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ÚLTIMAS NOTÍCIAS
 
De todos os tipos de demência, o mal de Alzheimer é o mais comum. 01/08/2022
 
 
 
Você pode reconhecer a doença de Alzheimer por esses sintomas
Em muitos casos, a demência está ligada à doença de Alzheimer. Não menos de uma em cada 14 pessoas com mais de 65 anos tem doença de Alzheimer e para pessoas com mais de 85 esse número é de um em cada seis pessoas. É importante reconhecer os sinais e sintomas antecipadamente.

De todos os tipos de demência, o mal de Alzheimer é o mais comum.

Causas da doença de Alzheimer
Alzheimer é um tipo de demência. O termo "Alzheimer" é muitas vezes confundido com um tipo mais geral de demência, mas isto não é correto. Com a doença de Alzheimer, há definitivamente a demência, mas nem todas as pessoas com demência têm a doença de Alzheimer. Alzheimer é uma síndrome que é degenerativa por natureza, o que significa que piora com o tempo. Há um declínio contínuo na função cerebral. Certas proteínas chamadas placas e emaranhados são depositadas no cérebro. Essas proteínas restringem a comunicação entre as células nervosas, o que acaba afetando a memória. Não há nenhuma prova científica de que estas proteínas causam a doença de Alzheimer. No entanto, juntamente com a pressão arterial elevada e um nível elevado de colesterol, isso aumenta o risco de desenvolver a doença. A causa exata da doença ainda não é conhecida.





 
Fonte: ELLIANNA TEIXEIRA
 
 
Varíola do Macaco ou monkeypox 01/08/2022
 
 
 
Desde que começou a se espalhar fora da África, no início de maio deste ano, no maior surto já registrado, a varíola do macaco (monkeypox) não tem demonstrado uma taxa de letalidade alta. Pelo contrário, com mais de 21 mil casos confirmados, ocorreram apenas cinco óbitos – todos no continente africano. A informação é do Portal R7.

Primeiras vacinas contra varíola dos macacos devem chegar em setembro
Sociedades médicas alertam sobre cuidados com a varíola dos macacos
A morte de um paciente no Brasil, registrada nesta sexta-feira (29), é a primeira fora da África e acende um sinal de alerta, já que essa doença pode evoluir e se tornar perigosa para determinados grupos.

A vítima brasileira era um homem, segundo o Ministério da Saúde, “com imunidade baixa e comorbidades, incluindo câncer (linfoma), que o levaram ao agravamento do quadro”. O paciente foi transferido para UTI e morreu de choque séptico, agravado pela infecção pelo vírus monkeypox.

Esse é um dos grupos de risco da varíola do macaco, destacou em entrevista coletiva, na quarta-feira (27), a líder técnica de monkeypox da OMS, Rosamund Lewis.

“Algumas pessoas têm o sistema imunológico mais fraco, seja por doença, seja, por exemplo, por quimioterapia ou outros tratamentos.”

Isso inclui alguns pacientes com HIV, doenças autoimunes, transplantados e indivíduos em tratamento de câncer.

Também nesta sexta-feira, a cidade de São Paulo confirmou três casos de crianças infectadas pelo vírus monkeypox. Esse é outro grupo de risco.

“Crianças têm um risco aumentado de doença grave – isso não quer dizer que qualquer criança que contraia a doença terá um quadro severo. […] As crianças ainda estão formando seu sistema imunológico”, acrescentou Rosamund.

Em seu site, a OMS ressalta que “casos graves ocorrem mais comumente entre crianças e estão relacionados à extensão da exposição ao vírus, estado de saúde do paciente e natureza das complicações”.

As gestantes também são consideradas grupo de risco da varíola do macaco.

Um estudo realizado em 16 países e publicado na semana passada no The New England Journal of Medicine mostrou que, de 528 casos analisados, em 13% deles foi necessária a internação, na maioria das vezes para “controle da dor”, principalmente dor anorretal severa (21 pacientes).

Também houve hospitalizações por superinfecção de tecidos moles (18); faringite limitando a ingestão oral (5); lesões oculares (2); lesão renal aguda (2); miocardite (2); e fins de controle de infecção (13).

A OMS confirma que a taxa de internação no surto atual gira em torno de 10%. A agência lista como possíveis complicações “infecções secundárias, broncopneumonia, sepse, encefalite e infecção da córnea com consequente perda de visão”.
 
Fonte: ELLIANNA TEIXEIRA
 
 
Alerta Geral 01/08/2022
 
 
 
Boa tarde pessoal

Na próxima terça-feira, por volta das 20 horas, será realizada uma Simulação de ataque na cidade de Piranguçu.

