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10 de maio de 1968:"Noite das Barricadas" 10/05/2018
 
 
 
10 de maio de 1968: 50 anos depois, testemunha ocular relembra a "Noite das Barricadas" em Paris; OUÇA
Em programa de áudio do G1, o professor Michel Thiollent, que em 1968 tinha 20 anos e estudava em Paris, explica como foi a noite que transformou uma revolta estudantil em um movimento de massa na França, e como ela mudou o sistema educacional para sempre.
pesar de terem sido eternizados com o nome genérico de "Maio de 68", os protestos estudantis que abalaram a França e repercutiram em todo o mundo tiveram ponto de ebulição em uma data precisa: 10 de maio de 1968. Uma manifestação que reuniu cerca de 20 mil estudantes culminou em uma madrugada violenta de confrontos que só terminaram às 5h30 da manhã seguinte. O resultado foi a conversão do que era um movimento estudantil em uma revolta em massa da população francesa que, três dias depois, realizou uma greve geral pelo país.

Naquela época, o francês Michel Jean Marie Thiollent tinha apenas 20 anos e estava no segundo ano da graduação em economia e estudos sociais.

No programa acima, que contém áudios originais dos protestos arquivados pelo Instituto Nacional do Audiovisual da França (INA), aos quais o G1 teve acesso, Thiollent relembrou, falando o português que aprendeu vivendo há décadas no Brasil, as origens do movimento, a Noite das Barricadas, que aconteceu há exatos 50 anos em Paris, e as consequências dos protestos que mudaram o sistema de ensino na França – e em várias partes do mundo, além de revolucionarem a cultura e o pensamento de toda uma geração.

"68 foi um tsunami"
Nascido na Normandia, no Norte da França, Thiollent se formou em um liceu – o equivalente francês para o ensino médio – da cidade de Rouen, e se mudou para Paris em 1966, quando entrou na universidade. Integrante da geração do "baby boom", a explosão demográfica registrada no pós-guerra, a partir de 1945, ele vivenciou os anos de hiperlotação de estudantes em universidades que não conseguiram crescer no mesmo ritmo que a população jovem.

"68 foi um tsunami. Um crescimento muito grande e rápido, então os estudantes que entraram na universidade não tinham espaço", disse ele. Naquele ano, Thiollent estava no segundo ano da graduação em economia e ciências sociais no Instituto de Estudos de Desenvolvimento Econômico e Social (Iedes), vinculado à Universidade Sorbonne, a principal instituição de ensino da França.

"Havia muita efervescência. E então, para um jovem estudante que não sabia muita coisa sobre o mundo, foi uma grande descoberta essa movimentação que acontecia." - Michel Jean Marie Thiollent
Mobilização e organização
Apesar de ter entrado para a história como o momento simbólico a partir do qual o movimento de protestos deixou de estar apenas vinculado aos estudantes, a noite de 10 de maio de 1968 foi o ápice de uma crescente mobilização estudantil que já havia começado nos meses de janeiro e fevereiro, quando estudantes secundaristas e universitários criaram comitês de ação.
A primeira ação que interrompeu a rotina do sistema de ensino aconteceu em março, na Universidade de Nanterre, em Paris. Essa ocupação, que reivindicava mais vagas e liberdade aos estudantes, durou apenas poucos dias, mas inspirou alunos de outras universidades, como os da Sorbonne que, em 3 de maio, sofreram uma dura repressão policial depois de realizarem uma assembleia estudantil.

"Os estudantes revidaram, começaram a lançar paralepípedos", lembra Thiollent sobre o confronto com a polícia, que começou à 1h da madrugada e só terminou às 5h, com dezenas de feridos e muitos estudantes presos."
Violência crescente
A partir dali, manifestações ocorreram praticamente todos os dias, cada vez com mais pessoas e episódios de violência. No dia 10 de maio, que caiu em uma sexta-feira naquele ano, cerca de 20 mil estudantes secundaristas e universitários queriam caminhar até onde eles pensavam que estavam seus colegas presos.

A polícia só observou a manifestação entre 18h e 2h. Depois que fracassam as negociações entre o reitor da Universidade Sorbonne e líderes do movimento, a polícia começou a atirar bombas de gás lacrimôgeneo e entrou em confronto direto com os estudantes. A última das oito barricadas caiu só depois das 5h da manhã do dia 11, um sábado.

Na segunda-feira, uma greve geral de trabalhadores, em resposta à repressão policial, paralisou a França
Resultados práticos
Apesar de o movimento ter tido reivindicações difusas e protestos espontâneos, o governo se viu obrigado a fazer concessões trabalhistas à população, e também anunciou, ainda em 1968, uma reforma no ensino francês. Segundo Thiollent, uma das principais ações foi a criação de novas universidades.
"Foi o caso da Universidade de Vincennes, que foi construída rapidamente e inaugurada logo depois, já no final do ano de 68. Isso abrigou então uma certa parte [dos estudantes] que não se sentia à vontade na universidade conservadora que imperava até então."
Mas as mudanças não foram só na infra-estrutura: a metodologia também sofreu profundas transformações, que depois se espalharam por outros países e definiram boa parte do sistema de ensino superior existente hoje em dia, inclusive no Brasil.

Veja abaixo algumas delas:

AULAS:
Antes, o método usado era catedrático, onde um professor ministrava aulas expositivas em grandes auditórios. "Eram grandes aulas magistrais, com uma plateia de às vezes 500 alunos", lembra o professor. Depois de maio de 68, essas aulas não foram extintas, mas foram reduzidas em detrimento dos professores com turmas de poucos alunos. "Modificou a estrutura dos departamentos, os catedráticos perderam um certo poder nisso aí."

AVALIAÇÃO:
Outra mudança foi na forma como os estudantes eram avaliados. "O pessoal fazia a disciplina e havia provas no final do período, a nota variava em função dessas provas. Não havia trabalho de grupo, muito pouco", explica o francês. Com a reforma, trabalhos em grupos e outras formas de avaliação passaram e ser adotadas com maior frequência.

CURRÍCULO:
Uma terceira inovação implantada pelo governo francês foi o currículo construído de acordo com o acúmulo de créditos. Isso, segundo Michel Thiollent, permitiu aos estudantes cursar matérias diferentes, em contraposição ao ensino conservador que eles estavam acostumados a receber. "Deu uma certa flexibilidade", explica.

"O nosso sistema aqui no Brasil parece muito natural. O pessoal fazia seminários, naquele tempo não. Era só ouvir o professor principal e fazer alguns trabalhos práticos com auxílio dos assistentes do professor principal", diz Michel Thiollent.
 
Fonte: Redação / G1
 
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