempo para tentar votar e aprovar a reforma da Previdência na Câmara ainda neste ano. O presidente Michel Temer receberá na tarde de hoje mais de 150 lideranças empresariais que irão manifestar apoio à proposta. Para o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, há "uma grande possibilidade" de que a discussão comece nesta quinta-feira no Congresso e que a reforma seja votada na Câmara na semana que vem.
ANDRÉIA SADI: Por votos, Temer pede a ministros que liberem verbas a deputados
Atentado fracassado em NY
O presidente americano, Donald Trump, disse na noite de segunda-feira (11) que a tentativa de ataque em Nova York - executada por um homem natural de Bangladesh - evidencia a "necessidade urgente" de que o Congresso aprove a reforma migratória. A explosão de uma bomba no metrô deixou 4 pessoas feridas, incluindo o suspeito. Akayed Ullah, de 27 anos, foi detido.
Suspeito de planejar ataque em NY levava bomba presa ao corpo
Denúncias contra Trump
Três americanas que acusam Donald Trump de assédio sexual pediram ao Congresso dos EUA que investigue o presidente. Nos últimos 2 anos, 19 mulheres relataram conduta sexual inapropriada de Trump, antes de ele ser candidato à Casa Branca. Segundo os relatos, ele tentou beijá-las sem permissão, agarrá-las nas partes íntimas, colocar as mãos dentro de suas saias. Os depoimentos voltaram a ganhar força com um novo documentário sobre as denúncias. Trump e autoridades da Casa Branca negam as acusações. O G1 acompanha os desdobramentos.Battisti vira réu
O ex-ativista italiano Cesare Battisti virou réu por evasão de divisas depois que tentou deixar o Brasil com dinheiro não declarado. Ele foi preso em outubro perto da fronteira com a Bolívia com R$ 25 mil em moeda estrangeira. Battisti poderá responder em liberdade e usará tornozeleira eletrônica. Em outubro, durante audiência de custódia, Battisti alegou que seu objetivo era fazer compras e disse achar que o centro comercial de destino estivesse em zona internacional — não em território boliviano.
Discussão sobre o aborto
A comissão da Câmara criada para debater novas regras para licença-maternidade em caso de bebês prematuros pode concluir nesta terça a votação sobre o assunto. Durante a tramitação, a proposta passou a prever também o direito à vida "desde a concepção", o que, na prática, pode proibir o aborto mesmo em casos de estupro.
Vetos de Temer
O Congresso deve votar hoje vetos presidenciais, entre eles o que diz respeito às mudanças aprovadas para as eleições de 2018. O veto acaba com o limite de dez salários mínimos de doação de pessoa física para cada cargo ou chapa majoritária. Para derrubá-lo, são necessários os votos de, ao menos, 257 deputados e 41 senadores.
Futebol
O Mundial de Clubes da Fifa conhece hoje seu primeiro finalista. Grêmio e Pachuca, do México, se enfrentam às 15h. O vencedor pega na final de sábado (16) quem sobrar do duelo de amanhã entre Al Jazira, de Romarinho, e Real Madrid, de Cristiano Ronaldo, Marcelo, entre outros craques.
 
Fonte: Redação / G1
 
 
Noticia divulgada no ano de 2010 mais que serve para parâmetro para o futuro. 11/12/2017
 
 
 
Aterro sanitário de Pouso Alegre serve de exemplo para consórcio de municípios



Em visita ao aterro, o prefeito de Piranguinho e o secretário executivo do Cimasas colhem experiências de sucesso para serem reproduzidas no aterro do consórcio, em Itajubá



O aterro sanitário de Pouso Alegre segue inspirando outras cidades da região. Nesta semana, foi a vez do Consórcio Intermunicipal dos Municípios da Microrregião do Alto Sapucaí, o Cimasas, visitar o local para colher experiências de sucesso e replicar no aterro sanitário do consórcio, que começa a funcionar ainda este ano na cidade de Itajubá.

O secretário de Meio Ambiente de Pouso Alegre, Maurício Donizete Salles, e a supervisora comercial da Lara Central de Tratamentos de Resíduos Ltda. (empresa que opera o aterro), Flávia Vieira, apresentaram ao prefeito de Piranguinho, Adoniran Martins Barbosa, e ao secretário executivo do consórcio, Josué Meystre, as tecnologias que tornaram possível o descarte sustentável das mais de 100 toneladas de lixo produzidas diariamente pela população de Pouco Alegre e outras 10 toneladas produzidas pelo município de Borda da Mata.