Do bairro Boa Vista ao Bairro Vila Maria haverá uma grande movimentação policial, podendo haver barulhos de tiros e bombas de festim (não machucam, mas parecem reais)

Participarão os Militares da Companhia especializada em Crimes Violentos de Itajubá.

Avisem seus familiares, vizinhos para que fiquem tranquilos, pois estará tudo sob controle.

É o Comando da 56 BPM preocupada com a segurança de nossa cidades e mantendo a tropa bem treinada e preparada para defender a população.
 
Fonte: ELLIANNA TEIXEIRA
 
 
Alerta Geral 01/08/2022
 
 
 
Boa tarde pessoal

Na próxima terça-feira, por volta das 20 horas, será realizada uma Simulação de ataque na cidade de Piranguçu.

Do bairro Boa Vista ao Bairro Vila Maria haverá uma grande movimentação policial, podendo haver barulhos de tiros e bombas de festim (não machucam, mas parecem reais)

Participarão os Militares da Companhia especializada em Crimes Violentos de Itajubá.

Avisem seus familiares, vizinhos para que fiquem tranquilos, pois estará tudo sob controle.

É o Comando da 56 BPM preocupada com a segurança de nossa cidades e mantendo a tropa bem treinada e preparada para defender a população.
 
Fonte: ELLIANNA TEIXEIRA
 
 
01/08/2022
 
 
 
 
 
Justiça do Trabalho reconhece contrato de trabalho de 30 anos de trabalhador rural contratado quando era menor de idade 16/03/2022
 
 
 
Trabalho infantil: Justiça do Trabalho reconhece contrato de trabalho de 30 anos de trabalhador rural contratado quando era menor de idade
A juíza Cláudia Rocha Welterlin, quando titular da Vara do Trabalho de Itajubá, reconheceu a relação de emprego entre um trabalhador rural e um fazendeiro, após 30 anos de serviços.

Na petição inicial, o trabalhador alegou que foi admitido em 15/1/1990, quando ainda era menor de idade, para receber um salário mínimo mensal, sendo dispensado sem justa causa em 25/2/2020. Segundo ele, apesar de estarem presentes todos os pressupostos caracterizadores da relação de emprego, sua carteira de trabalho não foi anotada pelo empregador. Em defesa, o fazendeiro negou a prestação de serviços pelo autor, assegurando ter firmado com ele somente um contrato de locação de uma casa, dentro de sua fazenda, localizada no município de Brazópolis-MG.

No entanto, ao examinar as provas, a julgadora se convenceu de que a relação existente entre as partes era de emprego.

Provas - No caso, por ter sido negada a prestação de serviços, foi considerado que o ônus da prova era do trabalhador quanto à existência dos pressupostos fático-jurídicos da relação de emprego, o que se verificou com base na prova oral, segundo a sentença.

Com efeito, em depoimento pessoal, o fazendeiro disse que o reclamante residia com a família numa casa de sua propriedade, localizada dentro da fazenda, desde 1982, aproximadamente. Conforme relatou o fazendeiro, o reclamante nunca trabalhou para ele, apenas alugou sua casa e trabalhou “avulso” para outras pessoas. Porém, não soube indicar quem eram essas pessoas. Segundo o reclamado, há na fazenda de seis a oito casas, das quais cinco estão locadas.

O fazendeiro afirmou ainda que sua propriedade conta apenas com um empregado. No entanto, a juíza não acreditou nessa versão, tendo em vista a demanda de serviços. É que, ainda que metade das terras tenha sido vendida há quatro anos, como foi relatado, sobrariam cerca de 100 hectares. E o próprio fazendeiro disse que, quando possuía 210 hectares, teve lavoura de café, depois passou para banana e, após a venda de parte das terras, ficou apenas com o gado. “Foge ao razoável e leva este juízo a firmar seu total descrédito quanto à veracidade da alegação contida na defesa de inexistência do vínculo empregatício”, ponderou a julgadora.

Por sua vez, testemunha indicada pelo trabalhador relatou que ele trabalhou na fazenda, “roçando pasto, fazendo cerca, limpando valeta e o que mais fosse preciso fazer”. Disse que “o autor não trabalhava para outras pessoas, apenas para o reclamado”. Outra testemunha demonstrou que o réu tinha por costume manter trabalhadores sem registro. Ela contou que trabalhou na fazenda de 1990 até 2000, sem anotação na carteira de trabalho, e permaneceu morando no local até 2007, quando se casou. Fazia de tudo e, quando foi admitido, era menor de idade, sendo o salário entregue diretamente a seu pai.

