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ÚLTIMAS NOTÍCIAS
 
Concursos: 213 órgãos têm inscrições abertas para preencher mais de 13 mil vagas 17/09/2018
 
 
 
Concursos: 213 órgãos têm inscrições abertas para preencher mais de 13 mil vagas
Cargos são em todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 24.818,71 no Tribunal de Justiça de São Paulo.
Ao menos 213 concursos públicos no país estão com inscrições abertas nesta segunda-feira (17) e reúnem mais de 13 mil vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. As oportunidades são para diversos estados do Brasil.

CONFIRA AQUI A LISTA COMPLETA DE CONCURSOS E OPORTUNIDADES

Além das vagas abertas, há concursos para formação de cadastro de reserva – ou seja, os candidatos aprovados são chamados conforme a abertura de postos durante a validade do concurso.

Os salários chegam a R$ 24.818,71 no Tribunal de Justiça de São Paulo, que oferece 310 oportunidades de nível médio e superior e tem inscrições até 16 de outubro. Veja o edital do concurso.

Somente na Liquigás há 1.349 vagas para profissionais de nível fundamental, médio e superior e remuneração de até R$ 4.894,08. Veja o edital do concurso.

Nesta segunda-feira (17), 9 órgãos abrem inscrições com o objetivo de selecionar profissionais de todos os níveis de escolaridade para preencher 1.185 vagas. Veja quais são:
 
Fonte: Redação
 
 
Proposta dos economistas dos presidenciáveis para 5 temas 17/09/2018
 
 
 
Proposta dos economistas dos presidenciáveis para 5 temas: contas públicas
Assessores econômicos responderam sobre teto de gastos, impostos, subsídios e privatizações; G1 publica série sobre propostas das campanhas para a economia.
As contas públicas se tornaram uma das principais dificuldades da economia brasileira, com o país gastando mais do que arrecada e enfrentando dificuldades para promover as medidas de ajuste fiscal. O G1 ouviu as opiniões dos assessores econômicos dos candidatos à Presidência sobre esse tema (veja mais abaixo).
O governo fecha as contas no vermelho desde 2014 e chegou ao rombo de R$ 124 bilhões em 2017. Para este ano, o déficit deve ser ainda maior: a meta fiscal é de R$ 159 bilhões negativos.

Conheça o cenário econômico que o futuro presidente da República encontrará
O descontrole das contas públicas trouxe efeitos negativos para a economia, como a perda do grau de investimento – uma espécie de selo de bom pagador que permite que investidores apostem no país com segurança. Também fica prejudicada a capacidade do governo de fazer investimentos para estimular a economia.

Entrevistas
A partir desta segunda-feira (17), o G1 publica ao longo desta semana uma série de reportagens sobre as propostas eleitorais em relação aos principais temas econômicos. Foram consultados os assessores econômicos dos cinco candidatos mais bem posicionados nas últimas pesquisas Ibope e Datafolha.

Assim como os demais partidos, a campanha de Jair Bolsonaro (PSL) foi procurada com 2 semanas de antecedência, mas não aceitou conceder entrevista no prazo proposto pelo G1. As opiniões sobre os temas são as que constam do programa de governo do candidato e as expressadas pelo economista do partido em entrevista à Globonews.
A série de reportagens vai abordar os seguintes temas:

17/09 - Contas públicas
18/09 - Previdência
20/09 - Desemprego
21/09 - Fraco crescimento econômico
22/09 - Reforma trabalhista
Veja abaixo a avaliação e propostas dos economistas (em ordem alfabética):
Guilherme Mello, assessor econômico de Fernando Haddad (PT)
“O gasto público precisa ser o mais eficiente possível. Evidentemente existem ineficiências e privilégios dentro do Estado brasileiro. Há um conjunto de benefícios incompatíveis com a realidade brasileira, e a gente acha que é absolutamente plausível e necessário o país rediscutir tudo isso. Temos uma proposta de Imposto de Renda, de isentar quem ganha até cinco salários mínimos. Quem ganha até esta faixa consome basicamente tudo o que ganha. Então, esse sujeito vai pegar essa renda extra, vai consumir e movimentar a economia. Na outra ponta, pretendemos criar uma nova alíquota (de Imposto de Renda) para rendas muito altas e criar imposto sobre lucros e dividendos.”

Subsídios
“Os subsídios estão num nível bastante alto. De fato, é injustificável a manutenção de muitas desonerações e subsídios para setores que não estão performando do ponto de vista produtivo. Vai ser preciso rever o conjunto de subsídios. Alguns subsídios são importantes para o desenvolvimento regional, local. Não é criminalizar todos os incentivos, alguns setores precisam. Mas algum subsídio evidentemente vai ter de rever. Isso ajuda a resolver o problema fiscal.”
Subsídio ao diesel
“O problema dos combustíveis está relacionado diretamente com a política de precificação da Petrobras. Ela é muito volátil e está atrelada a preços que variam diariamente - como o próprio petróleo e a taxa de câmbio. A política de precificação da Petrobras é o grande equívoco que levou à crise dos combustíveis. Uma vez resolvido isso, é possível ir tirando os incentivos, porque alternativas vão sendo criadas, mas sem onerar o usuário, caminhoneiros, e sem onerar a empresa segurando o preço indeterminadamente."

Teto dos gastos
“O teto é uma das regras fiscais existentes no Brasil. Existem ainda a regra de ouro e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). A Emenda Constitucional 95 (do teto de gastos) é a desconstrução da Constituição. Essa emenda terá de ser revogada. Isso quer dizer que não haverá nenhuma regra fiscal? Não. Nós temos outras duas em vigor. A gente acharia que é interessante rediscutir o conjunto das regras fiscais e pensar em alguma forma de garantir a sustentabilidade fiscal.”

Privatizações
"O tema da privatização não é tratado nem como fetiche nem como tabu. As empresas estratégicas estão absolutamente fora de cogitação de serem privatizadas. Há um conjunto grande de empresas estatais que você vai ter de avaliar: quais são benéficas e quais estão alinhadas com o projeto de desenvolvimento. Eventualmente você pode juntar algumas que não faz sentido estarem separadas ou fazer parcerias. Não temos problemas em fazer parceria com o setor privado. Muito pelo contrário. A gente entende que o setor privado é fundamental. Pode ajudar muito no desenvolvimento. A questão é menos público ou privado, a questão é mais a interação entre o público e o privado."

Marco Bonomo, assessor econômico de Marina Silva (Rede)
“O Brasil está numa trajetória da relação dívida/PIB crescente e explosiva. Isto é muito preocupante. Pode gerar mais inflação no futuro, o que prejudica os mais pobres. Depois, a própria confiança dos investidores no Brasil depende de o país estar estável macroeconomicamente. É fundamental um plano de reequilíbrio fiscal. Ou seja, um plano que leve a estabilização da dívida/PIB. Este plano tem três componentes mínimos: reforma da Previdência, rever os benefícios tributários e a outra questão que tem de ser atacada é uma reforma de estado que vise reformar as carreiras dos servidores públicos. O Brasil não tem problema de excesso de servidores públicos para padrões internacionais. O problema é a remuneração. A remuneração em média calculada pelo Banco Mundial é 67% a mais do que na iniciativa privada para uma função semelhante.”

Subsídios
“No Brasil, foi gerado um número enorme de benefícios tributários. Eram cerca de 2% do PIB e passaram a mais de 4% do PIB. Foram instituídas 298 desonerações tributárias entre 2010 e 2017, mas certamente foram dadas de forma discricionárias. Toda vez que se faz um gasto, o governo dá um subsídio, uma desoneração, é preciso avaliar o custo e benefício desta medida. No Brasil, isso foi negligenciado. Tem de rever e voltar para os 2% do PIB.”

Subsídio ao diesel
“É preciso fazer uma transição para que o subsídio seja gradualmente retirado. Tem de ter uma regra para gasolina e diesel que de alguma forma reflita os preços internacionais, mas que não precisa refletir todos os dias com essa volatilidade que gerou esse imprevisibilidade. Há algumas propostas de fazer a média móvel, de gerar impostos, ou seja, ter um colchão de imposto. Dessa forma, quando está mais barato, é possível adicionar imposto. Ou quando está mais caro, retira imposto de forma a manter o preços mais estável. Estas propostas estão sendo discutidas.”

Teto de gastos
“Eu entendo a boa intenção da medida do teto de gastos, mas ele não resolve o problema. Devemos propor uma substituição do modelo. O que tem de atacar é o seguinte: quais são os problemas que estão fazendo o gasto crescer. Se só colocar o teto de gasto e não fizer a reforma da Previdência, essa coisa vai explodir. Os investimentos públicos estão sendo cada vez mais comprimidos e isso tem decorrências para a nossa infraestrutura. E inicialmente os impactos das medidas como a reforma da Previdência não aparecem no primeiro ano. Então, mesmo que você adote as medidas fiscais que vão equilibrar o Brasil, o teto de gasto tende a ser violado.”

Privatizações
"O papel do Estado na economia é prover bens públicos para as pessoas. E tem áreas em que o Estado é mais fundamental, como educação e saúde. Em outras, é menos. Há que se examinar entre as empresas estatais quais são as que estão realmente servindo as pessoas ao público. A gente é a favor de privatizações. Elas têm de ser examinadas. Os benefícios e custos têm de ser examinados olhando pela ótica social. Só não consideramos que a privatização vai resolver o fiscal. O fiscal é um problema de fluxo, não é um problema de estoque."

Nelson Marconi, assessor econômico de Ciro Gomes (PDT)
“É preciso um ajuste de 2,5% do PIB para (o déficit) chegar a zero. Esse esforço fiscal é entre R$ 150 bilhões e R$ 170 bilhões. Não é possível fazer todo esse ajuste reduzindo apenas a despesa. Há uma combinação das duas coisas. Do lado da receita, haveria o imposto sobre lucros e dividendos, sobre heranças e, dependendo de como as contas públicas estiverem, pode precisar de uma contribuição temporária para a gente reduzir a dívida até um certo patamar. Não está fechado o desenho dessa contribuição. Do lado da despesa, vamos reduzir 15% de subsídios e fazer um pente fino em absolutamente tudo.”

Subsídios
“A ideia é fazer um corte inicial de 15% em subsídio, se possível na ampla maioria, de forma linear. Um ou outro a gente talvez tenha que preservar, mas a ideia é que o corte seja o mais linear possível.”

Subsídio ao diesel
“No curto prazo, a gente não fechou ainda o que vai fazer. Mas é preciso retomar a operação das refinarias, da produção, aumentar a oferta nacional para poder depender menos do preço externo. Precisa aumentar a produção para poder fazer uma política de preços que seja menos dependente do mercado externo. Não dá para manter uma política de preço vinculada ao mercado externo.”

Teto de Gastos
“Pensamos em um teto de gastos que seja mais vinculado ao crescimento do PIB per capita. A gente também pensa na possibilidade de colocar um teto para o crescimento da dívida. São ideias que ainda não estão fechadas. Esse teto que está aí está se mostrando inviável. Se não fizer a reforma da Previdência, ele paralisa o governo. E, pelo prazo que foi estipulado, vai diminuir o tamanho do estado ao longo do tempo.”

Privatizações
"Não existe uma ideologia em relação a isso. Isso é uma coisa que se analisa caso a caso. E sempre pelo interesse da população. Não há um ideologia, com exceção do que a gente chama de ativos estratégicos. O país precisa ter um banco de financiamento, um banco social, Petrobras, Eletrobras, BNDES. Uma boa parte de investimento vai vir de concessão, então não tem essa coisa de ideologia."

Paulo Guedes, assessor econômico de Jair Bolsonaro (PSL)
“Eu quero zerar (o déficit fiscal) em um ano. (...) Tem R$ 300 bilhões de desonerações, acho que de 10 a 20%, entre R$ 30 bilhões e R$ 60 bilhões talvez apareça. Tem também a cessão da Petrobras, a cessão onerosa, pode dar um líquido de R$ 60 bilhões ou R$ 70 bilhões. (...) R$ 20 bilhões do abono salarial - não entra agora, tem que aprovar agora para valer em 2019. Mas tudo bem, vem R$ 20 bi lá na frente me esperando. Entre R$ 16 bilhões e R$ 27 bilhões é (privatização) Eletrobras, que vai seguir. (...) Se isso não funcionar, digamos, dessa forma, na base do ‘junta aqui, ajuda aqui e ajuda ali’, aí é desvinculação de gastos. Aí você joga para a classe política o problema para resolver. (...) Tem três grandes despesas: (...) Previdência é (necessário fazer) a reforma da Previdência, juros (a solução) são as privatizações e pessoal é (preciso fazer) uma reforma administrativa. (...) É o que eu acho que tem que ser: um ataque frontal às despesas públicas, nos três fronts.

Subsídios
“Se depender de mim, não pode haver subsídios para setores específicos, a não ser que muito bem fundamentados.”

Subsídio ao diesel
O assunto não é mencionado na proposta de governo e não foi comentado por Guedes na entrevista à Globonews.

Teto de gastos
“É evidente que vai furar o teto. Tem o teto e tem as (despesas) obrigatórias subindo. Ora, o teto não fica em pé sem reforma (da Previdência), o teto cai. Não tem parede para segurar, o teto vai cair. Nós queremos isso? Não. Nós queremos o teto. Eu quero o teto. (...) Os gastos do governo subiram descontroladamente 30 anos, vamos controlar os gastos. Você não precisa nem cortar muito, é não deixar crescer”, disse Guedes à Globonews. No programa de governo, o partido defende o “Orçamento Base Zero”: “Com o fim do aparelhamento dos ministérios, inverteremos a lógica tradicional do processo de gastos públicos. Cada gestor, diante de suas metas, terá que justificar suas demandas por recursos públicos. Os recursos financeiros, materiais e de pessoal, serão disponibilizados e haverá o acompanhamento do desempenho de sua gestão. O montante gasto no passado não justificará os recursos demandados no presente ou no futuro.”