Origem

O Cimasa teve origem ainda em 2005, quando Itajubá passou a enfrentar um problema semelhante ao que Pouso Alegre conseguiu resolver em março de 2010: não possuía um local apropriado para descartar o lixo doméstico produzido no município. Os resíduos sólidos da cidade eram encaminhados para um lixão. Para piorar, o destino do lixo de Itajubá era o mesmo de outras cinco cidades: Piranguinho, Pirangosul, Venceslau Brás, São José do Alegre e Delfim Moreira.

A justiça cobrava dos municípios a correta destinação do lixo. Foi quando, já em 2006, as cidades se uniram em torno de uma iniciativa inovadora, formando um consórcio intermunicipal para construir e operar um aterro sanitário. A idéia se tornará realidade ainda no primeiro semestre deste ano, quando o aterro deve entrar em funcionamento. O empreendimento receberá será o destino final do lixo de cerca de 120 mil pessoas distribuídas pelas seis cidades.

Impressão

A organização do aterro sanitário construído pela empresa Lara e sua larga capacidade de atender à demanda da produção de lixo em Pouso Alegre e região, impressionou o prefeito de Pirangunho. “Nós podemos ver aqui uma experiência exitosa. Nos impressionou pela capacidade de atendimento da demanda de Pouso Alegre e agora, quem sabe, futuramente até da região mais próxima”, projetou Adoniran

O aterro sanitário de Pouso Alegre começou a operar em agosto de 2010. Desde então, recebe cerca de 120 toneladas diárias de resíduos, somando as 10 toneladas vindas de Borda da Mata. Neste ano, deve ser concluída no aterro algumas das obras de infraestrutura de apoio à sua operação. É o caso do centro de educação ambiental. Única forma sustentável de descartar o lixo, o aterro possui uma estação de tratamento de “chorume”, o líquido poluente gerado pela decomposição do lixo e dutos que captam o gás metano, também produzido pelo lixo, para transformá-lo em energia.

 
Fonte: redação
 
 
Partidos articulam com Temer "pacto" para barrar em 2018 deputados que votarem contra a reforma da Previdência 04/12/2017
 
 
 
Partidos articulam com Temer "pacto" para barrar em 2018 deputados que votarem contra a reforma da Previdência
eunidos com Michel Temer neste domingo (3), dirigentes de partidos aliados discutiram com o presidente da República um "pacto" entre as legendas governistas para que nenhuma sigla aceite, na janela partidária de 2018, deputados que votarem contra a reforma da Previdência.
Além disso, os presidentes dos partidos prometem priorizar com o fundo eleitoral os deputados que forem fiéis à proposta do governo de mudar as regras previdenciárias.
A proposta de retaliação, segundo o Blog apurou, foi levantada pelo presidente do PTB, Roberto Jefferson, que prometeu, inclusive, fechar questão a favor da reforma da Previdência.
Segundo relatos, Jefferson disse que tratará a "pão e água" os deputados que forem contra o projeto, segurando o fundo eleitoral.
Partidos como PP, PSD e PRB – também presentes ao jantar oferecido pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) – se mostraram dispostos a aceitar a proposta de "fechar as portas" aos infiéis que quiserem trocar de partido em 2018, mas líderes ouvidos pela reportagem afirmam que o "pacto" só existe se todos aderirem.
O problema, afirmam, é que se o DEM e o PMDB – também presentes na reunião – não se comprometerem com a ideia, vão inflar suas bancadas e aumentar seu poder político.
Diz um governista: "a janela partidária virou um instrumento de negociação, mas o pacto só existe se todo mundo aderir."
O presidente da Câmara disse aos aliados que, se todos os partidos toparem, o DEM também se compromete a não aceitar os deputados que votarem contra a reforma da Previdência.
Cargos
Em troca dos votos pela reforma da Previdência, deputados da base aliada estão de olho em cargos de segunda e terceiro escalão. O governo, no entanto, admite que, após as negociações para derrubar as duas denúncias contra Temer, sobrou pouca margem de negociação.
O que o governo discute agora é uma espécie de pagamento a prazo: primeiro, os deputados entregam o voto e, depois, o Planalto redistribui os cargos daqueles que foram infiéis.
 