Sobre o reclamante, a testemunha afirmou que também “era menor de idade quando começou a trabalhar para o réu e, como seu pai já havia falecido, o salário era entregue a seu irmão”. Conforme o depoimento, o reclamante não estudava na época, mas somente trabalhava.

A prova testemunhal produzida pelo fazendeiro não convenceu a julgadora. Uma das testemunhas disse que, há 15 anos, o réu tem apenas um empregado. Contudo, a testemunha ouvida tinha registro no ano de 2015, mesma época em que outro trabalhador citado em depoimento prestava serviços na fazenda. “Da forma tendenciosa como narrou os fatos, tudo indica que foi orientada a direcionar a sua fala em prol dele, sem qualquer compromisso com a verdade, o que evidentemente não pode prevalecer”, entendeu a juíza.

Por fim, contribuiu para a conclusão alcançada o fato de outra testemunha indicada pelo réu, cuja contradita foi acolhida pelo juízo, já ter entrado em confronto físico com o reclamante, sendo considerado por este como inimigo. Por esse motivo, a juíza considerou que a testemunha não teria isenção de ânimo para depor. No entender da julgadora, ficou evidente que a estratégia utilizada pelo reclamado foi a de tentar desacreditar as testemunhas trazidas pelo autor.

Princípio da primazia da realidade - “Não restam dúvidas de que o reclamante efetivamente prestou serviços para o réu na condição de empregado, impondo-se o reconhecimento da relação de emprego entre ambos, uma vez presentes os elementos típicos desta e ante o princípio da primazia da realidade que domina o Direito Laboral”, concluiu a juíza, arrematando que “houve inequívoca a integração da atividade desenvolvida pelo autor na atividade rural do reclamado, a atender necessidade normal e permanente, indissociável do empreendimento e essencial à consecução dos fins perseguidos”.

Pressupostos legais - Na decisão, a magistrada explicou que o vínculo de emprego como trabalhador rural se caracteriza quando reunidos os pressupostos dos artigos 2º e 3º da Lei nº 5.889/1973, ou seja, “sempre que alguém realizar trabalho por conta alheia com pessoalidade, em propriedade rural que explore atividade econômica, com onerosidade, não eventualidade e subordinação”.

De acordo com a juíza, a existência ou não da relação de emprego depende da forma como o trabalho é prestado. Isso porque o contrato de trabalho é um contrato realidade, sendo necessário o preenchimento dos pressupostos fáticos alinhados no artigo 2º da lei. Já o artigo 4º equipara ao empregador rural a pessoa física ou jurídica que, habitualmente, em caráter profissional, e por conta de terceiros, execute serviços de natureza agrária, mediante utilização do trabalho de outrem.

“À semelhança do contrato de trabalho previsto na CLT, o contrato de trabalho rural exige, para a sua configuração, o preenchimento de determinados requisitos, a saber: a prestação laboral por pessoa física em propriedade rural, de natureza não eventual e em caráter pessoal, mediante pagamento de salário e sob dependência de empregador rural”, explicitou, destacando que a identificação da natureza de uma relação jurídica não se detém apenas nos seus elementos formais. “A relação de emprego se configura sempre que estiverem reunidos os pressupostos dos artigos supramencionados, independentemente do nome jurídico dado ao ajuste e até contrariamente à intenção inicial das partes”, arrematou.

Com esses e outros fundamentos, a magistrada terminou por reconhecer a versão do trabalhador como verdadeira e condenou o fazendeiro a anotar a CTPS do reclamante no período reconhecido como de trabalho. Ele foi condenado também a cumprir obrigações pertinentes ao contrato de trabalho, como pagar aviso-prévio, férias, acrescidas do terço constitucional, 13º salários, FGTS com 40%, além de determinar entrega de guias, inclusive do seguro-desemprego.

Os julgadores da Quarta Turma do TRT de Minas confirmaram a decisão, mas deram “parcial provimento ao recurso do reclamado para declarar a prescrição trintenária dos depósitos do FGTS anteriores a 4/3/1991”, e, ainda, por maioria de votos, absolver testemunha da obrigação de pagar multa por litigância de má-fé a que havia sido condenada. O processo foi enviado ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) para julgamento do recurso de revista.

