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Três meses após tragédia da Vale, famílias ainda esperam notícias de 37 desaparecidos em Brumadinho 25/04/2019
 
 
 
Três meses após tragédia da Vale, famílias ainda esperam notícias de 37 desaparecidos em Brumadinho
De acordo com a Polícia Civil de Minas Gerais, até o momento, 233 mortos foram identificados pelo IML.
Por G1 Minas — Belo Horizonte

25/04/2019 05h48 Atualizado há 4 horas

O rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, completa três meses nesta quinta-feira (25). Até o momento, 233 mortos foram identificados pelo Instituto Médico Legal (IML) da Polícia Civil de Minas Gerais. Outras 37 famílias continuam esperando que seus entes sejam encontrados pelo Corpo de Bombeiros (veja abaixo a lista de desaparecidos).

No dia 25 de janeiro deste ano, a barragem da Mina Córrego do Feijão se rompeu, devastando a região e contaminando o Rio Paraopeba, um dos afluentes do Rio São Francisco. Os rejeitos destruíram a área administrativa da mineradora, incluindo o refeitório, onde muitos trabalhadores almoçavam na hora do rompimento.

A usina ITM de beneficiamento também foi atingida, assim como vagões de trens e veículos que estavam na empresa. Após varrer a mineradora, a lama atingiu comunidades de Brumadinho destruindo casas e propriedades rurais.

A Vale se comprometeu a pagar integralmente as verbas rescisórias às famílias dos trabalhadores mortos. Para os parentes dos desaparecidos, foi prometida a quitação dos salários. No entanto, famílias dizem que a mineradora ainda não pagou todos os benefícios. Nesta quarta-feira (24), uma audiência no Tribunal Regional do Trabalho rediscutiu o pagamento de pensões. A Vale disse que vai comprovar que depósitos já foram feitos.
Buscas
O Corpo de Bombeiros entrou, nesta quinta-feira (25), no 91° dia de buscas por desaparecidos. De acordo com a corporação, 136 militares, 4 cães e 101 máquinas pesadas estão em 24 frentes de trabalho.

Os bombeiros informaram ainda que é feita a retirada de rejeitos com caminhões e inicia a construção de uma estrada para dar acesso a outro local onde também há lama a ser removida.

Ainda nesta quinta-feira, os militares vão trabalhar até as 23h em três pontos.

Os militares disseram também que nesta quinta seis cães – dois de São Paulo, dois de Goiás e dois de Mato Grosso – retornam para os estados de origem.

Números da tragédia
233 mortos identificados (veja a lista)
37 desaparecidos (veja a lista)
395 localizados
Veja quem são os desaparecidos:
Angelita Cristiane Freitas de Assis
Aos 37 anos, Angelita era funcionária do setor de medicina do trabalho da Vale. Casada há quase 20 anos, tinha dois filhos, de 15 e 13 anos.

Aroldo Ferreira de Oliveira
Aroldo trabalhava como técnico de mecânica havia 32 anos na Vale e tinha 54 anos. No momento do rompimento da barragem, estava na oficina da mineradora. Com dois filhos já adultos, era avô de uma menina de 9 anos.

Bruno Rocha Rodrigues
Bruno se formou em 2018 em engenharia de produção. Fez estágio na Vale por dois anos até ser contratado como técnico de processamento. Aos 26 anos, ele e a mãe viviam em Mário Campos, cidade vizinha a Brumadinho.

Carlos Roberto Pereira
O encarregado de almoxarifado, de 61 anos, trabalhava como terceirizado na mina. Carlos Roberto entrou em contato com a esposa minutos antes de a barragem se romper. Ele vivia com ela e dois filhos em Brumadinho.


Cristiane Antunes Campos
Cristiano Jorge Dias
Aos 42 anos, Cristiano Jorge trabalhava na mina como funcionário da Reframax, uma das empresas que prestavam serviço para a Vale no Córrego do Feijão.

Cristiano Serafim Ferreira
Cristiano era casado e trabalhava em uma terceirizada da Vale havia quase dois anos.

Elizabete de Oliveira Espindola ReisElizabete, 49 anos, casada, trabalhava na cozinha da Vale como açougueira. Era contratada pela terceirizada Sodexo havia cerca de quatro anos.