Fonte: Redação e G1
 
 
Petrobras aumenta preço médio do gás de cozinha em 8,9% 04/12/2017
 
 
 
Petrobras aumenta preço médio do gás de cozinha em 8,9% a partir desta terça
Desde junho, estatal revisa preço do gás mensalmente; já foram anunciados seis aumentos e uma redução.
Petrobras elevará os preços do gás liquefeito de petróleo (GLP) envasado pelas distribuidoras em botijões de até 13 kg, o chamado gás de cozinha, em 8,9% a partir de terça-feira (5). O reajuste foi motivado principalmente devido à alta das cotações do produto nos mercados internacionais, segundo nota enviada pela estatal.
A empresa frisou que reflexos no preço final ao consumidor vão depender de repasses feitos especialmente por distribuidoras e revendedores. O aumento não se aplica ao preço do gás destinado a uso industrial e comercial.
No ano, o preço médio do gás de cozinha no país acumula alta de 17,7%, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP). O valor médio do botijão para o consumidor saltou de R$ 55,74 na primeira semana de janeiro para R$ 65,64 na semana encerrada em 2 de dezembro.
Pela nova política de preços adotada pela Petrobras desde junho, o preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) passou a ser revisado todos os meses.
O último reajuste feito pela Petrobras aos preços cobrados das distribuidoras ocorreu há cerca de um mês. Desde junho, foram anunciados seis aumentos e uma redução no preço do gás de cozinha. Confira todas as revisões anunciadas:
4/07: -4,5%
4/08: +6,9%
5/09: +2,2%
25/09: +6,9%
10/10: +12,9%
3/11: +4,5%
04/12: +8,9%
Preços ao consumidor
Em nota, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás), informou que o reajuste oscilará entre 7,3% e 9,9%, de acordo com o polo de suprimento. Pelos cálculos da instituição, o ajuste anunciado deixa o preço praticado pela Petrobras para as embalagens de até 13 quilos aproximadamente 1,3% abaixo do preço de paridade internacional.
*Com Reuters
 
Fonte: redação
 
 
Maia que votar a reforma da previdência em dezembro 04/12/2017
 
 
 
Maia diz que espera saber até quarta se tem votos suficientes para votar reforma da Previdência
"Sem o PSDB, não temos nenhuma condição de aprovar" a reforma, disse o presidente da Câmara dos Deputados, que quer votar proposta ainda em dezembro.
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta segunda-feira (4) que, após as reuniões realizadas em Brasília no final de semana com líderes partidários da base aliada do governo de Michel Temer, espera saber até quarta-feira (6) ou quinta-feira (7) se possui os votos necessários para a votação da reforma da Previdência na próxima semana. A expectativa de Maia é votar o projeto ainda em dezembro.
Maia falou com a imprensa após receber o prêmio de personalidade do ano do VII Prêmio Cebrasse - Central Brasileira do Setor de Serviços, realizado em São Paulo. O presidente da Câmara afirmou ainda que não é o momento de se discutir as eleições de 2018, e minimizou críticas e embates entre o governo e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e o PSDB. Segundo Maia, sem o PSDB não se aprova a reforma da Previdência.
"Acho que, no sábado, eu estava pessimista. Agora estou realista, acreditando que é possível [votar na próxima semana]", disse. "A gente começou a trabalhar as reuniões de ontem. Foram as melhores reuniões que fizemos, um grupo importante de partidos assumiu compromisso importante de trabalhar as suas bancadas. Isso que vamos fazer até quarta, quinta-feira, para avaliar se temos os votos necessários para reformar a Previdência", afirmou Maia.
"Este é um trabalho que começou a ser feito ontem (domingo, 3). Hoje (4) e amanhã (5), os líderes das bancadas vão trabalhar, e na quarta (6) vamos fazer análise se vamos ter condições de votar", assinalou.
"Eu espero e trabalho por isso [para votar na próxima semana]. E precisamos, de forma definitiva, acabar com estra transferência de renda absurda que o Brasil tem hoje, que os que ganham mais trabalham menos", afirmou.
"Apenas é para organizar isso. Durante 20 anos, todos trabalham até 65 anos de idade. E todos os novos servidores e trabalhadores tenham o mesmo sistema previdenciário. É isso que é o correto e que queremos aprovar na Câmara", acrescentou.
Maia disse que o embate de Henrique Meirelles e o PSDB, antecipando as eleições de 2018, só atrapalha neste momento e que, "sem o PSDB, não temos nenhuma condição de aprovar" a reforma.
"Com todo respeito ao Meirelles, o embate neste momento não colabora, atrapalha. O PSDB é um partido importante, nos ajuda, votou conosco as reformas mais importantes que votamos. Não se deve tratar partido nenhum de forma desrespeitosa. Ninguém. Mas principalmente quem tem convergência ideológica com o nosso tema. Sem o PSDB não temos nenhuma condição de aprovar a Previdência. Se está se trabalhando para se excluir o PSDB, está se trabalhando contra a reforma da Previdência", defendeu Maia.
"Vamos deixar a eleição para 2018, estamos muito longe. A crise política é muito profunda e qualquer tentativa de tratar a eleição neste momento mais atrapalha o que ajuda", disse.
Votação
Segundo Maia, com os votos da base aliada e os partidos que participaram da reunião no domingo, o governo acredita ter entre 325 e 330 votos a favor da reforma. Há ainda mais 40 ou 50 votos de partidos que não compõem a base do governo e que não se posicionaram ainda nem contra nem a favor da reforma.
 