Processo
PJe: 0010152-80.2021.5.03.0061
 
Fonte: Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região Tel.: (31) 3228-7359 (31) 3228-7306/7305
 
 
Guerra da Rússia: Quem poderia estar por trás dos pensamentos de Vladimir Putin 16/03/2022
 
 
 
Guerra da Rússia: Quem poderia estar por trás dos pensamentos de Vladimir Putin

Prof. Dr Fabiano de Abreu Agrela, em Portugal, comenta sobre o conceito eurasiano que move o líder russo

Sabe-se que a invasão Russa à Ucrânia é um movimento anunciado, mas não era confirmado até que, na quinta-feira, dia 24 de fevereiro a Rússia decidiu em definitivo invadir a vizinha Ucrânia.

Direto de Portugal, conversamos com o PhD em neurociências, historiador e antropólogo com registro IFJ como jornalista internacional, o professor da Universidad Santander e Chefe do Departamento de Ciências da Logos University International, o Dr. Fabiano de Abreu Agrela que nos contou o que pode estar por trás dos pensamentos de Vladimir Putin, confira na íntegra:

Por: Prof. Dr. Fabiano de Abreu Agrela

Alexandre Dugin, professor do Departamento de Sociologia da Universidade Estatal de Moscou, é o guru de Vladimir Putin. Pensador nacionalista ortodoxo na esfera geopolítica. Considerado uma variação do fascismo, superação do liberalismo e do comunismo, como mostra em seu livro “A Quarta Teoria Política, em 2009”.

É um pensamento da Guerra Fria modernizado. Ele prega pelo fim definitivo da hegemonia ocidental. É a chamada política eurasiana ou eurasianismo, um movimento político na Rússia, anteriormente dentro da comunidade de emigrantes russos "brancos", que postula que a civilização russa não pertence às categorias "europeia" ou "asiática", mas sim ao conceito geopolítico da Eurásia. Desenvolvido em 1920, o movimento apoiou a revolução bolchevique.

O eurasianismo prega a Rússia como referência ao lado da China. Putin já foi chamado por Dugin como “o homem da Eurasia”. A democracia não é um valor nas ideias de Dugin que também é contra os LGBT+, casamento gay chamando de perversão.

Mediante a este pensamento, Putin acredita que o povo russo e ucraniano é um só, chegou a mencionar antigo povo rus, considerado o ancestral comum de russos, bielorrussos e ucranianos. Ou seja, em sua ideologia, a Ucrânia deveria fazer parte da Rússia, traduzindo em miúdos.

A visão dominante do nacionalismo russo é que a Ucrânia é o coração da nação russa. Porém, não é o sentimento ucraniano que são fiéis opositores à Rússia, o que causa frustração e raiva no país vizinho.

Putin é um idealista convicto em deixar o seu legado, ex-agente da KGB (agência de inteligência da URSS), foi treinado na era soviética e acredita que o ocidente transformou a Ucrânia em uma região estratégica que ameaça à Rússia.

A guerra
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, iniciou o que chamou de "operação militar especial" nesta quinta-feira, 24. As divergências entre os dois países têm origem logo após a Guerra Fria, com a expansão da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) para o leste europeu, e a incorporação de países que faziam parte da antiga União Soviética. A Ucrânia não faz parte da NATO, mas já vem negociando uma possível adesão ao grupo.

Com base nessa aproximação, a Rússia, comandada por Vladimir Putin, decidiu enviar militares para a fronteira entre os dois países. Mesmo negando, de início, estar preparando uma invasão, na manhã desta quinta-feira (24/02), a Ucrânia sentiu o poder bélico russo na pele.

Os ataques realizados pela Rússia geram consequências não apenas para a Ucrânia, ainda que o país seja o mais afetado, mas para os demais países do continente. O pós-pandemia, a preocupação em empregar a população e a maior inquietação que está relacionada a um possível aumento do gás e combustível em geral, já que ambos dependem da Rússia afetando a Europa e, como consequência, o resto do mundo.

Que fatores abriram o caminho para o conflito?
A Ucrânia é um “problema" para a União Soviética até 1991, altura em que votou esmagadoramente pela independência, no momento em que o maior país do mundo estava enfraquecido. Em 2004 se uniu à NATO (Aliança de países da Europa e da América do Norte) ex-repúblicas soviéticas do Báltico Estónia, Letónia e Lituânia. Em 2008, a organização declarou a sua intenção de propor a adesão à Ucrânia.

Em 2014 protestos em Kiev na Ucrânia forçaram a saída de um presidente favorável à Rússia. Foi então que a Rússia respondeu com a anexação da península ucraniana da Crimeia e a incitação a uma rebelião separatista no leste da Ucrânia, que veio a assumir o controle de parte da região de Donbas.