Evandro Luiz dos Santos
Evandro, 50 anos, trabalhava como técnico em manutenção de máquinas pesadas na mineradora. Deixa esposa e duas filhas. Segundo a família, Evandro Luiz dos Santos sempre foi dedicado ao trabalho e temente a Deus.

Geraldo de Medeiro Filho
Aos 49 anos, trabalhava com manutenção na terceirizada Manserv. Naquele dia, foi visto entrando no refeitório da Vale. É descrito pela família como um homem animado, que gosta de tocar violão e assistir aos jogos do Galo. Divorciado, tinha filho de 11 anos.

João Paulo Altino
Aos 35 anos, funcionário da empresa Sotreq, que prestava serviços para a Vale na mina. A família acredita que ele estaria no refeitório no momento do rompimento.

João Paulo Ferreira de Amorim Valadão
Aos 30 anos, trabalhava havia sete meses na mina como empregado na empresa terceirizada Busato. Com oito anos de casado, tinha uma filha de 5 anos.

João Tomaz de Oliveira
Aos 46 anos, trabalhava na mina havia cinco como motorista da empresa JSL, que prestava serviço para a Vale. Casado há quase 20 anos, tinha dois filhos e morava em Sarzedo, na Grande BH.

Juliana Creizimar de Resende Silva
Lecilda de Oliveira
É analista de operação da Vale.

Luciano de Almeida Rocha
Técnico de operações da Vale.

Luis Felipe Alves
Engenheiro de produção, de 30 anos, natural de Jundiaí, no interior de SP. Trabalhava havia menos de três meses em Brumadinho, no setor administrativo da Vale.

Luiz Carlos Silva Reis
Aos 42 anos, trabalhava havia 14 na Sotreq, empresa que presta serviços para a Vale. Ele ia à mina quase toda semana e estava no local no momento da tragédia. Casado há 7 anos, tinha um filho de 5.

Manoel Messias Sousa Araujo
Morador da região atingida pelo desastre, 57 anos.

Maria de Lurdes da Costa Bueno
Aos 59 anos, ela viajava com a família para Brumadinho e estava na pousada que desapareceu com o mar de lama.

Max Elias de Medeiros
Funcionário da Vale, trabalhava na mina no momento em que a barragem se rompeu. Volante do Canto do Rio Futebol Clube, time de futebol amador de Brumadinho.

Miraceibel Rosa
Aos 38 anos, trabalhava como funcionário terceirizado da Vale havia cerca de uma semana na mina. Natural de Mariana e solteiro, tocava tarol em uma banda de um distrito da cidade.

Nathalia de Oliveira Porto Araujo
Segundo parentes, tinha 25 anos e trabalhava na Vale. Casada e com dois filhos.

Nilson Dilermando Pinto
Trabalhava na mina do Córrego do Feijão.

Noel Borges de Oliveira
Natural de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba (PR), funcionário de uma empresa que prestava serviços para a mineradora Vale.

Renato Eustáquio de Sousa
O soldador e mecânico trabalhava na Vale havia nove anos e completaria 32 anos no dia 14 de março. Em uma união estável, com duas filhas. Segundo a família, raramente era visto triste. No dia do rompimento, passava por um treinamento na Mina Córrego do Feijão para ser promovido.

Robert Ruan Oliveira Teodoro
Aos 19 anos, trabalhava em uma empresa terceirizada da Vale de ajudante geral. Segundo a mãe, era solteiro e jogava bola nas horas vagas no time da cidade.

Rodrigo Miranda dos Santos
Rodrigo Miranda tem 30 anos, era casado e deixou uma filha. Era montador terceirizado da Vale.

Rogério Antonio dos Santos
Tiago Tadeu Mendes da Silva
Funcionário da Vale, estaria no refeitório da mina no momento em que barragem se rompeu, de acordo com parentes.

Vagner Nascimento da Silva
Aos 39 anos, é funcionário da Vale há 13 e trabalhava como operador de máquinas. Morador de Brumadinho, casado e deixou uma filha de 16 anos.

Veja a seguir outros desaparecidos. No caso deles, a família não quis falar com a imprensa ou nenhum parente foi localizado pelo G1.

Carlos Henrique de Faria
Elis Marina Costa
Emerson José da Silva Augusto
João Marcos Ferreira da Silva
Olímpio Gomes Pinto
Uberlandio Antônio da Silva

 
Fonte: Redação / G1
 
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