Privatizações
“Vocês todos elogiam quando a Petrobras vende um ativo para reduzir a dívida, todo mundo bate palma para o Pedro Parente. A União tem que vender ativo. A Petrobras vende refinaria. E o governo pode vender a Petrobras, por que não? (...) É muito interessante isso porque o (Jair) Bolsonaro era associado ao seguinte: ‘não será vendida nenhuma’ (empresa estatal). Ele é uma posição estatizante etc. Agora vai ter uma resultante interessante, porque para mim são todas (que devem ser vendidas). Então, se não tem nenhuma e tem todas, deve ter algo aí no meio.”

Pérsio Arida, assessor econômico de Geraldo Alckmin (PDSB)
"Combater o déficit público é absolutamente fundamental. (...) É sempre muito tentador resolver o problema do déficit público aumentando a carga tributária. A História mostra, no entanto, que esse não é um bom caminho. Primeiro porque a carga tributária já é muito elevada no Brasil. É uma carga tributária típica de países com grau de desenvolvimento muito maior que o nosso. Segundo porque a carga tributária pode se elevar, mas isso simplesmente dá lugar a um aumento no volume de gastos públicos. Nossa carga tributária foi de 21 para 33% do PIB e o déficit é maior agora do que era antes. Claramente o caminho de aumentar a carga tributária não é um bom caminho. Nós vamos rever desonerações fiscais, sim. Nós vamos fazer mudanças importantes de simplificação da carga tributária através do imposto de valor adicionado, vamos diminuir o imposto corporativo para 21% (somando a contribuição social sobre o lucro líquido) contrabalanceado pela tributação sobre dividendos."

Subsídios
"Todo subsídio tem que estar no orçamento. Nada deve estar fora do orçamento. (...) Segundo: há subsídios piores que outros. Subsídio no crédito é muito ruim para a economia, gera enormes distorções. Não tem lanche grátis. Se você dá subsídio para de crédito alguém, pode ter certeza que os outros estão pagando juros mais altos do que precisaria. Então, eu sou totalmente contra subsídios no crédito, subsídios cruzados, tantas formas disfarçadas de subsídios. E muitos subsídios hoje, na verdade, também não precisam acontecer. Assegurando o combate ao déficit público, com confiança na trajetória das reformas, a taxa de juros vai ficar naturalmente baixa."

Subsídio ao diesel
“A resposta é terminar o subsídio ao diesel. (...) Nós temos um problema de déficit enorme, nossa meta é zerar o déficit primário em 2 anos e chegar ao final do 4º ano com superávit de 2 ou 2,5% (do PIB). Um subsídio que custa quase metade do Bolsa Família não vai ter sentido. (...) Primeiro, nós devemos privatizar o refino e a distribuição de derivados de petróleo. Na prática, o monopólio estatal acabou para prospecção, mas continua no refino e na distribuição. Monopólio nunca é bom para a economia, seja ele privado ou público. O segundo aspecto da questão é em relação à formação de preço. O preço doméstico tem que refletir o preço internacional, caso contrário acaba gerando distorções na economia. No entanto, nós gostamos muito do modelo europeu: (...) quando o preço doméstico sobe, a carga tributária baixa. Quanto o preço do petróleo cai, a carga tributária aumenta.”
Teto de gastos
“No caso da União, o que a experiência mostra é que o teto de gastos é fundamental. Como a União tem capacidade de financiamento, os gastos primários – excluídos os juros – do governo federal aumentaram de 11 para 20% do PIB ao longo de quase 20 anos. É um aumento muito expressivo, e só parou em 20 porque tinha teto de gastos. O teto de gastos tem que ser mantido.”

Privatizações
“A privatização é importantíssima para aumentar a eficiência da economia. Nós não precisamos de estatais para fazer políticas públicas. No entanto, tem que se observar que privatização é bom para reduzir a dívida, mas ela não resolve o problema do déficit. O déficit é recorrente. Você vende o ativo hoje, você pode resolver o problema de hoje, amanhã o déficit volta porque ele é todo ano. Privatização tem que ser usada para combater a dívida pública. O principal instrumento que tem que ser usado é corte de gastos. Nós temos gastos excessivos, temos uma enorme ineficiência da máquina pública e vamos enfrentar isso de frente.”
 
Fonte: Redação / G1
 
 
Proposta dos economistas dos presidenciáveis para 5 temas 17/09/2018
 
 
 
Proposta dos economistas dos presidenciáveis para 5 temas: contas públicas
Assessores econômicos responderam sobre teto de gastos, impostos, subsídios e privatizações; G1 publica série sobre propostas das campanhas para a economia.
As contas públicas se tornaram uma das principais dificuldades da economia brasileira, com o país gastando mais do que arrecada e enfrentando dificuldades para promover as medidas de ajuste fiscal. O G1 ouviu as opiniões dos assessores econômicos dos candidatos à Presidência sobre esse tema (veja mais abaixo).
O governo fecha as contas no vermelho desde 2014 e chegou ao rombo de R$ 124 bilhões em 2017. Para este ano, o déficit deve ser ainda maior: a meta fiscal é de R$ 159 bilhões negativos.

Conheça o cenário econômico que o futuro presidente da República encontrará
O descontrole das contas públicas trouxe efeitos negativos para a economia, como a perda do grau de investimento – uma espécie de selo de bom pagador que permite que investidores apostem no país com segurança. Também fica prejudicada a capacidade do governo de fazer investimentos para estimular a economia.

Entrevistas
A partir desta segunda-feira (17), o G1 publica ao longo desta semana uma série de reportagens sobre as propostas eleitorais em relação aos principais temas econômicos. Foram consultados os assessores econômicos dos cinco candidatos mais bem posicionados nas últimas pesquisas Ibope e Datafolha.

Assim como os demais partidos, a campanha de Jair Bolsonaro (PSL) foi procurada com 2 semanas de antecedência, mas não aceitou conceder entrevista no prazo proposto pelo G1. As opiniões sobre os temas são as que constam do programa de governo do candidato e as expressadas pelo economista do partido em entrevista à Globonews.
A série de reportagens vai abordar os seguintes temas:

17/09 - Contas públicas
18/09 - Previdência
20/09 - Desemprego
21/09 - Fraco crescimento econômico
22/09 - Reforma trabalhista
Veja abaixo a avaliação e propostas dos economistas (em ordem alfabética):
Guilherme Mello, assessor econômico de Fernando Haddad (PT)
“O gasto público precisa ser o mais eficiente possível. Evidentemente existem ineficiências e privilégios dentro do Estado brasileiro. Há um conjunto de benefícios incompatíveis com a realidade brasileira, e a gente acha que é absolutamente plausível e necessário o país rediscutir tudo isso. Temos uma proposta de Imposto de Renda, de isentar quem ganha até cinco salários mínimos. Quem ganha até esta faixa consome basicamente tudo o que ganha. Então, esse sujeito vai pegar essa renda extra, vai consumir e movimentar a economia. Na outra ponta, pretendemos criar uma nova alíquota (de Imposto de Renda) para rendas muito altas e criar imposto sobre lucros e dividendos.”

Subsídios
“Os subsídios estão num nível bastante alto. De fato, é injustificável a manutenção de muitas desonerações e subsídios para setores que não estão performando do ponto de vista produtivo. Vai ser preciso rever o conjunto de subsídios. Alguns subsídios são importantes para o desenvolvimento regional, local. Não é criminalizar todos os incentivos, alguns setores precisam. Mas algum subsídio evidentemente vai ter de rever. Isso ajuda a resolver o problema fiscal.”
Subsídio ao diesel
“O problema dos combustíveis está relacionado diretamente com a política de precificação da Petrobras. Ela é muito volátil e está atrelada a preços que variam diariamente - como o próprio petróleo e a taxa de câmbio. A política de precificação da Petrobras é o grande equívoco que levou à crise dos combustíveis. Uma vez resolvido isso, é possível ir tirando os incentivos, porque alternativas vão sendo criadas, mas sem onerar o usuário, caminhoneiros, e sem onerar a empresa segurando o preço indeterminadamente."

Teto dos gastos
“O teto é uma das regras fiscais existentes no Brasil. Existem ainda a regra de ouro e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). A Emenda Constitucional 95 (do teto de gastos) é a desconstrução da Constituição. Essa emenda terá de ser revogada. Isso quer dizer que não haverá nenhuma regra fiscal? Não. Nós temos outras duas em vigor. A gente acharia que é interessante rediscutir o conjunto das regras fiscais e pensar em alguma forma de garantir a sustentabilidade fiscal.”

Privatizações
"O tema da privatização não é tratado nem como fetiche nem como tabu. As empresas estratégicas estão absolutamente fora de cogitação de serem privatizadas. Há um conjunto grande de empresas estatais que você vai ter de avaliar: quais são benéficas e quais estão alinhadas com o projeto de desenvolvimento. Eventualmente você pode juntar algumas que não faz sentido estarem separadas ou fazer parcerias. Não temos problemas em fazer parceria com o setor privado. Muito pelo contrário. A gente entende que o setor privado é fundamental. Pode ajudar muito no desenvolvimento. A questão é menos público ou privado, a questão é mais a interação entre o público e o privado."

Marco Bonomo, assessor econômico de Marina Silva (Rede)
“O Brasil está numa trajetória da relação dívida/PIB crescente e explosiva. Isto é muito preocupante. Pode gerar mais inflação no futuro, o que prejudica os mais pobres. Depois, a própria confiança dos investidores no Brasil depende de o país estar estável macroeconomicamente. É fundamental um plano de reequilíbrio fiscal. Ou seja, um plano que leve a estabilização da dívida/PIB. Este plano tem três componentes mínimos: reforma da Previdência, rever os benefícios tributários e a outra questão que tem de ser atacada é uma reforma de estado que vise reformar as carreiras dos servidores públicos. O Brasil não tem problema de excesso de servidores públicos para padrões internacionais. O problema é a remuneração. A remuneração em média calculada pelo Banco Mundial é 67% a mais do que na iniciativa privada para uma função semelhante.”

Subsídios
“No Brasil, foi gerado um número enorme de benefícios tributários. Eram cerca de 2% do PIB e passaram a mais de 4% do PIB. Foram instituídas 298 desonerações tributárias entre 2010 e 2017, mas certamente foram dadas de forma discricionárias. Toda vez que se faz um gasto, o governo dá um subsídio, uma desoneração, é preciso avaliar o custo e benefício desta medida. No Brasil, isso foi negligenciado. Tem de rever e voltar para os 2% do PIB.”

Subsídio ao diesel
“É preciso fazer uma transição para que o subsídio seja gradualmente retirado. Tem de ter uma regra para gasolina e diesel que de alguma forma reflita os preços internacionais, mas que não precisa refletir todos os dias com essa volatilidade que gerou esse imprevisibilidade. Há algumas propostas de fazer a média móvel, de gerar impostos, ou seja, ter um colchão de imposto. Dessa forma, quando está mais barato, é possível adicionar imposto. Ou quando está mais caro, retira imposto de forma a manter o preços mais estável. Estas propostas estão sendo discutidas.”

Teto de gastos
“Eu entendo a boa intenção da medida do teto de gastos, mas ele não resolve o problema. Devemos propor uma substituição do modelo. O que tem de atacar é o seguinte: quais são os problemas que estão fazendo o gasto crescer. Se só colocar o teto de gasto e não fizer a reforma da Previdência, essa coisa vai explodir. Os investimentos públicos estão sendo cada vez mais comprimidos e isso tem decorrências para a nossa infraestrutura. E inicialmente os impactos das medidas como a reforma da Previdência não aparecem no primeiro ano. Então, mesmo que você adote as medidas fiscais que vão equilibrar o Brasil, o teto de gasto tende a ser violado.”

Privatizações
"O papel do Estado na economia é prover bens públicos para as pessoas. E tem áreas em que o Estado é mais fundamental, como educação e saúde. Em outras, é menos. Há que se examinar entre as empresas estatais quais são as que estão realmente servindo as pessoas ao público. A gente é a favor de privatizações. Elas têm de ser examinadas. Os benefícios e custos têm de ser examinados olhando pela ótica social. Só não consideramos que a privatização vai resolver o fiscal. O fiscal é um problema de fluxo, não é um problema de estoque."

Nelson Marconi, assessor econômico de Ciro Gomes (PDT)
“É preciso um ajuste de 2,5% do PIB para (o déficit) chegar a zero. Esse esforço fiscal é entre R$ 150 bilhões e R$ 170 bilhões. Não é possível fazer todo esse ajuste reduzindo apenas a despesa. Há uma combinação das duas coisas. Do lado da receita, haveria o imposto sobre lucros e dividendos, sobre heranças e, dependendo de como as contas públicas estiverem, pode precisar de uma contribuição temporária para a gente reduzir a dívida até um certo patamar. Não está fechado o desenho dessa contribuição. Do lado da despesa, vamos reduzir 15% de subsídios e fazer um pente fino em absolutamente tudo.”

Subsídios
“A ideia é fazer um corte inicial de 15% em subsídio, se possível na ampla maioria, de forma linear. Um ou outro a gente talvez tenha que preservar, mas a ideia é que o corte seja o mais linear possível.”