Com fracassadas tentativas de cessar-fogo desde 2015, os dois lados não alcançaram a paz e a linha da frente mantém-se praticamente inamovível. Já morreram quase 14.000 pessoas no conflito e existem 1,5 milhões de deslocados internos na Ucrânia.

Como isso afeta o Brasil?
Não somente as consequências de qualquer guerra que afetam na bolsa de valores e o mercado em geral. Sendo mais específico, afetam nos preços de combustíveis com o aumento da procura mundial. Com o comércio interrompido, os europeus passarão a ter a ausência de energia recorrendo ao mercado mundial deixando os preços mais caros. O que afeta no preço dos alimentos, instabilidade econômica, inflação pelas altas de energia, combustível e moedas. O crescimento econômico tende a ser freado com essas consequências.

 
Fonte: Pietra Geórgia - MF Press Global Jornalista redatora, suporte e nordestina
 
 
Média móvel nacional de novos casos conhecidos de Covid passa de 75 mil por dia, perto da pior marca da pandemia 17/01/2022
 
 
 
Média móvel nacional de novos casos conhecidos de Covid passa de 75 mil por dia, perto da pior marca da pandemia
País tem 621.261 óbitos e 23.083.297 casos registrados do novo coronavírus, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. No pior momento de contágio até aqui, média móvel chegou a 77,2 mil casos diários no Brasil.

O Brasil registrou nesta segunda-feira (17) 76.345 novos casos conhecidos de Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 23.083.297 diagnósticos confirmados desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi a 75.253 - a maior desde 24 de junho do ano passado (77.050). Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +662%, indicando tendência de alta nos casos da doença.

Brasil, 17 de janeiro
Total de mortes: 621.261
Registro de mortes em 24 horas: 162
Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 160 (variação em 14 dias: +66%)
Total de casos conhecidos confirmados: 23.083.297
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 76.345
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 75.253 por dia (variação em 14 dias: +662%)
Em seu pior momento, a curva da média móvel nacional de casos chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho de 2021.

O país também registrou 162 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 621.261 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 160. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +66%, indicando tendência de alta nos óbitos decorrentes da doença.


O estado do Acre não divulgou novos dados de casos e mortes pela doença nesta segunda.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Mortes e casos de coronavírus no Brasil e nos estados
Mortes e casos por cidade
Veja como está a vacinação no seu estado
Instabilidade nos sistemas
Após o apagão de dados do Ministério da Saúde, os estados começaram a normalizar a divulgação de números de Covid-19 no Brasil no dia 4 de janeiro.

Em 12 de dezembro, o ministério informou que o processo para recuperação dos registros dos brasileiros vacinados contra a Covid-19 após ataque hacker foi finalizado, sem perda de informações. Mas, no dia seguinte, o ministro Marcelo Queiroga disse que houve um novo ataque hacker. A previsão inicial de estabilização dos sistemas, de 14 de dezembro, não foi cumprida.

Em janeiro, o ministério informou que quatro de suas plataformas foram reestabelecidas ainda em dezembro; afirmou que, no dia 7 de janeiro, normalizou a integração entre os sistemas locais e a rede nacional de dados, e que o retorno do acesso às informações estava sido gradual.

Governo de SP contabiliza menos casos novos de Covid-19 em todo o estado do que prefeitura registra apenas na capital paulista

Segundo a pasta, a instabilidade no sistema não interferiu na vigilância de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, como a Covid. É o oposto do que dizem pesquisadores.

"A gente não consegue planejar a abertura de novos serviços hospitalares, de centros de testagem, abertura de novos leitos e entender as regiões onde o impacto da nova variante é maior", diz Julio Croda, infectologista e pesquisador da Fiocruz.

"A gente não viu a evolução e a chegada da ômicron. Ela não apareceu de repente no Ano Novo. Ela entrou ao longo do mês de dezembro, e a gente estava completamente em voo cego ali, porque não tinha dado nenhum; a gente não viu os dados crescerem", afirma o professor Marcelo Medeiros, fundador do Covid-19 Analytics. Ele interrompeu o serviço que auxilia autoridades a tomarem decisões em meio à pandemia.

Curva de mortes nos estados
Em alta (19 estados): SP, PI, SC, RN, MA, MS, PA, AP, TO, SE, ES, AM, MG, RS, MT, CE, PR, RO, BA
Em estabilidade (3 estados e o DF): GO, RR, AL, DF
Em queda (3 estados): PE, PB, RJ
Não divulgou (1 estado): AC
Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os números de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados. Já a variação percentual para calcular a tendência (alta, estabilidade ou queda) leva em conta os números não arredondados.