Fonte: redação
 
 
Partidos articulam com Temer "pacto" para barrar em 2018 deputados que votarem contra a reforma da Previdência 04/12/2017
 
 
 
Partidos articulam com Temer "pacto" para barrar em 2018 deputados que votarem contra a reforma da Previdência
eunidos com Michel Temer neste domingo (3), dirigentes de partidos aliados discutiram com o presidente da República um "pacto" entre as legendas governistas para que nenhuma sigla aceite, na janela partidária de 2018, deputados que votarem contra a reforma da Previdência.
Além disso, os presidentes dos partidos prometem priorizar com o fundo eleitoral os deputados que forem fiéis à proposta do governo de mudar as regras previdenciárias.
A proposta de retaliação, segundo o Blog apurou, foi levantada pelo presidente do PTB, Roberto Jefferson, que prometeu, inclusive, fechar questão a favor da reforma da Previdência.
Segundo relatos, Jefferson disse que tratará a "pão e água" os deputados que forem contra o projeto, segurando o fundo eleitoral.
Partidos como PP, PSD e PRB – também presentes ao jantar oferecido pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) – se mostraram dispostos a aceitar a proposta de "fechar as portas" aos infiéis que quiserem trocar de partido em 2018, mas líderes ouvidos pela reportagem afirmam que o "pacto" só existe se todos aderirem.
O problema, afirmam, é que se o DEM e o PMDB – também presentes na reunião – não se comprometerem com a ideia, vão inflar suas bancadas e aumentar seu poder político.
Diz um governista: "a janela partidária virou um instrumento de negociação, mas o pacto só existe se todo mundo aderir."
O presidente da Câmara disse aos aliados que, se todos os partidos toparem, o DEM também se compromete a não aceitar os deputados que votarem contra a reforma da Previdência.
Cargos
Em troca dos votos pela reforma da Previdência, deputados da base aliada estão de olho em cargos de segunda e terceiro escalão. O governo, no entanto, admite que, após as negociações para derrubar as duas denúncias contra Temer, sobrou pouca margem de negociação.
O que o governo discute agora é uma espécie de pagamento a prazo: primeiro, os deputados entregam o voto e, depois, o Planalto redistribui os cargos daqueles que foram infiéis.
 
Fonte: Redação e G1
 
 
Quarta-feira, 29 de novembro de 2017 Bom dia! Aqui estão as principais notícias para você começar o dia bem-informado 29/11/2017
 
 
 
Quarta-feira, 29 de novembro de 2017
Bom dia! Aqui estão as principais notícias para você começar o dia bem-informado