Subsídio ao diesel
“No curto prazo, a gente não fechou ainda o que vai fazer. Mas é preciso retomar a operação das refinarias, da produção, aumentar a oferta nacional para poder depender menos do preço externo. Precisa aumentar a produção para poder fazer uma política de preços que seja menos dependente do mercado externo. Não dá para manter uma política de preço vinculada ao mercado externo.”

Teto de Gastos
“Pensamos em um teto de gastos que seja mais vinculado ao crescimento do PIB per capita. A gente também pensa na possibilidade de colocar um teto para o crescimento da dívida. São ideias que ainda não estão fechadas. Esse teto que está aí está se mostrando inviável. Se não fizer a reforma da Previdência, ele paralisa o governo. E, pelo prazo que foi estipulado, vai diminuir o tamanho do estado ao longo do tempo.”

Privatizações
"Não existe uma ideologia em relação a isso. Isso é uma coisa que se analisa caso a caso. E sempre pelo interesse da população. Não há um ideologia, com exceção do que a gente chama de ativos estratégicos. O país precisa ter um banco de financiamento, um banco social, Petrobras, Eletrobras, BNDES. Uma boa parte de investimento vai vir de concessão, então não tem essa coisa de ideologia."

Paulo Guedes, assessor econômico de Jair Bolsonaro (PSL)
“Eu quero zerar (o déficit fiscal) em um ano. (...) Tem R$ 300 bilhões de desonerações, acho que de 10 a 20%, entre R$ 30 bilhões e R$ 60 bilhões talvez apareça. Tem também a cessão da Petrobras, a cessão onerosa, pode dar um líquido de R$ 60 bilhões ou R$ 70 bilhões. (...) R$ 20 bilhões do abono salarial - não entra agora, tem que aprovar agora para valer em 2019. Mas tudo bem, vem R$ 20 bi lá na frente me esperando. Entre R$ 16 bilhões e R$ 27 bilhões é (privatização) Eletrobras, que vai seguir. (...) Se isso não funcionar, digamos, dessa forma, na base do ‘junta aqui, ajuda aqui e ajuda ali’, aí é desvinculação de gastos. Aí você joga para a classe política o problema para resolver. (...) Tem três grandes despesas: (...) Previdência é (necessário fazer) a reforma da Previdência, juros (a solução) são as privatizações e pessoal é (preciso fazer) uma reforma administrativa. (...) É o que eu acho que tem que ser: um ataque frontal às despesas públicas, nos três fronts.

Subsídios
“Se depender de mim, não pode haver subsídios para setores específicos, a não ser que muito bem fundamentados.”

Subsídio ao diesel
O assunto não é mencionado na proposta de governo e não foi comentado por Guedes na entrevista à Globonews.

Teto de gastos
“É evidente que vai furar o teto. Tem o teto e tem as (despesas) obrigatórias subindo. Ora, o teto não fica em pé sem reforma (da Previdência), o teto cai. Não tem parede para segurar, o teto vai cair. Nós queremos isso? Não. Nós queremos o teto. Eu quero o teto. (...) Os gastos do governo subiram descontroladamente 30 anos, vamos controlar os gastos. Você não precisa nem cortar muito, é não deixar crescer”, disse Guedes à Globonews. No programa de governo, o partido defende o “Orçamento Base Zero”: “Com o fim do aparelhamento dos ministérios, inverteremos a lógica tradicional do processo de gastos públicos. Cada gestor, diante de suas metas, terá que justificar suas demandas por recursos públicos. Os recursos financeiros, materiais e de pessoal, serão disponibilizados e haverá o acompanhamento do desempenho de sua gestão. O montante gasto no passado não justificará os recursos demandados no presente ou no futuro.”

Privatizações
“Vocês todos elogiam quando a Petrobras vende um ativo para reduzir a dívida, todo mundo bate palma para o Pedro Parente. A União tem que vender ativo. A Petrobras vende refinaria. E o governo pode vender a Petrobras, por que não? (...) É muito interessante isso porque o (Jair) Bolsonaro era associado ao seguinte: ‘não será vendida nenhuma’ (empresa estatal). Ele é uma posição estatizante etc. Agora vai ter uma resultante interessante, porque para mim são todas (que devem ser vendidas). Então, se não tem nenhuma e tem todas, deve ter algo aí no meio.”

Pérsio Arida, assessor econômico de Geraldo Alckmin (PDSB)
"Combater o déficit público é absolutamente fundamental. (...) É sempre muito tentador resolver o problema do déficit público aumentando a carga tributária. A História mostra, no entanto, que esse não é um bom caminho. Primeiro porque a carga tributária já é muito elevada no Brasil. É uma carga tributária típica de países com grau de desenvolvimento muito maior que o nosso. Segundo porque a carga tributária pode se elevar, mas isso simplesmente dá lugar a um aumento no volume de gastos públicos. Nossa carga tributária foi de 21 para 33% do PIB e o déficit é maior agora do que era antes. Claramente o caminho de aumentar a carga tributária não é um bom caminho. Nós vamos rever desonerações fiscais, sim. Nós vamos fazer mudanças importantes de simplificação da carga tributária através do imposto de valor adicionado, vamos diminuir o imposto corporativo para 21% (somando a contribuição social sobre o lucro líquido) contrabalanceado pela tributação sobre dividendos."

Subsídios
"Todo subsídio tem que estar no orçamento. Nada deve estar fora do orçamento. (...) Segundo: há subsídios piores que outros. Subsídio no crédito é muito ruim para a economia, gera enormes distorções. Não tem lanche grátis. Se você dá subsídio para de crédito alguém, pode ter certeza que os outros estão pagando juros mais altos do que precisaria. Então, eu sou totalmente contra subsídios no crédito, subsídios cruzados, tantas formas disfarçadas de subsídios. E muitos subsídios hoje, na verdade, também não precisam acontecer. Assegurando o combate ao déficit público, com confiança na trajetória das reformas, a taxa de juros vai ficar naturalmente baixa."

Subsídio ao diesel
“A resposta é terminar o subsídio ao diesel. (...) Nós temos um problema de déficit enorme, nossa meta é zerar o déficit primário em 2 anos e chegar ao final do 4º ano com superávit de 2 ou 2,5% (do PIB). Um subsídio que custa quase metade do Bolsa Família não vai ter sentido. (...) Primeiro, nós devemos privatizar o refino e a distribuição de derivados de petróleo. Na prática, o monopólio estatal acabou para prospecção, mas continua no refino e na distribuição. Monopólio nunca é bom para a economia, seja ele privado ou público. O segundo aspecto da questão é em relação à formação de preço. O preço doméstico tem que refletir o preço internacional, caso contrário acaba gerando distorções na economia. No entanto, nós gostamos muito do modelo europeu: (...) quando o preço doméstico sobe, a carga tributária baixa. Quanto o preço do petróleo cai, a carga tributária aumenta.”
Teto de gastos
“No caso da União, o que a experiência mostra é que o teto de gastos é fundamental. Como a União tem capacidade de financiamento, os gastos primários – excluídos os juros – do governo federal aumentaram de 11 para 20% do PIB ao longo de quase 20 anos. É um aumento muito expressivo, e só parou em 20 porque tinha teto de gastos. O teto de gastos tem que ser mantido.”

Privatizações
“A privatização é importantíssima para aumentar a eficiência da economia. Nós não precisamos de estatais para fazer políticas públicas. No entanto, tem que se observar que privatização é bom para reduzir a dívida, mas ela não resolve o problema do déficit. O déficit é recorrente. Você vende o ativo hoje, você pode resolver o problema de hoje, amanhã o déficit volta porque ele é todo ano. Privatização tem que ser usada para combater a dívida pública. O principal instrumento que tem que ser usado é corte de gastos. Nós temos gastos excessivos, temos uma enorme ineficiência da máquina pública e vamos enfrentar isso de frente.”
 
Fonte: Redação / G1
 
 
Veja o que é #FATO ou #FAKE nas entrevistas de Ciro Gomes para o Jornal Nacional e para o Jornal das Dez 01/09/2018
 
 
 
Veja o que é #FATO ou #FAKE nas entrevistas de Ciro Gomes para o Jornal Nacional e para o Jornal das Dez
Candidato do PDT à Presidência foi o primeiro entrevistado no JN e no J10. Série de entrevistas terá ainda Jair Bolsonaro, Geraldo Alckmin e Marina Silva.
O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, foi o primeiro entrevistado do Jornal Nacional, da TV Globo, e do Jornal das Dez, da GloboNews, nesta segunda-feira (27).

A série de entrevistas terá ainda nesta semana Jair Bolsonaro (PSL), Geraldo Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede).

A equipe do Fato ou Fake checou as principais declarações de Ciro Gomes. Leia:
“Réu ele (o Carlos Lupi) não é”
A declaração é #FAKE. Veja o porquê: O presidente do PDT, Carlos Lupi, é, sim, réu em uma ação civil pública por improbidade administrativa que tramita na 6ª Vara Federal de Brasília. Segundo o Ministério Público Federal, em 2009 ele viajou para agendas oficiais como ministro do Trabalho em uma aeronave alugada pelo dono de uma empresa que tinha interesses em contratos com o ministério. O MPF diz que contratos foram assinados com a empresa após a viagem. A Justiça aceitou a ação civil pública em 2015. Nos casos de ações civis, quando o MPF apresenta a denúncia, o acusado vira réu assim que o juiz aceita a petição inicial. A partir daí, a lei trata o acusado como réu. O procurador Paulo Galvão, responsável pela ação, confirma que Lupi é reu junto com as demais partes do processo.

A Procuradoria já apresentou réplica às contestações dos réus e reiterou os termos da petição inicial. No momento, o caso está pronto para decisão da juíza Ivani Silva da Luz, que pode condenar ou absolver os réus da acusação de improbidade. O ato de improbidade administrativa é considerado um ilícito jurídico, mas tem natureza cível, não penal. Agentes públicos condenados por improbidade administrativa não podem ser presos, estando sujeitos a outras punições, como a perda da função pública, a devolução de valores e o pagamento de multa. O processo nº 27594-86.2012.4.01.3400 pode ser consultado no site da Justiça Federal.

“63 milhões de pessoas humilhadas com o nome sujo no SPC”
A declaração é #FATO. Veja o porquê: Pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) – divulgada em julho – aponta que o Brasil fechou o primeiro semestre de 2018 com 63,8 milhões de inadimplentes.

Levantamento da Serasa Experian – também publicado em julho – mostrou que 61,8 milhões de brasileiros estavam com o CPF restrito por atrasos no pagamento de contas em junho. O número é superior ao registrado no mesmo período de 2016 e 2017. O total das dívidas foi de R$ 273,4 bilhões, com média de quatro dívidas por CPF, totalizando R$ 4.426 por pessoa, segundo o levantamento.

“220 mil lojas, nos últimos três anos para cá, foram fechadas”
A declaração é #FATO. Veja o porquê: A informação está correta, de acordo com dados divulgados em fevereiro pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Segundo a entidade, 19,3 mil lojas fecharam as portas em 2017; 105,3 mil em 2016; e outras 101,9 mil em 2015, somando 226,5 mil estabelecimentos comerciais fechados no período.

“Ela (Kátia Abreu) é uma pessoa que conhece a economia rural brasileira como poucos, foi ministra da Agricultura, votou contra o impeachment, votou contra o golpe, votou contra a Reforma Trabalhista selvagem que está destruindo a relação de trabalho no Brasil”
A declaração é #FATO. Veja o porquê: A candidata a vice-presidente na chapa de Ciro Gomes (PDT), a senadora Kátia Abreu (PDT-TO), então filiada ao PMDB (atual MDB), votou contra a cassação de Dilma Rousseff em 31 de agosto de 2016. A senadora do Tocantins também foi contrária à inelegibilidade da petista por oito anos. Em 11 de julho de 2017, a senadora votou contra a Reforma Trabalhista no plenário da Casa. Kátia Abreu ainda ocupava o cargo de ministra da Agricultura do governo Dilma Rousseff quando a admissibilidade da denúncia contra a petista foi votada no plenário do Senado, nas sessões de 11 e 12 de maio de 2016.

A checagem se concentrou em verificar as votações às quais o candidato se referiu. Os termos e adjetivos usados pelo candidato não foram levados em conta.
"Um pente-fino em todas as renúncias fiscais, que são R$ 354 bilhões"
A declaração é #FATO. Veja o porquê: O Tribunal de Contas da União (TCU) apontou nas contas da União relativas a 2017 que as renúncias fiscais alcançaram R$ 354 bilhões, representando 5,4% do Produto Interno (PIB) e 30,7% da receita primária.

“[No Ceará] Uma de cada três escolas (do ensino médio) já é ensino em tempo integral profissionalizante”
#NÃO É BEM ASSIM. Veja o porquê: Ao todo, 33% das 653 escolas de ensino médio da rede estadual do Ceará oferecem ensino em tempo integral, de acordo com o Censo Escolar de 2017, do Inep. No entanto, mesmo nessas unidades nem todos os alunos estudam em tempo integral. Apenas 21% das escolas têm mais de 70% dos matriculados nessa modalidade. Em 12% da rede estadual, menos de 70% dos alunos têm acesso ao ensino integral.

Ainda de acordo com o Censo Escolar, 121 escolas estaduais de ensino regular oferecem cursos profissionalizantes. Elas equivalem a 19% do total da rede de ensino médio do Ceará. Incluindo na conta as escolas de Educação de Jovens e Adultos (EJA), esse percentual chega a 23%, com 223 escolas, ainda pouco abaixo do citado por Ciro Gomes.