VACINAÇÃO: veja o balanço mais recente no Brasil
Consórcio de veículos de imprensa
Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre g1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal (saiba mais).

 
Fonte: Redação JIA
 
 
Relatório da Human Rights Watch alerta para riscos de autocracias pelo mundo, mas aponta reação em defesa da democracia 13/01/2022
 
 
 
Relatório da Human Rights Watch alerta para riscos de autocracias pelo mundo, mas aponta reação em defesa da democracia
Organização de direitos humanos lançou relatório global em que aponta também problemas no Brasil, como a tentativa de Bolsonaro de desacreditar o sistema eleitoral, além de ameaças à liberdade de expressão e à independência do sistema judiciário.

A Human Rights Watch (HRW), organização de defesa dos direitos humanos com sede em Nova York, lançou nesta quinta-feira (13) o seu relatório mundial de 2022. No documento, a entidade reitera a importância da manutenção da democracia pelo mundo e a ameaça representada pelas autocracias (forma de governo em que o poder fica concentrado em apenas uma pessoa).

Logo no início do levantamento, o diretor da HRW, Kenneth Roth, contraria a visão comum de que a autocracia está em ascensão e a democracia em declínio.
"De Cuba a Hong Kong, as pessoas saíram às ruas exigindo democracia quando governantes autoritários, como de costume, priorizam seus próprios interesses em detrimento dos de seus cidadãos", diz Roth.

“Muitos autocratas afirmam servir melhor ao seu povo do que os líderes eleitos democraticamente, mas geralmente atuam, principalmente, por seus próprios interesses e passam a manipular os sistemas eleitorais para que os cidadãos não possam expurgá-los pelo voto. Ademais os autocratas normalmente tentam desviar a atenção com apelos racistas, sexistas, xenófobos ou homofóbicos”, diz a HRW.
Há, entretanto, um movimento importante e crescente que deve preocupar os autocratas, na visão da HRW. Uma ampla gama de partidos políticos de oposição começou a passar por cima de suas diferenças políticas para construir alianças que priorizam o interesse comum em conseguir que políticos corruptos ou líderes repressivos sejam retirados do poder.
Brasil
A organização publicou um capítulo exclusivamente dedicado à situação brasileira. Segundo indicado pela HRW, o presidente Jair Bolsonaro “ameaçou os pilares da democracia brasileira diversas vezes no ano de 2021”. A ONG Internacional destacou atitudes como a tentativa de descredibilizar o sistema eleitoral brasileiro , a ameaça à liberdade de expressão e à independência do sistema judiciário.

O documento também chama atenção para outros fatores. Um assunto amplamente apresentado foi a letalidade policial que alcançou números recordes nos últimos anos, em especial contra pessoas afrodescendentes (cerca de 80% dos casos).

O material traz o discurso de Michelle Bachelet, Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos, como um registro importante desses números. Em junho de 2021, ela discursou sobre o aumento da violência policial no Brasil e pediu para que os países tomassem medidas concretas para erradicar o racismo sistêmico contra afrodescendentes e que se responsabilizassem por políticas contra abusos.

Ainda sobre o Brasil o levantamento da Human Rights Watch apontou para as ameaças e ataques aos povos indígenas, além de ressaltar o desmatamento, que continuou a avançar na Amazônia.

“Desde que assumiu o cargo em janeiro de 2019, o governo Bolsonaro enfraqueceu a fiscalização ambiental, encorajando, na prática, as redes criminosas que impulsionam o desmatamento e que têm usado ameaças e violência contra os defensores da floresta. A média do número de multas pagas por desmatamento na Amazônia em 2019 e 2020 foi 93 por cento menor do que a média nos cinco anos anteriores, mostrou um estudo da Universidade Federal de Minas Gerais”, diz o documento.
O documento ainda chama atenção para alguns perigos iminentes com a superlotação dos sistemas prisionais. A organização encara a aglomeração forçada dos centros de detenção como um risco sanitário relacionado à covid-19.

Segundo o estudo, até dezembro de 2020, cerca de 670 mil adultos estavam presos em todo o país. Esse número indica que a capacidade está sendo excedida em mais de 47%.

Em fevereiro de 2021, o Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura (MNPCT) informou que até 13 pessoas estavam detidas em um espaço que anteriormente havia sido projetado para apenas uma pessoa em uma prisão no estado do Acre.