Parece que chegou ao fim uma novela judicial e econômica que se arrasta há décadas. Bancos e poupadores alcançaram um acordo sobre as perdas de rendimento que as poupanças sofreram com a mudança dos planos econômicos nas décadas de 1980 e 1990. Está previsto o pagamento de mais de R$ 10 bilhões, que poderão beneficiar 3 milhões de pessoas. O acordo deverá ser assinado por todos na próxima segunda.
Quem pode se beneficiar
A ministra da Advocacia-Geral da União, Grace Mendonça, afirmou que será definido nos próximos dias quais poupadores serão beneficiados pelo acordo para indenização de perdas na poupança. O acordo pode encerrar quase um milhão de processos que tramitam há anos na Justiça. De acordo com a ministra, será analisada a possibilidade de inclusão daqueles poupadores que não entraram com ação judicial e até herdeiros.
Ex-ministro se entrega
O ex-ministro dos Transportes e presidente do PR Antonio Carlos Rodrigues se entregou à PF. Ele estava foragido desde o último dia 24, suspeito dos crimes de corrupção, extorsão, participação em organização criminosa e falsidade ideológica - mesma investigação que resultou na prisão dos ex-governadores do Rio de Janeiro Anthony e Rosinha Garotinho. A defesa dele não havia se pronunciado.
Cunha segue preso
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou um pedido de liberdade apresentado pelo deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Edson Fachin e Dias Toffoli votaram por manter o ex-presidente da Câmara preso. Pela soltura ficou o ministro Gilmar Mendes. Mas mesmo que o habeas corpus fosse aceito, Cunha permaneceria preso porque há outras três ordens de prisão contra ele.
Fachin concede liberdade a dono de digitais em "bunker" de Geddel
Bloqueio de Lula
Foi negado o recurso da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o desbloqueio de bens do político, condenado a 9 anos e seis meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo da Lava Jato envolvendo o triplex em Guarujá. Além do bloqueio de R$ 16 milhões, estabelecido como dano mínimo, a Justiça determinou o sequestro do apartamento.
Novo míssil
A Coreia do Norte disparou um míssil balístico não identificado. O governo japonês estima que o míssil voou por 50 minutos e caiu na zona econômica exclusiva do país. Em resposta, as forças armadas da Coreia do Sul conduziram um lançamento de míssil de "ataque de precisão". O Pentágono informa que detectou o "provável lançamento" de míssil às 16h30 (horário de Brasília).
Zika em queda drástica
De janeiro a novembro deste ano, o Ministério da Saúde recebeu 16,8 mil notificações de casos prováveis de zika no Brasil, o que representa uma redução de 92,1% em relação ao mesmo período de 2016, quando houve 214,1 mil casos. Os casos prováveis de dengue e chikunguya também estão em queda. Mas os números mostram ainda que 1,1 mil municípios brasileiros estão em "estado de alerta".
Perigo do HIV na Europa
O número de pessoas recém-diagnosticadas com HIV na Europa atingiu em 2016 o nível mais elevado desde que os registros foram iniciados. Naquele ano, 160 mil pessoas contraíram o vírus que causa Aids nos 53 países da região europeia, disse a Organização Mundial da Saúde (OMS). Cerca de 80% destes casos ocorreram no leste europeu, revelou o relatório.
Chapecoense
O procurador da República em Chapecó, Carlos Humberto Prola Júnior, disse que nenhum brasileiro deve ser culpado pelo acidente aéreo da Chapecoense, em que morreram 71 pessoas e seis ficaram feridos. Amanhã faz 1 ano da tragédia. "A própria Associação Chapecoense de Futebol não teria como avaliar que a companhia [La Mia] operava de forma irregular, declarou Prola Júnior.
"Navio fantasma"
Um navio de madeira sem tripulação apareceu em uma praia do Japão com oito corpos e esqueletos humanos. Autoridades japonesas tentam identificar os corpos. Há suspeita de que se trate de uma embarcação norte-coreana, que muitas vezes desviam da rota para entrar em mares do Japão. Às vezes a guarda costeira do Japão precisa resgatar a tripulação desses barcos.
Não é bem assim
A repercussão internacional da oferta de 25 mil francos suíços (cerca de R$ 82 mil) para solteiros e 50 mil francos suíços (R$ 163 mil) para casais que se dispusessem a morar num vilarejo na Suíça assustou as autoridades locais. Eles esclarecem que a iniciativa ainda não foi aprovada e que o apoio só é disponibilizado se condições severas forem cumpridas. Veja os detalhes.
Grammy: os indicados
Bruno Mars e Jay-Z foram indicados nas três principais categorias da 60ª edição do Grammy, que acontece em 28 de janeiro, em Nova York: Álbum, Música e Gravação. No geral, Jay-Z recebeu oito indicações. Kendrick Lamar foi lembrado em sete categorias e Mars concorre em seis. Childish Gambino, projeto musical do ator Donald Glover, concorre em cinco. Confira os indicados do Grammy.
 