“As bolsas da Capes estão suspensas para o ano que vem”
A declaração é #FAKE. Veja o porquê: As bolsas não estão suspensas. O Conselho Superior da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) chegou a alertar no início de agosto que, caso o governo federal mantivesse a decisão de cortar 11% do Orçamento do órgão para o ano que vem, podiam ser suspensos os pagamentos "de todos os bolsistas de mestrado, doutorado e pós-doutorado a partir de agosto de 2019". A Capes fez a advertência em um ofício enviado ao ministro da Educação, Rossieli Soares da Silva, em 1º de agosto. Segundo o comunicado, mais de 93 mil estudantes e pesquisadores podiam ser atingidos pelos cortes das bolsas.

Dois dias depois, no entanto, o Ministério da Educação divulgou nota afirmando que "não haverá suspensão do pagamento das bolsas da Capes" em 2019. Na ocasião, o próprio presidente Michel Temer também disse que a verba para a Capes estava garantida e que, se houvesse "problema eventual", ele não deixaria faltar recursos para as bolsas de pós-graduação. "Eu compensarei", afirmou Temer durante visita ao Piauí.

Na mesma semana, o ministro da Educação afirmou em um congresso de jornalismo, em São Paulo, que a pasta "garante que haverá orçamento para a continuidade das bolsas da Capes".

O Orçamento da União ainda não foi aprovado e, por isso, não é possível dizer que houve tal suspensão. Em 14 de agosto, Temer sancionou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2019 permitindo que o reajuste do MEC seja feito conforme a inflação. Mas os valores concretos ainda não foram apresentados.

“A Colômbia está recebendo mais de 500 mil venezuelanos”
A declaração é #FATO. Veja o porquê: Em março deste ano, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) divulgou um relatório detalhado sobre a situação na Venezuela e o impacto na emissão de refugiados para os países vizinhos.

No relatório, a Acnur apontou que, segundo estimativas do governo colombiano, havia 550 mil venezuelanos no país. Pelo menos 230 mil colombianos que viviam na Venezuela retornaram a seu país de origem (alguns em condições semelhantes à de refugiados) e mais de 1 milhão e meio de venezuelanos se registraram até fevereiro deste ano para obter um documento que permitia um acesso diferente à Colômbia.

Já em julho, o Ministério de Relações Exteriores colombiano estimou em 870 mil o número de venezuelanos regularizados, irregulares ou em processo de regularização da sua situação no país. O número de venezuelanos que têm intenção de ficar no país, entretanto, não é claro, já que a Colômbia tem sido utilizada como caminho para acesso dos refugiados a outros países da região, como o Equador e Peru.

 
Fonte: redação e G1
 
 
Veja o que é #FATO ou #FAKE nas entrevistas de Jair Bolsonaro para o Jornal Nacional e para o Jornal das Dez 01/09/2018
 
 
 
Veja o que é #FATO ou #FAKE nas entrevistas de Jair Bolsonaro para o Jornal Nacional e para o Jornal das Dez
O Candidato do PSL à Presidência foi o segundo entrevistado no JN e no J10. Série de entrevistas já teve Ciro Gomes e terá ainda Geraldo Alckmin e Marina Silva.
candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, foi o segundo entrevistado do Jornal Nacional, da TV Globo, e do Jornal das Dez, da GloboNews, nesta terça-feira (28).

A série de entrevistas terá ainda nesta semana Geraldo Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede). Ciro Gomes (PDT) foi o primeiro entrevistado.

A equipe do Fato ou Fake checou as principais declarações de Jair Bolsonaro. Leia:
"Estavam discutindo ali, comemorando o lançamento de um material para combater a homofobia, que passou a ser conhecido como "kit gay". Entre esse material, estava esse livro [Aparelho Sexual e Cia - Um guia inusitado para crianças descoladas]. Se bem que na biblioteca das escolas públicas tem"
A declaração é #FAKE. Veja o porquê: O livro "Aparelho Sexual e Cia - Um guia inusitado para crianças descoladas", do suíço Phillipe Chappuis, publicado no Brasil pela Companhia das Letras, não fez parte do projeto conhecido como "kit gay".

O kit fazia parte do projeto Escola sem Homofobia, que por sua vez estava dentro do programa Brasil sem Homofobia, do governo federal em 2004. Era voltado para a formação de educadores, e não tinha previsão de distribuição do material para alunos. O programa não chegou a ser colocado em prática.

Elaborado por profissionais de educação, gestores e representantes da sociedade civil, o kit era composto de um caderno, uma série de seis boletins, cartaz, cartas de apresentação para os gestores e educadores e três vídeos.

O Ministério da Educação (MEC) informou que não produziu, comprou ou distribuiu o livro "Aparelho Sexual e Cia" e ele não fez parte do Programa Nacional do Livro Didático. Mas as redes estadual e municipal de ensino podem adotar outros livros que acharem convenientes, de forma independente, sem consultar o ministério.

O Ministério da Cultura (MinC) informou que comprou 28 exemplares do livro, em 2011, dentro do Programa Livro Aberto, que não tem relação com bibliotecas escolares. O programa tinha como meta zerar o número de cidades sem bibliotecas.

“Mantive a minha linha em Brasília, inclusive citado no Mensalão por Joaquim Barbosa como o único deputado da base aliada que não foi comprado pelo PT”
#NÃOÉBEMASSIM. Veja o porquê: A citação do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa sobre Bolsonaro se referiu a uma votação específica que aconteceu em outubro de 2003, e não a todo o esquema do mensalão do PT.

Durante o seu voto no julgamento, Barbosa citou a votação da Lei de Falências para exemplificar a compra de votos no Congresso. Ele afirmou que “os líderes dos quatro partidos cujos principais parlamentares receberam recursos em espécie do Partido dos Trabalhadores orientaram suas bancadas a aprovar o projeto” e que “somente o sr. Jair Bolsonaro, do PTB, votou contra a aprovação da referida lei”. “Todos os demais votaram no sentido orientado pelo líder do governo e do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados”, disse, na ocasião.

O ex-ministro afirmou, porém, que “vários parlamentares do PT também desobedeceram à orientação da liderança do partido e do governo e votaram contra a subemenda em referência”.

O Fato ou Fake já havia checado essa mesma declaração durante entrevista na GloboNews, no último dia 4.

"[Fui] citado por Alberto Youssef como um dos três deputados do PP que não buscou dinheiro na Petrobras”
A declaração é #FATO. Veja o porquê: Em depoimento prestado em outubro de 2014 com base em acordo de delação premiada da Operação Lava Jato, o doleiro Alberto Youssef detalhou o esquema de corrupção no Partido Progressista (PP), em que políticos recebiam pagamentos em troca de apoio em votações. Em vídeo, ele citou o nome de três parlamentares que não recebiam dinheiro: uma senadora (Ana Amélia) e dois deputados (Paulo Maluf e Bolsonaro).

"A CLT já garante salários iguais para homens e para mulheres"
A declaração é #FATO. Veja o porquê: O artigo 461 da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) estabelece que "sendo idêntica a função, a todo trabalho de igual valor prestado ao mesmo empregador, na mesma localidade, corresponderá igual salário, sem distinção de sexo, nacionalidade ou idade".

No primeiro parágrafo do mesmo artigo, a lei diz que "o trabalho de igual valor, para os fins deste capítulo, será o que for feito com igual produtividade e com a mesma perfeição técnica entre pessoas cuja diferença de tempo de serviço não for superior a dois anos".

Apesar disso, dados do IBGE apontam que, no 2º trimestre de 2018, o rendimento médio real das mulheres representava 76,5% do salário médio dos homens no país.

"Evitar que para se abrir uma empresa leve em média 100 dias no Brasil. E isso tem que fazer para ajudar a ter emprego no Brasil"
A declaração é #FATO. Veja o porquê: O tempo médio para abrir uma empresa no Brasil é, de fato, alto: 79,5 dias, segundo levantamento de 2017 do Doing Business, do Banco Mundial, que reúne informações sobre empresas 100% nacionais de 190 países, das atividades industriais ou comerciais e que empregam de 10 a 50 pessoas no primeiro mês de operação. Em algumas cidades do país, porém, o tempo médio de abertura de empresas supera os 100 dias, de acordo com levantamento da Endeavor do mesmo ano. É o caso de Campinas (SP), Porto Alegre, Manaus, Teresina e Caxias do Sul (RS), por exemplo.

“Eu fui o único a votar contra [a PEC das Domésticas] em dois turnos”
A declaração é #FAKE. Veja o porquê: Nenhum deputado votou contra a PEC das Domésticas nos dois turnos de votação no plenário da Câmara. No 1º turno, em 21 de novembro de 2012, Bolsonaro estava ausente e não participou da votação da proposta. Naquela vez, apenas os deputados Roberto Balestra (PP-GO) e Zé Vieira (PR-MA) foram contra a PEC.

No 2º turno, em 4 de dezembro de 2012, dois deputados se posicionaram contra a proposta: o deputado Vanderlei Siraque (PT-SP) e o candidato a presidente pelo PSL, deputado Jair Bolsonaro, então filiado ao PP do Rio de Janeiro.

A PEC 478 de 2010 ampliava os direitos trabalhistas de domésticas, babás, cozinheiras e outros trabalhadores em residências. A proposta foi promulgada em 3 de abril de 2013.

"Em novembro de 2010, estava passando pelos corredores da Câmara e tomei conhecimento que tinha acabado o 9º Seminário LGBT Infantil"
A declaração é #FAKE. Veja o porquê: Não ocorreu na Câmara dos Deputados, em novembro de 2010, nenhum evento chamado "9º Seminário LGBT Infantil”.

Em maio de 2012, foi organizado no auditório Nereu Ramos, da Câmara, o "9º Seminário LGBT no Congresso Nacional", um evento realizado anualmente. Naquele ano, foram discutidos os temas "infância e sexualidade".

Idealizador do seminário, o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) escreveu no pedido de autorização para organizar o evento que o objetivo era debater com a sociedade civil e o governo federal “sobre a infância e a adolescência de meninos e meninas que sofrem bullying e violência doméstica por escapar dos papéis de gênero definidos pela sociedade".

O lema do seminário foi "Todas as infâncias são esperança”. Especialistas em direito, educação, sexualidade, psicologia e cultura participaram do seminário.

"Entre na internet, pegue lá ‘Plano Nacional de Promoção e Cidadania LGBT.’ São 180 itens, entre eles a desconstrução da heteronormatividade, ou seja, estão ensinando em algumas escolas que homem e mulher está errado, pode ser, sim, homem com homem, mulher e mulher"
A declaração é #FAKE. Veja o porquê: O Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, produzido pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República com apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), em 2009, tem 180 itens, mas em nenhum momento menciona que um relacionamento heterossexual, entre homem e mulher, está errado.

O objetivo do plano é "orientar a construção de políticas públicas de inclusão social e de combate às desigualdades para a população LGBT, primando pela intersetorialidade e transversalidade na proposição e implementação dessas políticas".

O documento menciona a palavra "heteronormatividade" apenas uma vez, no item 1.2.20, quando diz que o Sistema Único de Saúde (SUS) precisa reconhecer e incluir nos sistemas de informação e no planejamento familiar, "todas as configurações familiares protagonizadas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, com base na desconstrução da heteronormatividade". Heteronormatividade é um conceito usado pra tratar a relação homem e mulher como norma e as demais, como desvio.

"Não, me desculpe, a senhora não ouviu [eu falar que uma mulher deve ganhar menos que um homem]. Eu nunca [disse isso]"
A declaração é #FAKE. Veja o porquê: Em entrevista ao programa "SuperPop", da Rede TV, no dia 15 de fevereiro de 2016, Jair Bolsonaro foi perguntado sobre o que ele achava pessoalmente de contratar uma mulher com o mesmo salário de um homem. "Eu não empregaria com o mesmo salário", respondeu.

A equipe do Fato ou Fake já havia checado declaração similar durante o debate da RedeTV.
“Meninas entre 10 a 19 anos são responsáveis por 20% dos partos no Brasil”
A declaração é #FATO. Veja o porquê: A Pesquisa Saúde Brasil, realizada pelo Ministério da Saúde com base em dados do Sinasc (Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos) relativos ao ano de 2015, aponta uma taxa de nascidos vivos de jovens entre de 10 e 19 anos em todo o país de 18%, percentual próximo ao citado pelo candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, em entrevista ao Jornal das Dez, da GloboNews. Esse percentual representa 546.529 crianças dos cerca de 3 milhões de nascidos vivos no ano. De acordo com esse estudo, divulgado em maio de 2017, o Nordeste é a região do país que registra a maior taxa de nascidos vivos de jovens menores de 20 anos (32%), enquanto o Centro-Oeste contabiliza a menor taxa (8%).

“Temos aproximadamente 10 mil [médicos] cubanos no Brasil”
A declaração é #FATO. Veja o porquê: Segundo o Ministério da Saúde, atualmente 8.557 médicos cubanos atuam no país por meio do programa Mais Médicos, o que representa um percentual de 47% dos profissionais que participam da iniciativa. O número de brasileiros que integram o programa é apenas um pouco menor: são 8.459 médicos formados no Brasil ou no exterior.