Em pesquisas, a organização encontrou mais de 92.800 presidiários que contraíram Covid-19 (até outubro de 2021), dos quais 582 morreram. Por outro lado, o MNPCT diz que o número de mortes provavelmente é subestimado.

Outro assunto que ganhou a atenção da HRW foi a quantidade de imigrantes que chegaram ao Brasil nos últimos anos. Até outubro de 2021, mais de 250 mil venezuelanos estavam morando no Brasil.

Com o avanço da pandemia, a atitude do governo brasileiro mudou consideravelmente, aponta a HRW. Em 2020 mais de 2000 pessoas foram deportadas ao tentar atravessar algumas fronteiras. Esse número é muito superior ao que foi registrado em 2019 (apenas 36 pessoas) e em 2021 (1198 até julho).

Levantamento sobre o resto do mundo
O relatório completo analisa todos os países onde a Human Rights Watch atua. A preocupação com a autocracia (método de governo onde o poder fica concentrado em apenas uma pessoa) foi bastante destacada em boa parte do material.

Como uma solução para esse problema, Kenneth Roth, diretor executivo global da HRW, pediu para que líderes de oposição deixassem, por um momento, suas diferenças de lado para agirem em conjunto e defender o exercício da democracia.

O documento ressalta a maneira como a República Tcheca, Israel, Hungria e Turquia reagiram diante dos seus líderes mais autocratas. Em todos esses países foram geradas coalizões entre partidos visando derrubar governos autoritários.

Roth também diz que muitos governos democráticos estão muito preocupados com questões de curto prazo e não estão tratando assuntos muito mais importantes como a mudança climática, a pandemia da Covid-19, a pobreza e a desigualdade, a injustiça racial ou as ameaças da tecnologia moderna.

“Contrastando a política de acolhimento de autocratas amigáveis por Trump quando era presidente dos Estados Unidos, Biden prometeu uma política externa que seria guiada pelos direitos humanos. Mas os EUA continuaram a fornecer armas ao Egito, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Israel, apesar da repressão persistente nesses países. Diante de uma tendência autocrática na América Central, Biden priorizou principalmente os esforços para conter a migração, em vez da autocracia”, diz um parágrafo do documento.
 
Fonte: Redação JIA
 
 
"Transformamos a história natural da Covid-19 com a vacina", diz novo presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia 13/01/2022
 
 
 
"Transformamos a história natural da Covid-19 com a vacina", diz novo presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia
Em entrevista ao g1, o infectologista Alberto Chebabo falou sobre a pandemia no Brasil, o trabalho da SBI nesse período, a importância das vacinas e a luta contra a desinformação.

Continuar informando a população com base em evidências científicas. Essa é uma das missões do novo presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Alberto Chebabo, que assume o posto nesta quinta-feira (13). O infectologista ficará à frente da SBI nos próximos dois anos e falou ao g1 sobre as prioridades da entidade, autoteste, vacinação infantil, fim da pandemia e fake news.

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Para Chebabo, a pandemia vem mudando a cada onda. Primeiro, a onda de muitas mortes. Depois, veio a delta, com a população parcialmente vacinada. Agora, a explosão de casos com a ômicron. A prioridade da SBI é continuar informando a população com dados baseados na ciência, e também atualizar as medidas, frente às mudanças de perfil da pandemia.

"A pandemia que vivemos hoje é completamente diferente de 2020 e 2021. Obviamente, as recomendações vão mudando, como a redução de tempo de isolamento. Teremos que aprender a conviver com o vírus, conforme ele vai se apresentando", diz Chebabo.
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Ele também lembrou que, nos próximos dois anos, a SBI vai voltar a informar sobre outras doenças infecciosas que ficaram "esquecidas" durante esse tempo de Covid-19. "Temos que nos reposicionar sobre outras doenças em relação às quais sempre tivemos atuação, como HIV, hepatite, arboviroses [dengue, chikungunya]. Essas doenças ficaram de lado e agora vemos o retorno delas. Estamos esperando um aumento no número de casos de arboviroses", completa Chebabo.

O combate à desinformação
Durante a pandemia, além do vírus, os especialistas precisam lidar com a desinformação. As chamadas "fake news" se proliferam rapidamente e as sociedades científicas estão a todo momento desmentindo os negacionistas.