Fonte: Redação / G1
 
 
Chapecó tem cerimônia religiosa em homenagem 29/11/2017
 
 
 
 
Chapecó tem cerimônia religiosa em homenagem às vítimas de acidente com voo da Chapecoense
Cerimônia católica ocorre em Chapecó. Setenta e um morreram e seis ficaram feridos em queda de avião em 2016.
Começou pouco depois da meia-noite desta quarta-feira (29) uma cerimônia católica na Arena Condá, em Chapecó, no Oeste catarinense, em homenagem às vítimas do acidente com o voo que levava a delegação da Chapecoense. Torcedores e familiares dos mortos acompanham a cerimônia religiosa. Na queda do avião, em 29 de novembro de 2016, 71 morreram e seis ficaram feridos.
ma capela improvisada foi montada na arquibancada da Arena Condá. As famílias das vítimas tiveram um espaço reservado para as orações. No restante das arquibancadas do estádio, torcedores acompanharam a cerimônia.
As famílias das vítimas receberam velas verdes, que simbolizam a vida que nunca acaba. Elas iluminaram a procissão até a Catedral Santo Antônio, no Centro de Chapecó.
Durante a cerimônia católica, os presentes ouviram músicas tradicionais litúrgicas e cantaram o famoso grito de torcida do time, "vamos, vamos, Chape".
Pouco depois de 0h20, os presentes começaram a deixar a Arena Condá e teve início a procissão. A caminhada até a catedral foi silenciosa. Pouco depois de 0h45, o cortejo chegou ao destino.
Na catedral, o sobrevivente da queda do avião Rafael Henzel foi aplaudido pelo público. O jornalista foi responsável pela oração no altar. Em um telão, foram mostradas imagens das vítimas que morreram no acidente. Foram acesas 71 velas no altar.
À 1h15, horário da queda do avião há um ano, os sinos da catedral tocaram. Eles foram ouvidos em meio ao silêncio dos presentes. Alguns choravam.
Pouco depois de 1h30, a cerimônia católica terminou com o hino da Chapecoense e o grito de torcida "vamos, vamos, Chape". Em seguida, foi iniciada uma vigília, que será concluída com a missa de um ano do acidente, às 18h30 desta quarta.
Homenagem de torcida organizada
Mais cedo, torcedores da torcida organizada Barra da Chape começaram as homenagens às vítimas do acidente. Por volta das 19h30, eles se reuniram em frente à Catedral Santo Antônio, no Centro de Chapecó. Às 20h, eles iniciaram uma caminhada em direção à Arena Condá, onde chegaram por volta das 21h.
Os torcedores levaram sinalizadores e bandeiras, e as homenagens feitas por eles lembraram uma festa de torcida. Enquanto caminhavam, a maioria com camisas do time, eles carregavam faixas com dizeres como “eternos campeões”, “jamais esqueceremos e por vocês sempre cantaremos” e “sempre recordaremos a campeã Chapecoense”.
Quando chegaram à Arena Condá, os torcedores pararam os gritos e as músicas e entraram em silêncio no estádio. A torcida Barra da Chape se posicionou na arquibancada no mesmo lugar onde ficam para assistir aos jogos, mas em silêncio.
Por volta das 21h50, os torcedores começaram a cantar e acender sinalizadores na Arena Condá. Nesta terça, o estádio ficou aberto o dia todo para receber quem quisesse prestar condolências.
Homenagens na Colômbia
Nesta terça, a Chapecoense também foi homenageada na Colômbia. Uma missa foi realizada no monte que agora leva o nome da Chapecoense, local onde restou a fuselagem do avião. Um altar foi levantado. Duas cruzes de madeira dominavam a vista de dezenas de pessoas que compareceram com a camisa do Atlético Nacional, time que jogaria contra os catarinenses na final da Copa Sul-Americana em novembro de 2016.
Mais cedo, no parque em La Unión, cidade onde ocorreu a queda do avião, a Chapecoense foi homenageada com uma placa e uma cápsula do tempo, contendo uma camisa do Atlético Nacional.
 
Fonte: Redação / G1
 
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