 
Fonte: redação e G1
 
 
Veja o que é #FATO ou #FAKE nas entrevistas de Geraldo Alckmin para o Jornal Nacional e para o Jornal das Dez 01/09/2018
 
 
 
Veja o que é #FATO ou #FAKE nas entrevistas de Geraldo Alckmin para o Jornal Nacional e para o Jornal das Dez
O Candidato do PSDB à Presidência foi o terceiro entrevistado no JN e no J10. Série de entrevistas já teve Ciro Gomes e Jair Bolsonaro e terá ainda Marina Silva.
candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, foi o terceiro entrevistado do Jornal Nacional, da TV Globo, e do Jornal das Dez, da GloboNews, nesta quarta-feira (29).

A série de entrevistas terá ainda nesta semana Marina Silva (Rede). Ciro Gomes (PDT) e Jair Bolsonaro (PSL) já foram entrevistados.

A equipe do Fato ou Fake checou as principais declarações de Geraldo Alckmin. Leia:
“(Aécio Neves) foi afastado da presidência do partido. Nunca me passou pela cabeça ser presidente do PSDB. Eu só fui eleito presidente do PSDB porque ele foi afastado. O partido fez o que tinha que ser feito: afastou, fez nova eleição, elegeu uma nova direção partidária e o Aécio responde na Justiça”
A declaração é #FAKE. Veja o porquê: O senador Aécio Neves se licenciou da presidência do PSDB. Ele não foi afastado, como afirma o candidato.

Em 18 de maio de 2017, Aécio divulgou uma nota comunicando que estava se licenciando da presidência do partido. Na mesma nota, Aécio diz ter indicado à Executiva Nacional do PSDB o nome do senador Tasso Jereissati (CE) para exercer a função interinamente.

A licença de Aécio da presidência do partido ocorreu no mesmo dia em que ele foi afastado do mandato de senador por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato.

Um dia antes, 17 de maio, o dono da JBS Joesley Batista entregou à Procuradoria-Geral da República (PGR) a gravação de uma conversa entre ele e Aécio, na qual o senador pede a ele R$ 2 milhões para pagar a defesa do tucano na Lava Jato.

Pressionado, em 9 de novembro Aécio afastou o senador Tasso Jereissati (CE), que comandava o PSDB interinamente, e reassumiu a presidência do partido para, logo em seguida, indicar o ex-governador de São Paulo Alberto Goldman para ficar no posto. Ele deixou o cargo. Novamente, não foi afastado.

Goldman comandou o partido por um mês. Em 9 de dezembro, a convenção nacional do PSDB elegeu Geraldo Alckmin para a presidência da sigla. Alckmin recebeu 470 votos a favor e 3 contra. Houve uma abstenção.

“Em Alagoas... Questão local, eu não sou candidato a presidente da República do Fernando Collor de Mello nem do PTC. O PTC não me apoia, a coligação do PTC não é com o PSDB”
A declaração é #FATO. Veja o porquê: De fato, o PTC não está entre os partidos que, em âmbito nacional, apoiam a candidatura a presidente de Geraldo Alckmin. Estão na coligação do tucano PTB, PP, PR, DEM, Solidariedade, PPS, PRB e PSD. O PTC está aliado nacionalmente ao Podemos, ao PRP e ao PSC, que têm Alvaro Dias como candidato ao Palácio do Planalto.

Contudo, o PSDB é o principal partido da chapa que, em Alagoas, tem Fernando Affonso Collor de Mello como candidato ao governo. O vice de Collor, aliás, é do PSDB: o vereador Kelmann Vieira, de Maceió.

Dos partidos que nacionalmente se aliaram a Alckmin, estão na coligação de Collor, além do PSDB, o PP, PSB, PSC, PROS, PRB e o DEM. Nenhum dos outros quatro candidatos ao governo de Alagoas é de partido que esteja nacionalmente coligado a Alckmin.

O único palanque possível para o tucano em Alagoas é o de Collor. O ex-presidente, que sofreu impeachment em 1992, é atualmente senador com mandato até o fim de 2022. Ele retornará ao Congresso Nacional caso seja derrotado na disputa estadual.

“O Eduardo Azeredo já está afastado da vida pública há quase dez anos”
A declaração é #FAKE. Veja o porquê: Eduardo Azeredo renunciou ao mandato de deputado federal em 19 de fevereiro de 2014. Naquele dia, a carta de renúncia foi lida no plenário da Câmara dos Deputados. A leitura do documento era necessária para que o ato de renúncia fosse oficializado.

A renúncia de Azeredo se deu 12 dias depois de o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ter entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF) documento com as alegações finais no processo que ficou conhecido como mensalão mineiro. Com isso, a ação penal entrou em sua reta final antes de ir a julgamento.

Azeredo foi acusado pela PGR pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro, acusado de desvio de recursos públicos, por meio de empresas de publicidade, para sua campanha à reeleição ao cargo de governador de Minas Gerais, em 1998.

Em 27 de março daquele ano, o plenário do Supremo Tribunal Federal decidiu enviar o processo do mensalão mineiro para a primeira instância da Justiça de Minas Gerais. A maioria dos ministros considerou que, com a renúncia, Azeredo perdeu o foro privilegiado.

Em dezembro de 2015, Azeredo foi condenado em primeira instância a 20 anos e 10 meses de prisão em regime fechado.

Em agosto de 2017, o Tribunal de Justiça mineiro manteve a condenação de Azeredo. A pena foi reduzida para 20 anos e 1 mês de prisão em regime fechado.

Em 22 de maio deste ano, o TJ-MG negou o último recurso da defesa do ex-parlamentar, e decretou a prisão dele – com base no novo entendimento do STF que permite o início do cumprimento de pena após condenação em segunda instância.

No dia seguinte, Azeredo se entregou em uma delegacia de Belo Horizonte. Por ser ex-governador do estado, o político foi encaminhado para cumprir pena numa sala de Estado Maior dentro de um quartel do Corpo de Bombeiros. Azeredo ainda é filiado ao PSDB.

“Tínhamos, em 2001, 13 mil assassinatos por ano. Reduzimos para 11,10, 9, 8, 7, 8, e, no ano passado, 3.503, para 45,5 milhões de habitantes. São Paulo é maior que a Argentina”
A declaração é #FATO. Veja o porquê: Dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo apontam que o número de vítimas de homicídio doloso no estado caiu de cerca de 13 mil em 2001 para 3.504 em 2017.

Em relação à comparação com a Argentina, a informação também está correta. O estado de São Paulo tem aproximadamente 45,6 milhões de habitantes segundo projeção do IBGE. Já dados do Banco Mundial apontam que a população da Argentina é de 44,3 milhões de pessoas.

"Quando o Fernandinho Beira-Mar, que é aqui do Rio de Janeiro, o governo federal não tinha onde colocá-lo, não existia penitenciária de segurança máxima no Brasil. Nós já tínhamos em São Paulo três penitenciárias de segurança máxima”
A declaração é #FAKE. Veja o porquê: Fernandinho Beira-Mar chegou à Penitenciária de Presidente Bernardes, no interior de São Paulo, em 27 de fevereiro de 2003. Na ocasião, já existiam pelo menos três presídios de segurança máxima no Rio de Janeiro: Bangu 1, onde estava o traficante, Bangu 2 e Bangu 3. O primeiro foi inaugurado em 1988.

“Não tem (comunicação com o mundo exterior). Nós temos o scanner, nós temos controle, nós temos penitenciária de segurança máxima antes do governo federal. Tem regime disciplinar diferenciado, isolamento absoluto”
A declaração é #FAKE. Veja o porquê: Casos recentes mostram que há, sim, comunicação de presos com criminosos fora da cadeia, inclusive em presídios de segurança máxima. Uma investigação do Ministério Público de São Paulo revelada em julho deste ano mostra que a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) mandou matar centenas de pessoas em vários estados do Brasil a partir da Penitenciária 2, de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo. As ordens e os pedidos de autorização para o assassinato de rivais da facção chegavam e saíam da penitenciária por meio de cartas, que, depois de lidas, eram descartadas na rede de esgoto, de acordo com a Promotoria. Telas instaladas no encanamento ajudaram a represar o material.

Entre os pedidos de assassinatos estão os que originaram a rebelião na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte, em janeiro de 2017, que terminou com 26 mortos; a rebelião em Crateús, no interior do Ceará, em outubro de 2017, quando três pessoas foram encontradas mortas a tiros e facadas na Zona Rural da cidade; e o assassinato do agente penitenciário Alex Belarmino Almeida Silva, morto com 23 tiros em setembro de 2016, em Cascavel, Paraná.

O Ministério Público denunciou 75 integrantes da facção. E as provas recolhidas poderão ajudar outros estados a identificar e prender quem participou das mortes.

Em maio deste ano, a GloboNews também teve acesso a gravações telefônicas autorizadas pela Justiça que mostram diálogos entre criminosos e o traficante Wilson Gonçalves Moreira, conhecido como “Pelé”, preso na Penitenciária 2 de Lavínia, no Noroeste paulista, outro presídio de segurança máxima do Estado.

Em um dos áudios, “Pelé” ensina um traficante chamado Jorge a fazer as drogas renderem mais. A investigação do Ministério Público apontou que, mesmo preso, ele chefiava parte do tráfico de drogas na Baixada Santista.

Também não é possível dizer que há controle total sobre a entrada de aparelhos no sistema. Agentes penitenciários aprenderam, apenas em 2017, 664 aparelhos celulares em 21 dos 23 presídios de São Paulo que possuem bloqueadores de sinal.

“Você sabe quantos presos nós temos em São Paulo? 228.000 presos, nós temos 22% da população brasileira, 35% da população carcerária”
A declaração é #FATO. Veja o porquê: Levantamento feito pelo G1 em janeiro deste ano mostrou que São Paulo tinha 225.874 presos, o equivalente a 33% da população carcerária do país. Os dados do sistema penitenciário foram obtidos com todas as secretarias da Administração Penitenciária dos estados. É o dado oficial mais atualizado do cenário brasileiro, já que o último Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (Infopen), do Ministério da Justiça, foi divulgado em dezembro de 2017, mas com dados referentes apenas a junho de 2016. O levantamento do G1 foi feito dentro do Monitor da Violência, parceria do portal com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O estado de São Paulo tem em 2018, segundo estimativas do IBGE, 21,8% da população brasileira, com 45,5 milhões de habitantes.

“Quando eu assumi o governo em 2011, ele (Paulo Vieira de Souza) já estava fora do governo (...) Quando eu assumi o governo, o Rodoanel Sul estava inaugurado e ele não estava mais no governo”
A declaração é #FATO. Veja o porquê: Paulo Vieira de Souza deixou a diretoria da Dersa, em abril de 2010. O trecho Sul do Rodoanel foi inaugurado no mesmo mês pelo então governador Alberto Goldman, que havia assumido após a saída do titular José Serra, ambos do PSDB.

“As minhas campanhas sempre foram feitas de maneira simples. E rigorosamente dentro da lei. Nunca teve cartão nenhum. Aliás, a própria pessoa que fez essa delação, ela nem participou da reunião, ela mesmo disse”
#NÃOÉBEMASSIM. Veja o porquê: Quando foi candidato à Presidência da República em 2006, Geraldo Alckmin gastou R$ 79,2 milhões, de acordo com o TSE. Ficou atrás apenas do vencedor daquela eleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que desembolsou R$ 91,4 milhões na campanha.

Nas últimas duas campanhas que fez para governador de São Paulo, Geraldo Alckmin foi um dos que mais gastaram, segundo dados do TSE. Em 2010, quando foi eleito, o candidato registrou despesa total de R$ 34,2 milhões, a maior do pleito, acima de Aloízio Mercadante (PT), com R$ 20,2 milhões, e Paulo Skaf (PSB), com R$ 18,2 milhões. Na campanha para reeleição, em 2014, Alckmin desembolsou R$ 40,3 milhões, sendo superado naquela eleição apenas por Alexandre Padilha (PT), que gastou R$ 47,9 milhões.

Sobre o cartão, três delatores da Odebrecht afirmaram que houve pagamento de caixa 2 para a campanha de 2010 de Geraldo Alckmin ao governo de São Paulo. Benedicto Junior, Carlos Armando Paschoal e Arnaldo Cumplido. As delações fazem parte do pacote de colaborações premiadas de ex-executivos da empreiteira, homologadas em janeiro de 2017 pela presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia.

O delator a que o candidato faz referência é Carlos Armando Paschoal. Em seu depoimento à Procuradoria-Geral da República, Paschoal relatou ter acompanhado um falecido conselheiro da Odebrecht, Aluisio Araújo, em um encontro com Alckmin em um escritório particular do então candidato. Ele diz que Araújo pediu a ele que aguardasse na antessala do candidato enquanto conversava com Alckmin no escritório. Segundo Paschoal, o pedido de caixa 2 foi feito quando estavam apenas Alckmin e Araújo reunidos.

No restante do depoimento, no entanto, o delator afirma que logo após o encontro foi chamado à sala. Lá, diz que recebeu, sim, um cartão com nome e contatos do cunhado de Alckmin, Adhemar Ribeiro. Mais tarde, segundo o relator, ele foi informado por Araújo quando já estavam no carro da combinação para o pagamento de caixa 2 para a campanha. Paschoal afirmou à PGR que ele mesmo fez os contatos com o cunhado de Alckmin para combinar os pagamentos dos valores, em cinco ou seis encontros. Os valores pagos por meio de caixa 2 chegaram a R$ 2 milhões, de acordo com o delator.
"Nós temos hoje 440 mil crianças ainda de 4 e 5 anos fora da pré-escola"
A declaração é #FATO. Veja o porquê: O número de crianças nessa faixa etária fora da escola consta do relatório do 2º Ciclo de Monitoramento das Metas do Plano Nacional de Educação (PNE), divulgado em junho. A meta era de que 100% das crianças do Brasil estivessem matriculadas na pré-escola até 2016, mas 450 mil não foram atendidas.