"É sempre muito cansativo. Como conseguem inventar teorias tão absurdas e as pessoas acreditarem? Por outro lado, olha tudo o que conseguimos nesse período de pandemia. Mesmo com fake news, vemos uma adesão da população à vacinação de forma importante. Vimos também a adesão de adolescentes, quando houve esse ataque muito maior em relação à vacina, a população aderindo", diz o infectologista.

Ele lembra que o chamado "tratamento precoce", que usa medicamentos ineficazes contra a Covid-19, já ficou para trás.

"Teve um momento em que as pessoas acreditaram, usaram, mas agora ninguém mais fala em cloroquina, ivermectina. O tempo é capaz de separar o que é ruim, o que é lixo, o que não presta, do discurso baseado na ciência. A população não é idiota, ela entende" - Alberto Chebabo.
Para o infectologista, apesar de cansativo, o combate à desinformação vale a pena.

"Todas as pandemias tiveram fake news, mas no final lembramos daqueles que trilharam o caminho da ciência. No final das contas, a história faz o papel dela: separa os vendedores de ilusões de quem realmente está trilhando o caminho correto".

Vacinação das crianças
Infectologistas da SBI estiveram presentes na audiência pública convocada pelo Ministério da Saúde na última semana para discutir a vacinação infantil. Chebabo reforça que a entidade é a favor da imunização das crianças e que o trabalho em informar segue em parceria com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

"Qualquer processo de vacinação e combate a uma doença imunoprevenível é um processo de proteção coletiva. Quanto maior o número de vacinados, melhor é a resposta em termos de controle de epidemia, da doença. Quanto mais ampliarmos o número de pessoas imunes e vacinadas, menor será o espaço de circulação do vírus", explica o infectologista.

Apesar de o número de óbitos na população infantil parecer "pequeno" (menos de 400), ele lembra que são crianças que poderiam estar vivas. "Dizem "são poucas crianças", mas se for seu filho, é 100%. Sabemos que a vacina, além de reduzir mortalidade, reduz também outros eventos deletérios, Covid longa, alterações do sistema nervoso central, desenvolvimento, internações, traumas para as crianças. A vacina é segura, já está bem demonstrado de que não há riscos. A doença é muito mais grave do que qualquer evento adverso que a vacina possa causar", completa.

"Transformamos a história natural da Covid-19 com a vacina. Transformamos uma doença que era altamente letal, com uma taxa de letalidade importante, para uma doença cujo risco de morte é muito mais baixo em pessoas que se vacinaram corretamente", destaca Chebabo.
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Fim da pandemia?
O médico diz que é muito difícil fazer previsões sobre o fim da pandemia. Ainda veremos os impactos da Covid-19 na saúde nos próximos anos (sequelas da Covid longa, por exemplo). Além disso, muitos países seguem com cobertura vacinal baixa, o que aumenta o risco de novas variantes. No entanto, a tendência é que, daqui para a frente, vejamos ondas menos severas da doença.

"Desde o inicio, falamos que os impactos dessa pandemia iriam durar em torno de 2 até 5 anos. Mas a tendência é que, com essa quantidade de pessoas vacinadas e infectadas, a gente transforme a forma como a doença se apresenta, sendo mais leve. Teremos um menor impacto, mais social e não com óbitos. Essa é a esperança que a gente tem", explica o presidente da SBI.

Autotestes no Brasil
O Brasil está entre os países que menos testam no mundo. Para Chebabo, antes de pensar em autoteste, o país precisava ter uma política de testagem ampla, com o apoio do Ministério da Saúde.

"O autoteste é uma ferramenta que ajuda na questão do acompanhamento. A pessoa pode fazer o teste para saber se ainda está positiva, mas principalmente na prevenção. Ela pode se testar para poder evitar a transmissão. Mas vivemos em um país continental, com desigualdade muito grande e achar que o autoteste vai resolver o problema da pandemia no Brasil é não conhecer o país em que vivemos", alerta.
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisa aprovar a liberação do autoteste no país, mas algumas perguntas precisam ser respondidas, na opinião de Chebabo: ele será gratuito? Será acessível? Ou só resolverá o problema da população de classes média e alta?

"Estamos usando o autoteste como se ele fosse resolver o problema de testagem no Brasil. Mas antes precisamos ter o acesso. Usamos pouco a rede básica de saúde, principalmente para a testagem. O Ministério da Saúde deveria comprar testes, implementar nos municípios. Esse foi o nosso grande erro, não investir numa estrutura de testagem ampliada, utilizando as UBSs e criando centros de testagem em algumas situações. É muito mais um problema de falta de investimento nos testes do que em estrutura", aponta.

 
Fonte: Redação JIA
 
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