“Hoje de cada 100 alunos, 41 não terminam o ensino médio”
A declaração é #FATO. Veja o porquê: Segundo estudo elaborado pelo Movimento Todos pela Educação em abril de 2017, com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2015, 41,5% dos jovens brasileiros de 19 anos não terminam o ensino médio no país. O estudo “Education at a Glance”, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), também divulgado em 2017, aponta que, cinco anos após ingressarem no ensino médio, 41% dos estudantes brasileiros abandonam a escola sem se formar.

“Hoje, você tem o déficit primário. Quem assumir no dia 1º de janeiro, já entra devendo R$ 139 bilhões pela LDO. Sexto ano”
A declaração é #FATO. Veja o porquê: Segundo dados do Tesouro Nacional, o primeiro ano da série de déficit primário do governo central foi em 2014, quando gastou R$ 23,482 bilhões a mais do que arrecadou. O ano de 2017 foi o quarto ano seguido de déficit (R$ 124,261 bilhões), o que representou 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018 prevê déficit ainda maior, de R$ 161 bilhões para este ano (2,26% do PIB), enquanto a LDO de 2019, que foi aprovada pelo Congresso e segue para sanção presidencial, projeta déficit de R$ 139 bilhões para o ano que vem, que será o sexto consecutivo de déficit.

A equipe do Fato ou Fake já havia checado declaração similar em entrevista dele na GloboNews.

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Fonte: redação e G1
 
 
Veja o que é #FATO ou #FAKE nas entrevistas dos presidenciáveis para o Jornal Nacional e para o Jornal das Dez 01/09/2018
 
 
 
Veja o que é #FATO ou #FAKE nas entrevistas dos presidenciáveis para o Jornal Nacional e para o Jornal das Dez
Candidatos Ciro Gomes, Jair Bolsonaro, Geraldo Alckmin e Marina Silva participaram de série de entrevistas no JN e no J10.
uatro candidatos à Presidência foram entrevistados no Jornal Nacional, da TV Globo, e no Jornal das Dez, da GloboNews, nesta semana, de segunda (27) a quinta (30).

A série de entrevistas teve, na ordem, Ciro Gomes (PDT), Jair Bolsonaro (PSL), Geraldo Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede).

A equipe do Fato ou Fake checou as principais declarações dos políticos. Veja cada uma, pela ordem de realização:
A CHECAGEM: Veja o que é #FATO ou #FAKE nas entrevistas de Ciro Gomes para o Jornal Nacional e para o Jornal das Dez

A ENTREVISTA AO JN: Ciro Gomes diz ao JN ter "confiança cega" em Lupi e é questionado sobre a crítica de que a proposta do SPC pode iludir o eleitor

A ENTREVISTA AO J10: Ciro Gomes diz que se eleito criará tributos sobre lucros, dividendos e grandes heranças
A CHECAGEM: Veja o que é #FATO ou #FAKE nas entrevistas de Jair Bolsonaro para o Jornal Nacional e para o Jornal das Dez

A ENTREVISTA AO JN: Bolsonaro diz ao JN que criminoso não é "ser humano normal" e defende policial que "matar 10, 15 ou 20"

A ENTREVISTA AO J10: Bolsonaro diz que se eleito extinguirá Ministério das Cidades e mandará dinheiro diretamente para prefeituras
A CHECAGEM: Veja o que é #FATO ou #FAKE nas entrevistas de Geraldo Alckmin para o Jornal Nacional e para o Jornal das Dez

A ENTREVISTA AO JN: Alckmin diz ao JN que chefes de facção não dão ordens de dentro do presídio e nega irregularidades no Rodoanel

A ENTREVISTA AO J10: Alckmin diz que se eleito vai contrariar FHC e não descriminalizará uso de drogas
A CHECAGEM: Veja o que é #FATO ou #FAKE nas entrevistas de Marina Silva para o Jornal Nacional e para o Jornal das Dez

A ENTREVISTA AO JN: Marina defende alianças estaduais com partidos do "Centrão" e diz que fará debate sobre idade mínima para aposentadoria

A ENTREVISTA AO J10: Marina afirma que se eleita nomeará civil para Ministério da Defesa, embora diga não ter preconceito contra militares

 
Fonte: redação e G1
 
 
Veja o que é #FATO ou #FAKE nas entrevistas de Marina Silva para o Jornal Nacional e para o Jornal das Dez 31/08/2018
 
 
 
Veja o que é #FATO ou #FAKE nas entrevistas de Marina Silva para o Jornal Nacional e para o Jornal das Dez
Candidata da Rede à Presidência foi a última entrevistada no JN e no J10. Série de entrevistas teve ainda Ciro Gomes, Jair Bolsonaro e Geraldo Alckmin.
candidata da Rede à Presidência, Marina Silva, foi a última entrevistada do Jornal Nacional, da TV Globo, e do Jornal das Dez, da GloboNews, nesta quinta-feira (30).

A série de entrevistas teve ainda Ciro Gomes (PDT), Jair Bolsonaro (PSL) e Geraldo Alckmin (PSDB).
"60% da direção da Rede foi favorável ao impeachment e dois deputados tiveram uma posição contrária"
A declaração é #FATO. Veja o porquê: Um texto publicado no site da Rede Sustentabilidade em novembro de 2016 registra que 60% dos integrantes do Elo Nacional (nome que o partido dá ao Diretório Nacional) foram favoráveis ao impeachment. O restante ficou dividido entre a posição contrária ao impeachment e a abstenção. Na votação do impeachment na Câmara dos Deputados, dois deputados da Rede, de fato, votaram contra o impeachment (Alessandro Molon, do RJ, e Aliel Machado, do PR). Os outros dois foram a favor (Miro Teixeira, do RJ, e João Derly, do RS).

"Desde 2010 que eu defendo, 2010 quando ninguém debatia isso, que a gente tinha que transitar para um regime de capitalização e contribuições”
A declaração é #FATO. Veja o porquê: A candidata já fazia referência à proposta de transição de um modelo previdenciário de repartição (em que as contribuições de ativos financiam os aposentados) para a chamada capitalização (em que são criados fundos com os recursos dos contribuintes ativos para a manutenção das aposentadorias deles próprios) em seu plano de governo para a campanha à Presidência da República em 2010.

O texto da proposta apresentada naquela época dizia que "o desafio estratégico é transitar de um sistema de repartição deficitário no tempo para um regime de capitalização unificado para todos os trabalhadores, o que demandará uma forte estrutura de financiamento de longo-prazo".

“O Itamar Franco, quando assumiu, não tinha uma base e conseguiu juntar diferentes partidos para conseguir governar”
#NÃOÉBEMASSIM. Veja o porquê: O então vice-presidente Itamar Franco contou, ainda em meados de 1992, com a formação de um grupo suprapartidário no Senado para oferecer a ele a estrutura política necessária para o caso de impeachment de Fernando Collor de Mello. Ou seja, conseguiu costurar uma base antes mesmo de assumir.

Esse grupo contava, entre outros, com Pedro Simon (PMDB), Maurício Correia (PDT), Alexandre Costa (PFL) e José Sarney (PMDB). Depois da queda de Collor, Itamar escolheu nomes de seu círculo de amigos para alguns ministérios, como Paulo Roberto Haddad para o Planejamento, Murilo Hingel (PMDB) para a Educação, e Henrique Hargreaves (PFL) para o Gabinete Civil. Para as outras pastas, escolheu nomes de seis diferentes partidos (PSB, PMDB, PFL, PSDB, PTB e PDT).

Na Câmara, a negociação para apoio a Itamar também contava com nomes como Ulysses Guimarães, Nelson Jobim, Antônio Britto e Odacir Klein, do PMDB. Governadores como Luiz Antônio Fleury Filho (PMDB-SP) e Leonel Brizola (PDT-RJ) também participaram das negociações.

“A Universidade Federal de Minas Gerais fez um estudo de que 80% das atividades domésticas são feitas por mulheres”
A declaração é #FATO. Veja o porquê: O estudo citado por Marina Silva é uma tese de doutorado defendida na Universidade Federal de Minas Gerais. A autora Jordana Cristina de Jesus mostra que as mulheres são responsáveis por 85% dos afazeres domésticos e a maior parte dessas atividades é realizada para outras pessoas da família. Ela estima que o trabalho doméstico geraria o equivalente a 10% do Produto Interno Bruto brasileiro (PIB) caso fosse remunerado. A pesquisadora utilizou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2013 a 2016.

Segundo a PNAD, o cenário mudou pouco de 2013 para cá. Em 2017, 92,6% das mulheres realizavam afazeres domésticos e cuidados de pessoas enquanto que 78,7% dos homens faziam as mesmas atividades. Além disso, as mulheres dedicaram quase o dobro de horas dos homens aos afazeres domésticos.

“Sou a única candidata que diz que apoia a Lava Jato”
A declaração é #FAKE. Veja o porquê: O candidato à Presidência da República pelo Podemos, Alvaro Dias, não só se apresenta como defensor da Lava Jato como tem repetido durante a atual campanha que convidará o juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Criminal de Curitiba, para ser o ministro da Justiça de seu governo, caso vença a eleição.

O candidato à Presidência pelo PSDB, Geraldo Alckmin, também afirma apoiar a investigação liderada pela força-tarefa do Ministério Público Federal e pela Polícia Federal de Curitiba. Em entrevista ao Jornal Nacional, nesta quarta-feira, Alckmin declarou: “Defendo a Lava Jato, defendo as investigações. É importantíssimo que elas ocorram. Vamos sair desse episódio melhores”.

Já o candidato à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes, diz que apoia a Lava Jato, mas fez ressalvas quanto aos desdobramentos da operação. “Apoio a Lava Jato porque ela é uma virada de página na crônica de impunidade que sempre marcou a corrupção dos grandes no Brasil. Porém, a Lava Jato só prestará bom serviço se for vista pela maioria ou pelo conjunto da sociedade como uma coisa equilibrada.”
“Eu fui a única candidata até agora a ir até a Transparência Internacional. E eles produziram mais de 70 propostas para combate à corrupção, um trabalho denso e eu me comprometi”
A declaração é #FAKE. Veja o porquê: Marina Silva se encontrou com representantes da Transparência Internacional em 25 de julho, mas não foi a única. No dia 29 de agosto, o candidato do PSOL à Presidência, Guilherme Boulos, esteve na entidade, em reposta a um convite enviado a todos os candidatos à Presidência da República. As duas visitas foram confirmadas pela assessoria de imprensa da Transparência Internacional no Brasil.

A Transparência Internacional é um dos movimentos e organizações sem vínculos partidários que participam da campanha nacional “Unidos Contra a Corrupção”. O projeto lançou um documento que lista uma série de medidas contra a corrupção. Segundo o site da campanha, a intenção é “transformar as novas medidas contra a corrupção em pauta prioritária no Congresso em 2019”. A entidade informou que fez um convite a todos os candidatos à Presidência para conhecerem as medidas.

“Eu, quando entrei no Ministério do Meio Ambiente, tinha mais de 40 hidrelétricas que não tinham licenças, aquilo que foi competência do Ibama, nós limpamos a pauta e o que não dava para fazer nós dissemos claramente aos empreendedores: ‘Não dá para fazer, como foi o caso da Tijuco Alto’”
A declaração é #FATO. Veja o porquê: Marina Silva assumiu o Ministério do Meio Ambiente no início do primeiro governo Lula, em janeiro de 2003.

A partir de 2004, a viabilidade ambiental dos empreendimentos passou a ser analisada antes de a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) fazer a concessão da hidrelétrica para o empresário.

Numa nota oficial divulgada em setembro de 2004, o Ministério do Meio Ambiente informa que, até a mudança no sistema de licenciamento ambiental, havia 45 hidrelétricas com problemas de licenciamento (no velho modelo do Setor Elétrico): eram 21 empreendimentos com baixa complexidade, e 24 com alta complexidade.

A mesma nota afirma que, com o licenciamento para o início da construção da Hidrelétrica Foz do Chapecó, no Rio Uruguai, na divisa entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul, naquele momento restavam apenas quatro empreendimentos de alta complexidade do modelo antigo do setor elétrico em avaliação no Ibama: Estreito (no Rio Tocantins, entre Maranhão e Tocantins); Itaocara (no Rio Paraíba do Sul, entre Minas Gerais e Rio de Janeiro); Paiquerê (no Rio Pelotas, entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul); e Couto Magalhães (no Rio Araguaia, entre Mato Grosso e Goiás).

Uma consulta aos processos de licenciamento ambiental no site do Ibama mostra que, entre janeiro de 2003 e 13 de maio de 2008, período em que Marina esteve à frente do Ministério do Meio Ambiente, o Ibama concedeu 131 licenças para hidrelétricas.

Neste total estão incluídas licenças prévias (quando o Ibama analisa se a obra é viável ambientalmente); licenças de instalação (etapa em que o empreendedor recebe autorização para começar a obra); licenças de operação (quando a usina recebe sinal verde para entrar em funcionamento) e autorizações de supressão de vegetação (para corte de vegetação na área de formação do reservatório, antes da licença de operação); além de renovações e retificações dessas licenças.

Sobre a Usina Hidrelétrica de Tijuco Alto, na divisa entre os estados de São Paulo e do Paraná, o processo de licenciamento ambiental deu entrada no Ibama em 2004. No ano seguinte, foi entregue o Estado de Impacto Ambiental. Dois anos depois, foram realizadas audiências públicas nos municípios de Cerro Azul (PR), Adrianópolis (PR), Ribeira (SP), Registro (SP) e Eldorado (SP), que sofreriam impactos pela obra. As audiências tiveram grande participação da sociedade e fortes manifestações contrárias ao empreendimento. Em 2016, o Ibama decidiu indeferir a concessão da licença prévia para a construção da usina, devido à inviabilidade ambiental.

“A (licença) da(s) hidrelétrica(s) de Santo Antônio e Jirau foi dada durante a minha gestão, um dos licenciamentos mais difíceis”
A declaração é #FATO. Veja o porquê: A licença prévia da usina de Santo Antônio, no Rio Madeira, foi concedida em 10 de julho de 2007, antes do leilão da hidrelétrica, quando Marina ainda era ministra do Meio Ambiente. A licença prévia de Jirau, no Rio Madeira, foi concedida também em 10 de julho daquele ano. A hidrelétrica foi leiloada em 19 de maio de 2008, após a saída de Marina do governo.

A declaração é #FATO. Veja o porquê: A licença prévia da usina de Santo Antônio, no Rio Madeira, foi concedida em 10 de julho de 2007, antes do leilão da hidrelétrica, quando Marina ainda era ministra do Meio Ambiente. A licença prévia de Jirau, no Rio Madeira, foi concedida também em 10 de julho daquele ano. A hidrelétrica foi leiloada em 19 de maio de 2008, após a saída de Marina do governo.

A declaração é #FATO. Veja o porquê: A licença prévia da usina de Santo Antônio, no Rio Madeira, foi concedida em 10 de julho de 2007, antes do leilão da hidrelétrica, quando Marina ainda era ministra do Meio Ambiente. A licença prévia de Jirau, no Rio Madeira, foi concedida também em 10 de julho daquele ano. A hidrelétrica foi leiloada em 19 de maio de 2008, após a saída de Marina do governo.
Já as licenças de instalação e de operação de Santo Antônio foram concedidas em agosto de 2008 e setembro de 2011, respectivamente, quando Marina já havia deixado o ministério. As licenças de instalação e operação de Jirau foram concedidas em junho de 2009 e outubro de 2012.

“No Rio Grande do Sul, nós estamos coligados com um jovem que foi prefeito de Pelotas e esse jovem, sobre ele não pesa absolutamente nada”
A declaração é #FAKE. Veja o porquê: O ex-prefeito de Pelotas a que Marina Silva se refere na entrevista é o advogado Eduardo Leite, de 33 anos, candidato do PSDB ao governo do Rio Grande do Sul. O tucano comandou o município entre 2013 e 2016 e também já foi vereador da cidade.

Eduardo Leite é réu na Justiça do Rio Grande do Sul em, pelo menos, duas ações de improbidade administrativa (irregularidade – e não um crime – cometido por um agente que tenha o controle de recursos ou bens públicos). Os processos tramitam na 4ª Vara Cível Especializada em Fazenda Pública da comarca de Pelotas.

Em uma das ações, ajuizada pelo Ministério Público gaúcho em 2016, ele é acusado de ter contratado, sem licitação, uma empresa para prestar serviço de limpeza em escolas públicas de Pelotas.

Em outro processo em que ele é réu por improbidade, também de 2016, os promotores de Justiça acusam Eduardo Leite de, no exercício do cargo de prefeito de Pelotas, ter alugado um imóvel, em 2013, para instalar a Secretaria Municipal de Gestão da Cidade e Mobilidade Urbana, sendo que a pasta só ocupou efetivamente o prédio mais de dois anos depois.

Nesse período, afirma o Ministério Público do Rio Grande do Sul, a prefeitura “desembolsou considerável quantia referente ao aluguel do prédio”.

As duas ações de improbidade administrativa nas quais Eduardo Leite é réu foram aceitas pela Justiça gaúcha, mas ainda não houve sentença nos dois casos.

As ações de improbidade, na área cível da Justiça, podem levar a punições como multas e devolução de valores. O condenado em segunda instância também pode ter direitos políticos suspensos e ficar inelegível se for confirmado que houve enriquecimento ilícito.

“Continuo coerente, porque o Eduardo Jorge, nós nunca tivemos divergências, a minha saída do PV tinha a ver com a visão de processo em relação ao que eu queria muito que o PV se tornasse um partido em rede, mas a cultura política da direção do PV entendeu que não”
#NÃOÉBEMASSIM. Veja o porquê: Marina Silva, de fato, saiu do PV em 2011 após discordâncias com a direção do partido. Mas ela também tem, sim, divergências conhecidas com seu candidato a vice Eduardo Jorge (PV) em ao menos dois pontos que fazem parte do debate nacional pelo menos desde as duas últimas eleições para Presidência, apesar de ambos garantirem que essas discordâncias estão harmonizadas.

Em junho de 2011, Marina anunciou a saída do partido após seu grupo político demonstrar descontentamento com a direção nacional da legenda e reclamar de falta de espaço em decisões. Havia ainda uma cobrança para que o PV realizasse eleições para diretórios municipais e a fixação de um prazo de mandato fixo para a Executiva nacional, que na época já estava no comando do partido há 12 anos.

Marina se posiciona contrária à legalização do aborto e das drogas, e Eduardo Jorge, seu vice, é favorável, assim como o PV. Ela mesma admitiu a existência dessas divergências ao lançar sua candidatura este ano, mas disse que essas diferenças estão pacificadas desde 2010. No dia 14 de agosto deste ano, em entrevista ao jornal “Folha de S.Paulo”, Eduardo Jorge também disse, em relação a Marina: "Nós temos divergência de opiniões, todo mundo sabe disso", acrescentando: "Em alguns pontos nós não temos concordância, mas o que prevalece na campanha são as posições da candidata".
"Desde que ele (Michel Temer) entrou, só aumenta o déficit público"
A declaração é #FAKE. Veja o porquê: O governo central vinha registrando déficit primário desde 2014, quando gastou R$ 23,482 bilhões a mais do que arrecadou. Temer assumiu definitivamente a Presidência em agosto de 2016, após o impeachment de Dilma Rousseff. Naquele ano, o déficit ficou em R$ 161 bilhões, segundo série histórica do Tesouro Nacional. O resultado de 2017 e as previsões para 2018 e 2019 estão abaixo desse patamar.

Em 2017, no ano seguinte, o déficit caiu para R$ 124,261 bilhões. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018 aponta meta fiscal com rombo de R$ 159 bilhões, enquanto a LDO de 2019 projeta déficit de até R$ 139 bilhões para o ano que vem.

“Hoje existe uma grande quantidade de contrabando de arma, de munição. Inclusive isso acontece roubando até mesmo da própria Polícia Federal, como é o caso que é de conhecimento público”
A declaração é #FATO. Veja o porquê: Um levantamento da Polícia Federal de julho deste ano aponta que 404 armas e 4.795 balas foram extraviadas dos estoques da PF em todo o país nos últimos 11 anos. A Superintendência do Rio teve o maior número de armas desviadas (80). Além disso, no mesmo período, 483 projéteis de vários calibres, incluindo fuzis, submetralhadoras e pistolas, desapareceram dos estoques da PF no Rio. Já a PF de São Paulo, que é a segunda com o maior número de armas extraviadas, teve 38 armas e 948 munições desviadas. No total, 388 procedimentos administrativos foram instaurados por conta dos extravios.
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Fonte: Redação / G1
 
 
Veja o que é #FATO ou #FAKE nas entrevistas de Marina Silva para o Jornal Nacional e para o Jornal das Dez 31/08/2018
 
 
 
 
Veja o que é #FATO ou #FAKE nas entrevistas de Marina Silva para o Jornal Nacional e para o Jornal das Dez
Candidata da Rede à Presidência foi a última entrevistada no JN e no J10. Série de entrevistas teve ainda Ciro Gomes, Jair Bolsonaro e Geraldo Alckmin.
candidata da Rede à Presidência, Marina Silva, foi a última entrevistada do Jornal Nacional, da TV Globo, e do Jornal das Dez, da GloboNews, nesta quinta-feira (30).

A série de entrevistas teve ainda Ciro Gomes (PDT), Jair Bolsonaro (PSL) e Geraldo Alckmin (PSDB).
"60% da direção da Rede foi favorável ao impeachment e dois deputados tiveram uma posição contrária"
A declaração é #FATO. Veja o porquê: Um texto publicado no site da Rede Sustentabilidade em novembro de 2016 registra que 60% dos integrantes do Elo Nacional (nome que o partido dá ao Diretório Nacional) foram favoráveis ao impeachment. O restante ficou dividido entre a posição contrária ao impeachment e a abstenção. Na votação do impeachment na Câmara dos Deputados, dois deputados da Rede, de fato, votaram contra o impeachment (Alessandro Molon, do RJ, e Aliel Machado, do PR). Os outros dois foram a favor (Miro Teixeira, do RJ, e João Derly, do RS).

"Desde 2010 que eu defendo, 2010 quando ninguém debatia isso, que a gente tinha que transitar para um regime de capitalização e contribuições”
A declaração é #FATO. Veja o porquê: A candidata já fazia referência à proposta de transição de um modelo previdenciário de repartição (em que as contribuições de ativos financiam os aposentados) para a chamada capitalização (em que são criados fundos com os recursos dos contribuintes ativos para a manutenção das aposentadorias deles próprios) em seu plano de governo para a campanha à Presidência da República em 2010.

O texto da proposta apresentada naquela época dizia que "o desafio estratégico é transitar de um sistema de repartição deficitário no tempo para um regime de capitalização unificado para todos os trabalhadores, o que demandará uma forte estrutura de financiamento de longo-prazo".

“O Itamar Franco, quando assumiu, não tinha uma base e conseguiu juntar diferentes partidos para conseguir governar”
#NÃOÉBEMASSIM. Veja o porquê: O então vice-presidente Itamar Franco contou, ainda em meados de 1992, com a formação de um grupo suprapartidário no Senado para oferecer a ele a estrutura política necessária para o caso de impeachment de Fernando Collor de Mello. Ou seja, conseguiu costurar uma base antes mesmo de assumir.

Esse grupo contava, entre outros, com Pedro Simon (PMDB), Maurício Correia (PDT), Alexandre Costa (PFL) e José Sarney (PMDB). Depois da queda de Collor, Itamar escolheu nomes de seu círculo de amigos para alguns ministérios, como Paulo Roberto Haddad para o Planejamento, Murilo Hingel (PMDB) para a Educação, e Henrique Hargreaves (PFL) para o Gabinete Civil. Para as outras pastas, escolheu nomes de seis diferentes partidos (PSB, PMDB, PFL, PSDB, PTB e PDT).

Na Câmara, a negociação para apoio a Itamar também contava com nomes como Ulysses Guimarães, Nelson Jobim, Antônio Britto e Odacir Klein, do PMDB. Governadores como Luiz Antônio Fleury Filho (PMDB-SP) e Leonel Brizola (PDT-RJ) também participaram das negociações.

“A Universidade Federal de Minas Gerais fez um estudo de que 80% das atividades domésticas são feitas por mulheres”
A declaração é #FATO. Veja o porquê: O estudo citado por Marina Silva é uma tese de doutorado defendida na Universidade Federal de Minas Gerais. A autora Jordana Cristina de Jesus mostra que as mulheres são responsáveis por 85% dos afazeres domésticos e a maior parte dessas atividades é realizada para outras pessoas da família. Ela estima que o trabalho doméstico geraria o equivalente a 10% do Produto Interno Bruto brasileiro (PIB) caso fosse remunerado. A pesquisadora utilizou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2013 a 2016.

Segundo a PNAD, o cenário mudou pouco de 2013 para cá. Em 2017, 92,6% das mulheres realizavam afazeres domésticos e cuidados de pessoas enquanto que 78,7% dos homens faziam as mesmas atividades. Além disso, as mulheres dedicaram quase o dobro de horas dos homens aos afazeres domésticos.

“Sou a única candidata que diz que apoia a Lava Jato”
A declaração é #FAKE. Veja o porquê: O candidato à Presidência da República pelo Podemos, Alvaro Dias, não só se apresenta como defensor da Lava Jato como tem repetido durante a atual campanha que convidará o juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Criminal de Curitiba, para ser o ministro da Justiça de seu governo, caso vença a eleição.

O candidato à Presidência pelo PSDB, Geraldo Alckmin, também afirma apoiar a investigação liderada pela força-tarefa do Ministério Público Federal e pela Polícia Federal de Curitiba. Em entrevista ao Jornal Nacional, nesta quarta-feira, Alckmin declarou: “Defendo a Lava Jato, defendo as investigações. É importantíssimo que elas ocorram. Vamos sair desse episódio melhores”.

Já o candidato à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes, diz que apoia a Lava Jato, mas fez ressalvas quanto aos desdobramentos da operação. “Apoio a Lava Jato porque ela é uma virada de página na crônica de impunidade que sempre marcou a corrupção dos grandes no Brasil. Porém, a Lava Jato só prestará bom serviço se for vista pela maioria ou pelo conjunto da sociedade como uma coisa equilibrada.”
“Eu fui a única candidata até agora a ir até a Transparência Internacional. E eles produziram mais de 70 propostas para combate à corrupção, um trabalho denso e eu me comprometi”
A declaração é #FAKE. Veja o porquê: Marina Silva se encontrou com representantes da Transparência Internacional em 25 de julho, mas não foi a única. No dia 29 de agosto, o candidato do PSOL à Presidência, Guilherme Boulos, esteve na entidade, em reposta a um convite enviado a todos os candidatos à Presidência da República. As duas visitas foram confirmadas pela assessoria de imprensa da Transparência Internacional no Brasil.

A Transparência Internacional é um dos movimentos e organizações sem vínculos partidários que participam da campanha nacional “Unidos Contra a Corrupção”. O projeto lançou um documento que lista uma série de medidas contra a corrupção. Segundo o site da campanha, a intenção é “transformar as novas medidas contra a corrupção em pauta prioritária no Congresso em 2019”. A entidade informou que fez um convite a todos os candidatos à Presidência para conhecerem as medidas.

“Eu, quando entrei no Ministério do Meio Ambiente, tinha mais de 40 hidrelétricas que não tinham licenças, aquilo que foi competência do Ibama, nós limpamos a pauta e o que não dava para fazer nós dissemos claramente aos empreendedores: ‘Não dá para fazer, como foi o caso da Tijuco Alto’”
A declaração é #FATO. Veja o porquê: Marina Silva assumiu o Ministério do Meio Ambiente no início do primeiro governo Lula, em janeiro de 2003.

A partir de 2004, a viabilidade ambiental dos empreendimentos passou a ser analisada antes de a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) fazer a concessão da hidrelétrica para o empresário.

Numa nota oficial divulgada em setembro de 2004, o Ministério do Meio Ambiente informa que, até a mudança no sistema de licenciamento ambiental, havia 45 hidrelétricas com problemas de licenciamento (no velho modelo do Setor Elétrico): eram 21 empreendimentos com baixa complexidade, e 24 com alta complexidade.

A mesma nota afirma que, com o licenciamento para o início da construção da Hidrelétrica Foz do Chapecó, no Rio Uruguai, na divisa entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul, naquele momento restavam apenas quatro empreendimentos de alta complexidade do modelo antigo do setor elétrico em avaliação no Ibama: Estreito (no Rio Tocantins, entre Maranhão e Tocantins); Itaocara (no Rio Paraíba do Sul, entre Minas Gerais e Rio de Janeiro); Paiquerê (no Rio Pelotas, entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul); e Couto Magalhães (no Rio Araguaia, entre Mato Grosso e Goiás).

Uma consulta aos processos de licenciamento ambiental no site do Ibama mostra que, entre janeiro de 2003 e 13 de maio de 2008, período em que Marina esteve à frente do Ministério do Meio Ambiente, o Ibama concedeu 131 licenças para hidrelétricas.

Neste total estão incluídas licenças prévias (quando o Ibama analisa se a obra é viável ambientalmente); licenças de instalação (etapa em que o empreendedor recebe autorização para começar a obra); licenças de operação (quando a usina recebe sinal verde para entrar em funcionamento) e autorizações de supressão de vegetação (para corte de vegetação na área de formação do reservatório, antes da licença de operação); além de renovações e retificações dessas licenças.

Sobre a Usina Hidrelétrica de Tijuco Alto, na divisa entre os estados de São Paulo e do Paraná, o processo de licenciamento ambiental deu entrada no Ibama em 2004. No ano seguinte, foi entregue o Estado de Impacto Ambiental. Dois anos depois, foram realizadas audiências públicas nos municípios de Cerro Azul (PR), Adrianópolis (PR), Ribeira (SP), Registro (SP) e Eldorado (SP), que sofreriam impactos pela obra. As audiências tiveram grande participação da sociedade e fortes manifestações contrárias ao empreendimento. Em 2016, o Ibama decidiu indeferir a concessão da licença prévia para a construção da usina, devido à inviabilidade ambiental.

“A (licença) da(s) hidrelétrica(s) de Santo Antônio e Jirau foi dada durante a minha gestão, um dos licenciamentos mais difíceis”
A declaração é #FATO. Veja o porquê: A licença prévia da usina de Santo Antônio, no Rio Madeira, foi concedida em 10 de julho de 2007, antes do leilão da hidrelétrica, quando Marina ainda era ministra do Meio Ambiente. A licença prévia de Jirau, no Rio Madeira, foi concedida também em 10 de julho daquele ano. A hidrelétrica foi leiloada em 19 de maio de 2008, após a saída de Marina do governo.

A declaração é #FATO. Veja o porquê: A licença prévia da usina de Santo Antônio, no Rio Madeira, foi concedida em 10 de julho de 2007, antes do leilão da hidrelétrica, quando Marina ainda era ministra do Meio Ambiente. A licença prévia de Jirau, no Rio Madeira, foi concedida também em 10 de julho daquele ano. A hidrelétrica foi leiloada em 19 de maio de 2008, após a saída de Marina do governo.

A declaração é #FATO. Veja o porquê: A licença prévia da usina de Santo Antônio, no Rio Madeira, foi concedida em 10 de julho de 2007, antes do leilão da hidrelétrica, quando Marina ainda era ministra do Meio Ambiente. A licença prévia de Jirau, no Rio Madeira, foi concedida também em 10 de julho daquele ano. A hidrelétrica foi leiloada em 19 de maio de 2008, após a saída de Marina do governo.
Já as licenças de instalação e de operação de Santo Antônio foram concedidas em agosto de 2008 e setembro de 2011, respectivamente, quando Marina já havia deixado o ministério. As licenças de instalação e operação de Jirau foram concedidas em junho de 2009 e outubro de 2012.

“No Rio Grande do Sul, nós estamos coligados com um jovem que foi prefeito de Pelotas e esse jovem, sobre ele não pesa absolutamente nada”
A declaração é #FAKE. Veja o porquê: O ex-prefeito de Pelotas a que Marina Silva se refere na entrevista é o advogado Eduardo Leite, de 33 anos, candidato do PSDB ao governo do Rio Grande do Sul. O tucano comandou o município entre 2013 e 2016 e também já foi vereador da cidade.

Eduardo Leite é réu na Justiça do Rio Grande do Sul em, pelo menos, duas ações de improbidade administrativa (irregularidade – e não um crime – cometido por um agente que tenha o controle de recursos ou bens públicos). Os processos tramitam na 4ª Vara Cível Especializada em Fazenda Pública da comarca de Pelotas.

Em uma das ações, ajuizada pelo Ministério Público gaúcho em 2016, ele é acusado de ter contratado, sem licitação, uma empresa para prestar serviço de limpeza em escolas públicas de Pelotas.

Em outro processo em que ele é réu por improbidade, também de 2016, os promotores de Justiça acusam Eduardo Leite de, no exercício do cargo de prefeito de Pelotas, ter alugado um imóvel, em 2013, para instalar a Secretaria Municipal de Gestão da Cidade e Mobilidade Urbana, sendo que a pasta só ocupou efetivamente o prédio mais de dois anos depois.

Nesse período, afirma o Ministério Público do Rio Grande do Sul, a prefeitura “desembolsou considerável quantia referente ao aluguel do prédio”.

As duas ações de improbidade administrativa nas quais Eduardo Leite é réu foram aceitas pela Justiça gaúcha, mas ainda não houve sentença nos dois casos.

As ações de improbidade, na área cível da Justiça, podem levar a punições como multas e devolução de valores. O condenado em segunda instância também pode ter direitos políticos suspensos e ficar inelegível se for confirmado que houve enriquecimento ilícito.

“Continuo coerente, porque o Eduardo Jorge, nós nunca tivemos divergências, a minha saída do PV tinha a ver com a visão de processo em relação ao que eu queria muito que o PV se tornasse um partido em rede, mas a cultura política da direção do PV entendeu que não”
#NÃOÉBEMASSIM. Veja o porquê: Marina Silva, de fato, saiu do PV em 2011 após discordâncias com a direção do partido. Mas ela também tem, sim, divergências conhecidas com seu candidato a vice Eduardo Jorge (PV) em ao menos dois pontos que fazem parte do debate nacional pelo menos desde as duas últimas eleições para Presidência, apesar de ambos garantirem que essas discordâncias estão harmonizadas.

Em junho de 2011, Marina anunciou a saída do partido após seu grupo político demonstrar descontentamento com a direção nacional da legenda e reclamar de falta de espaço em decisões. Havia ainda uma cobrança para que o PV realizasse eleições para diretórios municipais e a fixação de um prazo de mandato fixo para a Executiva nacional, que na época já estava no comando do partido há 12 anos.

Marina se posiciona contrária à legalização do aborto e das drogas, e Eduardo Jorge, seu vice, é favorável, assim como o PV. Ela mesma admitiu a existência dessas divergências ao lançar sua candidatura este ano, mas disse que essas diferenças estão pacificadas desde 2010. No dia 14 de agosto deste ano, em entrevista ao jornal “Folha de S.Paulo”, Eduardo Jorge também disse, em relação a Marina: "Nós temos divergência de opiniões, todo mundo sabe disso", acrescentando: "Em alguns pontos nós não temos concordância, mas o que prevalece na campanha são as posições da candidata".
"Desde que ele (Michel Temer) entrou, só aumenta o déficit público"
A declaração é #FAKE. Veja o porquê: O governo central vinha registrando déficit primário desde 2014, quando gastou R$ 23,482 bilhões a mais do que arrecadou. Temer assumiu definitivamente a Presidência em agosto de 2016, após o impeachment de Dilma Rousseff. Naquele ano, o déficit ficou em R$ 161 bilhões, segundo série histórica do Tesouro Nacional. O resultado de 2017 e as previsões para 2018 e 2019 estão abaixo desse patamar.

Em 2017, no ano seguinte, o déficit caiu para R$ 124,261 bilhões. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018 aponta meta fiscal com rombo de R$ 159 bilhões, enquanto a LDO de 2019 projeta déficit de até R$ 139 bilhões para o ano que vem.

“Hoje existe uma grande quantidade de contrabando de arma, de munição. Inclusive isso acontece roubando até mesmo da própria Polícia Federal, como é o caso que é de conhecimento público”
A declaração é #FATO. Veja o porquê: Um levantamento da Polícia Federal de julho deste ano aponta que 404 armas e 4.795 balas foram extraviadas dos estoques da PF em todo o país nos últimos 11 anos. A Superintendência do Rio teve o maior número de armas desviadas (80). Além disso, no mesmo período, 483 projéteis de vários calibres, incluindo fuzis, submetralhadoras e pistolas, desapareceram dos estoques da PF no Rio. Já a PF de São Paulo, que é a segunda com o maior número de armas extraviadas, teve 38 armas e 948 munições desviadas. No total, 388 procedimentos administrativos foram instaurados por conta dos extravios.
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Fonte: Redação / G1
 
 
Lula presidente? Porque! 22/08/2018
 
 
 
Pesquisa Datafolha: Lula, 39%; Bolsonaro, 19%; Marina, 8%; Alckmin, 6%; Ciro, 5%
Alvaro Dias tem 3% e Amoêdo, 2%. Meirelles, Boulos, Daciolo e Vera têm 1% cada. Demais candidatos não atingem 1%. Levantamento foi feito entre os dias 20 e 21 e ouviu 8.433 eleitores em 313 municípios.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (22) apontou os percentuais de intenção de voto para presidente da República em dois cenários com candidatos diferentes do PT – o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro cenário e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad no segundo.

Cenário com Lula
No cenário que inclui como candidato do PT o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a pesquisa apresentou o seguinte resultado:

Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 39%
Jair Bolsonaro (PSL): 19%
Marina Silva (Rede): 8%
Geraldo Alckmin (PSDB): 6%
Ciro Gomes (PDT): 5%
Alvaro Dias (Podemos): 3%
João Amoêdo (Novo): 2%
Henrique Meirelles (MDB): 1%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
Cabo Daciolo (Patriota): 1%
Vera (PSTU): 1%
João Goulart Filho (PPL): 0%
Eymael (DC): 0%
Branco/nulos/nenhum: 11%
Não sabe: 3%
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo". É o primeiro levantamento do Datafolha realizado depois dos registros das candidaturas na Justiça Eleitoral.

Cenário com Haddad
Lula está preso em Curitiba, condenado em segunda instância no caso do triplex no Guarujá. Pela Lei da Ficha Limpa, ele está inelegível.

Por essa razão, a Procuradoria Geral da República impugnou (questionou) a candidatura.

O caso está sendo analisado pelo ministro Luís Roberto Barroso e será decidido pelo TSE depois de ouvir a defesa de Lula, a favor do registro da candidatura.

Em razão desse quadro jurídico, o Datafolha pesquisou outro cenário, com o atual candidato a vice na chapa de Lula, Fernando Haddad.

Nesse cenário, o resultado seria:

Jair Bolsonaro (PSL): 22%
Marina Silva (Rede): 16%
Ciro Gomes (PDT): 10%
Geraldo Alckmin (PSDB): 9%
Alvaro Dias (Podemos): 4%
Fernando Haddad (PT): 4%
João Amoêdo (Novo): 2%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Vera (PSTU): 1%
Cabo Daciolo (Patriota): 1%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
João Goulart Filho (PPL): 1%
Eymael (DC): 0%
Branco/nulos/nenhum: 22%
Não sabe: 6%
Sobre a pesquisa
Margem de erro: dois pontos percentuais para mais ou para menos
Quem foi ouvido: 8.433 eleitores em 313 municípios
Quando a pesquisa foi feita: de 20 e 21 de agosto
Registro no TSE: protocolo nº BR 04023/2018
O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro;
0% significa que o candidato não atingiu 1%; traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado

 
Fonte: Redação / G1
 
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